sexta-feira, 11 de maio de 2012

Reedição de livros da colecção Alta Tensão (Porto Editora)

No Verão de 2010, a Porto Editora lançou o primeiro livro da colecção Alta Tensão, inteiramente dedicada a policiais e thrillers. Com uma capa amarela, relembrando as faixas nas várias cenas de crime, na minha opinião, estas capas não eram apelativas.
No entanto, os livros foram agora reeditados, com novas capas, na minha modesta opinião, soberbas. Ora vejam lá o antes... e o depois!

Alemanha, 1949. No rescaldo da guerra, por entre o caos da derrota, o país é palco de todo o tipo de negócios obscuros, fraudes e intrigas políticas. Para Bernie Gunther, Berlim tornou-se demasiado perigosa e decide partir para Munique, onde voltará a trabalhar como detective privado. No entanto, o negócio está fraco e os clientes são poucos. Quando a bela Britta Warzok o procura – o marido, responsável por um dos piores campos de concentração da Polónia, desapareceu -, Bernie está longe de imaginar a terrível conspiração que se esconde por detrás deste caso aparentemente simples. Na Alemanha do pós-guerra, nada é o que parece ser e, de um momento para o outro, Bernie ver-se-á envolvido numa intriga política que o ultrapassa. Quem ditará as regras do jogo serão antigos médicos do Terceiro Reich. Conseguirá Bernie Gunther enfrentar os fantasmas do seu passado e destruir o legado de Hitler?



Makedde Vanderwall é estudante de Psicologia Forense e, nas horas vagas, modelo internacional. Contactada pela agência para realizar alguns trabalhos de moda e relançar a sua carreira, viaja até Sydney, aproveitando a oportunidade para visitar a sua melhor amiga, Catherine Gerber. Mas as passarelas e as intrigas do mundo da moda depressa perdem importância quando Mak tropeça literalmente no corpo mutilado da amiga. Catherine é a mais recente vítima do «assassino dos stilettos», um homicida cruel que sequestra as suas presas e as tortura, para em seguida as matar. Incapaz de se afastar da investigação, Mak ver-se-á enredada num mortífero jogo do gato e do rato, longe de saber que ela própria se tornou na obsessão de um sádico psicopata…



Ninguém gosta do departamento de assuntos internos da polícia - o «Lado Negro», como é conhecido no meio -, onde polícias investigam outros polícias. É aí que trabalha o inspector Malcolm Fox, numa secção responsável pelos casos mais graves de racismo e corrupção. Enquanto a sua carreira vai de vento em popa, com mais uma investigação bem-sucedida e mais um polícia corrupto desmascarado, a sua vida pessoal deixa muito a desejar. Atormentado entre a culpa de ter internado o pai num lar e a impotência que sente face à situação da irmã, vítima de abusos constantes por parte do homem com quem vive, é-lhe atribuída uma nova missão: aproximar-se de Jamie Breck, um detective suspeito de estar envolvido numa rede de pedofilia, sem que até agora tenha sido possível reunir provas para o acusar. Mas, à medida que Fox se envolve no caso, crescem as suspeitas de que as coisas não são tão lineares como o fizeram crer, e as dúvidas instalam-se, sobretudo quando um terrível homicídio ameaça destruir o frágil equilíbrio entre a sua vida profissional e familiar.

Divulgação Editorial Planeta: Javier Sierra - O Anjo Perdido

O autor best-seller de thriller histórico Javier Sierra está em Lisboa de 29 a 31 de Maio, para o lançamento do seu novo romance "O Anjo Perdido", que se realiza dia 30, às 17h, nas Ruínas do Carmo, com a apresentação de José Rodrigues dos Santos.

Sinopse: Enquanto trabalha na restauração do Pórtico da Glória de Santiago de Compostela, Julia Álvarez recebe uma notícia devastadora: o marido foi sequestrado numa região montanhosa do Nordeste da Turquia. Sem o desejar, Julia vê-se envolvida numa intriga ambiciosa à escala mundial, para controlar duas pedras antigas, que aparentemente permitem o contacto com entidades sobrenaturais, desde uma misteriosa seita oriental até ao presidente dos Estados Unidos.

Javier Sierra mergulha-nos num mundo em que história, magia, tecnologias antigas e ciência de ponta se combinam num thriller evocativo, documentado e muito original. Uma obra que abandona todos os convencionalismos do género, reinventando-o e mergulhando o leitor numa aventura que não esquecerá.

Nas livrarias a 17 de Maio.

Jessica Bird - Diz-me Quem És [Opinião]

Jessica Bird é, nada mais nada menos, que um pseudónimo de J.R. Ward, uma autora versada na literatura romântica e do fantástico, daí que esta tenha sido a minha estreia nas obras de Ward. Mas a autora quer ingressar no mundo dos policiais e este Diz-me Quem És é o primeiro livro de uma saga criada pela autora que se insere no género de suspense romântico.

Grace Hall é uma senhora do jet-set que vê algumas amigas do meio morrerem às mãos de um assassino impiedoso. Receando pela sua vida, as circunstâncias levam-na a conhecer John Smith, um segurança da empresa privada Black Watch.
Mas Grace tem um charme especial e cativa Smith, alheado das relações românticas, preferindo one night stands. Será que ele vai ceder aos encantos de Grace?

Esta é a premissa para uma história simples (algo semelhante à do filme Guarda Costas, protagonizado por Whitney Houston e Kevin Costner) mas empolgante e cativante. E reparem no nome John Smith, que não é por sombras, desconhecido em Hollywood (sim, estou a falar de Brad Pitt em Mr and Mrs Smith). Qualquer semelhança é claro, uma pura coincidência!
Tirando algumas nuances claro. Afinal de contas temos um guarda costas, ainda que aqui é um bad boy, com imensas marcas de guerra e um passado conturbado. É um ex militar e como tal um homem duro e à partida um pouco rude. Ela é uma ex condessa, uma mulher que sabe estar na vida, que gere o negócio do pai. São dois protagonistas com fortes personalidades, de certa forma, quase antagónicas, aspectos justificativos dos constantes arrufos entre o casal, que ignora a forte atracção que existe entre ambos.

Este é um livro que está à altura de um bom suspense romântico a que a Quinta Essência já nos habituou. Tendo inicialmente sido catalogado como "semelhante a Sandra Brown", não acho de todo, que a autora faça concorrência a Ward. Quer-me fazer parecer que a componente policial em Diz-me Quem És é mais difusa e leve do que nas obras de Brown.
Pessoalmente achei que teria sido mais interessante se houvesse mais investidas do serial killer em atacar a própria da Grace. Realço também a própria descrição dos crimes, com pouco detalhe, querendo-me fazer parecer que são meramente secundários face à trama. E o teor dito policial reside precisamente aqui, numa percentagem menor e quase como deixado para segundo plano, visto que o enredo está amplamente impregnado com romance.

O desfecho é talvez um pouco previsível, pois num típico romance buscar-se-á o verdadeiro final feliz. Como existem poucos suspeitos possíveis de praticar tais crimes, também não se revelou surpresa o desvendar a identidade do serial killer, que é dos menos maléficos que "conheci" nestas andanças literárias.

A mistura de desencontros românticos, romance sensual e uns laivos de policial, faz com que este livro seja genuinamente prazeroso.
Gostei, apesar de não ser o meu género de eleição. E claro, um livro destes faz-nos sempre sonhar. Com homens fisicamente perfeitos ainda que rudes, atracções desenfreadas, libidos em alta, enfim... emoções que não são nada comuns em livros do género policial. Existe uma dose tão esmerada de sensualidade e de calor no livro, que é lido na totalidade rapidamente quase sem que nos apercebamos. Facto devido não só à simplicidade da história, como também à própria escrita da autora, muito simples e fluída.
No entanto é um livro inadequado para quem busca um policial duro e cru. Recomendo principalmente ao público apreciador de romance e que procura uma pitada de emoções fortes.

Divulgação Editorial Porto Editora: Donato Carrisi - Tribunal das Almas


Depois de O Sopro do Mal, é editado o aguardado segundo livro do autor.

Sinopse:
Estava à tua procura. Encontrei-te.
És a pessoa certa...
Agora, mata!

Marcus é um homem sem passado. A sua especialidade: analisar as cenas de crime para reconhecer o Mal nos pequenos detalhes e solucionar homicídios aparentemente perfeitos. Há um ano, foi gravemente ferido e perdeu a memória. Hoje, é o único que poderá salvar uma jovem desaparecida.
Este peculiar investigador enfrenta, porém, um desafio ainda maior: alguém está a usar o arquivo criminal da Igreja para revelar a verdade sobre crimes nunca oficialmente resolvidos. Assassinos são colocados perante os familiares das vítimas. Será, passado tanto tempo, saciado o desejo de vingança? Passarão os inocentes a culpados? Ou será, finalmente, feita justiça?

Críticas de imprensa
"Um thriller de estrutura complexa mas perfeita, cuja narrativa se move com sucesso entre diferentes pontos de vista e períodos de tempo." Corriere della sera

"Um novo bestseller capaz de atrair e hipnotizar até quem não gosta de ler thrillers." Il Quotidiano

"Um livro que fala do mal que é capaz de corromper mesmo os mais insuspeitos." Vanity Fair

Donato Carrisi nasceu em 1973 em Martina Franca (Itália).
Licenciado em Direito, especializou-se depois em Criminologia e Ciências do Comportamento, com uma tese sobre um dos mais terríveis serial killers italianos, o “Monstro de Foligno”.
Dedica-se desde 1999 à carreira de argumentista de cinema e televisão, tendo sido co-autor de algumas séries e filmes premiados. Sopro do Mal é o seu primeiro livro.

Nas livrarias a 24 de Maio.

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Divulgação Pastelaria Studios Editora: Vasco Ricardo - A Trama da Estrela

Sinopse: Enquanto uma negra conspiração se vai expandindo por algumas cidades europeias, três adolescentes divertem-se, navegando pela Internet, tentando decifrar mistérios e crimes até então irresolúveis.
Dana, Mark e Rohan são provenientes de nações distintas mas os seus interesses e suas motivações convergem. À medida que uma onda de crimes vai assolando o território do velho continente, os jovens vão interagindo através das comuns salas de chat, falando sobre um infindável número de temas.
O percurso das suas vidas toma, porém, um rumo diferente, acompanhado de estranhos acontecimentos que podem mudar os seus destinos.
Paralelamente, uma sociedade secreta, cujos elementos parecem tão competentes quanto obstinados, move-se de forma obscura e sanguinária, onde todos os seus passos são criteriosamente preparados, na tentativa de alcançar um marco até então inatingível.

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Stephen Booth - O Lugar Morto [Opinião]


Stephen Booth é um autor já anteriormente falado nestes meus posts de críticas literárias. Após ter lido Ossos, o autor consagrou-se como um dos meus favoritos com o livro Um Último Suspiro.

Em O Lugar Morto, o autor coloca os protagonistas Ben Cooper e Diane Fry, britânicos oriundos de Peak District, numa trama em que a morte é um tema fulcral. Todo o enredo centra-se em demasia na morte (quase obsessivamente), na forma como são enfatizados aspectos como o processo físico da decomposição de cadáveres quando estes são enterrados ou cremados, crenças religiosas e até a forma como a morte pode enaltecer o negócio de cangalheiros.

A fórmula para tão bons policiais de Booth relaciona-se com a metodologia de criação de duas ou mais subtramas e as mesmas vão convergindo para um final surpreendente.
Pois se por um lado, há uma história referente a um negócio de cangalheiros em que se descobre ali uma intrujice que se relaciona com um estranho roubo de cadáveres, por outro há um estranho serial killer que alerta telefonicamente a polícia que irá matar... de novo!
O autor dá uma injecção de adrenalina logo às primeiras páginas, e através de algumas reviravoltas no enredo, o ritmo mantém-se constante e empolgante. Li este livro, de quatrocentas e algumas páginas em apenas três dias.

Por isso se há adjectivo que melhor caracteriza este livro é: mórbido! É um livro pesado, na verdadeira ascensão da palavra, na forma como aborda a morte. A tanatologia (estudo dos processos associados à morte) é fortemente supracitada e de uma forma até bastante detalhada, de modo a que poderá deixar desconfortável o mais corajoso dos leitores.
Até eu, estou quase versada no que poderá ser susceptível na literatura policial, me senti impressionada com o teor de algumas passagens, e inevitavelmente fechei o livro por várias vezes, para meditar no que tinha acabado de ler.

No entanto, e o fascinante do livro reside neste aspecto: é que Booth nem tem de recorrer a elementos gráficos de violência. O que eventualmente pode chocar os leitores reside apenas no conteúdo descritivo sobre o final da vida.
Mas Booth esmera-se em pormenores que vão além do mórbido. Ele é um verdadeiro artista na forma como descreve Peak District e a forma como os moradores se fecham em copas perante tal sucessão de acontecimentos trágicos. Perante este cenário gótico, cada uma das personagens parece esconder algo, ingrediente fulcral para o fantástico desfecho desta história. Afinal de contas, nunca soubemos verdadeiramente as intenções de cada personagem.

Bem... tirando claro, Diane e Ben. Eu sempre desejei que estes tivessem um envolvimento amoroso, confesso. Há uma química tão natural entre eles que fiquei desiludida pois a relação deles arrefeceu bastante desde Um Último Suspiro, sem que o motivo seja realmente grave a ponto de justificar este afastamento.
Ambas as personagens estão dotadas de problemas familiares, e a forma como harmoniosamente estes são conjugados na narrativa é enriquecedora no contexto da história. Sim, com isto quero dizer que será importante a meu ver, ler as obras por ordem, a ponto de perceber o que terá acontecido ao pai de Ben ou à irmã de Diane.

Acho que é neste livro que Booth mostra verdadeiramente a sua versatilidade na escrita. Os relatos duros e quiçá chocantes naquilo que ele criou como "O Meu Diário dos Mortos", cujos conteúdos são verdadeiramente arrepiantes são conjugados com uma fluidez descritiva nas situações, cenários e personagens. Ainda assim, nos relatos descriminados como "O Meu Diário dos Mortos", Booth tenta quase como de forma poética mas igualmente macabra e real, enaltecer os aspectos alusivos à decomposição dos cadáveres.
Em geral, aspecto que já realcei anteriormente, gosto do estilo de Booth, na forma como no gótico cenário de Peak District, o crime é resolvido pelo deslindar das subtramas paralelas (e originais) que o autor concebe.

O Lugar Morto é um livro muito bom, conseguindo-me surpreender, no entanto confesso que Um Último Suspiro é até agora, o meu favorito da saga. Fica a curiosidade e enorme vontade de ler os livros seguintes e acompanhar a saga de Cooper e Fry.

Um livro fascinante, a quem recomendo aos fãs de policiais mais pesados e aos curiosos sobre o tema da mortalidade (pois desmistifica, ainda que de uma forma crua, os mais variados aspectos sobre a morte). Gostei bastante!

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Alastair Campbell - Maya [Opinião]

Confesso que desconhecia Alastair Campbell, autor de um livro publicado pela Bizâncio, Está Tudo na Cabeça. Não li esta obra mas assim que foi publicado Maya, fiquei curiosíssima em ler este livro, dado que na sinopse, este seria catalogado como um drama/thriller. E então no post de hoje vou fazer algumas considerações sobre este livro.

Uma capa bonita mas simples que é essencialmente o retrato do enredo deste livro. Steve Watkins conta em primeira mão, a história da sua melhor amiga Maya Lowe. A amizade deles recua desde há vinte anos, altura em que Steve achava que estava apaixonado pela amiga, e com receio de deitar tudo a perder, nunca o confessou. Agora que tantos anos se passaram, Steve é casado com Vanessa e prestes a ser pai. Por sua vez, Maya é uma bem sucedida estrela de cinema, também casada com um homem das artes do entretenimento, Dan Chivers. O que Steve relata é basicamente, uma sequência de acontecimentos que explora ao limite a obscuridade associada ao poder excessivo da amizade, abordando o cruel mundo da fama.

Escrito na primeira pessoa, o leitor faz os seus juízos a partir do que é relatado e eu penso que esta é uma personagem dúbia. Sim, neste livro o protagonista é altamente duvidoso: se por um lado é compreensível toda a sua preocupação pela amiga, por outro é incoerente a forma como ele faz precipitar os podres sobre a relação de Maya com Dan. Será este um bom amigo? Aquele que elabora diversos esquemas menos éticos para que a verdade venha ao de cima?

A meio do enredo pensava para mim própria como era possível ser descurada a relação com a esposa em detrimento de Maya e como Steve, um homem aparentemente com valores, começa a agir na ausência de ética, para ajudar, se é assim que podemos dizer, a amiga. Por isso à medida que nos deparamos com quase uma obsessão pouco saudável por Maya, a empatia que se gerou inicialmente por Steve fácil e gradualmente se transforma em desagrado.
Este é Steve, casado com Vanessa que vai desculpando os mais esfarrapados esquemas do marido, que de certa forma, o esquivam da responsabilidade de ser pai, afastando-o de Vanessa mas aproximando-o de Maya. E esta por outro lado demonstra a sua fragilidade face às inúmeras situações sobre Dan e não só. O próprio mediatismo sobre a sua pessoa abafa-a da felicidade pessoal.
No meio de tantas personagens vulgo fictícias, o autor insere umas quantas personalidades numa tentativa de tornar a trama o mais realista possível.

Numa escrita fluída, inicialmente mais morosa com as inúmeras descrições que gradualmente convergem numa leitura compulsiva e cheia de acção, o autor explora o mundo da fama e ao que lhe traz associado como a falta de privacidade através de constantes assédios por parte de jornalistas ou paparazzis e pressões várias face aos media. Para enriquecer a trama, descreve com brilhantismo, aquela que poderá ser uma relação compulsiva e quase que obsessivamente doentia, dentro dos limites da amizade.
Não há violência, a trama é praticamente desenvolvida num registo de tensão psicológica.
Muitas manipulações, intrigas, mentiras e acções que à partida agoiram um final menos colorido para Steve são os ingredientes base de uma trama que não se engendra propriamente nas minhas preferências literárias, mas que gostei de ler.

domingo, 6 de maio de 2012

Divulgação Editorial Porto Editora: John Connolly - Os Amantes


Sinopse: Charlie Parker há muito que enfrenta os seus fantasmas. Depois de ter saído da Polícia de Nova Iorque, e agora que vê a sua licença de detetive privado ser-lhe retirada, decide investigar algo que desde sempre o inquietou: o seu passado. Nomeadamente as circunstâncias trágicas que levaram o pai, Will Parker, a matar um jovem casal de namorados, tendo em seguida posto termo à sua própria vida, num ato tresloucado e sem motivo aparente.
Um misterioso casal de amantes, detentores do segredo que tanto atormenta Charlie Parker, obriga-o a mergulhar a fundo na sua própria história, mesmo que isso signifique descobrir verdades incómodas e mentiras comprometedoras.
Em Os Amantes, John Connolly submerge o leitor, com o talento único que lhe é internacionalmente reconhecido, num thriller simplesmente soberbo.

Sobre o autor: John Connolly, (1968), Dublin. Filho de um funcionário público e de uma professora, começou a escrever desde os 6 anos. Estudou inglês na Trinity College, em Dublin e em 1993, tirou o mestrado em jornalismo na Dublin City University. Trabalhou como jornalista freelance e colabora regularmente para o jornal Irish Times.

Nas livrarias a partir de 17 de Maio.

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Passatempo Contraponto - Giorgio Faletti: Eu Sou Deus


Desta vez, e em parceria com a Contraponto, a menina dos policiais tem para sortear, um exemplar do livro Eu Sou Deus de Giorgio Faletti. Para participar no passatempo, tem apenas de responder acertadamente a todas as questões seguintes.

Regras do Passatempo:
- O passatempo começa hoje dia 3 de Maio de 2012 e termina às 23h59 do dia 14 de Maio de 2012.

- O participante vencedor será escolhido aleatoriamente.

- O vencedor será contactado via e-mail.

- Apenas poderão participar residentes em Portugal e só será permitida uma participação por residência.

- Se precisarem de ajuda, podem consultar aqui:

Só me resta desejar boa sorte aos participantes!!! :)


quarta-feira, 2 de maio de 2012

Divulgação Contraponto: Giorgio Faletti - Eu Sou Deus


A aguardada obra de Giorgio Faletti, autor de Eu Mato, está prestes a chegar às bancas, sob a chancela da Contraponto.

Sinopse: Um serial killer aterroriza a cidade de Nova Iorque. As suas ações não seguem os padrões conhecidos pelos criminalistas, sendo a escolha das vítimas totalmente aleatória. Não lhes olha nos olhos enquanto morrem, mas também não o poderia fazer, pois ataca massivamente. As autoridades procuram desesperadamente um rosto, mas o assassino não tem rosto, nem nome, nem passado, nem futuro. Vivien Light, uma jovem detetive que esconde os dramas pessoais sob uma sólida imagem profissional, e Russel Wade, um repórter fotográfico com um passado que deseja esquecer, são a única esperança para deter este homicida - um homem que não pode ser responsabilizado pelos seus atos, um homem que acredita ser Deus.

Excerto

«Encontro um botão e pressiono-o com delicadeza. E outro. E mais outro. Um instante ou mil anos depois, a explosão é um trovão sem tempestade, a terra que acolhe o céu, um momento de libertação. Depois os gritos e a poeira e o barulho dos carros que chocam uns contra os outros e as sirenes que me avisam que, para muitas das pessoas que estão atrás de mim, chegaram ao fim os oito minutos. Este é o meu poder. Este é o meu dever. Este é o meu querer. Eu sou Deus.»

Críticas de imprensa

«Um fenómeno literário.»
Financial Times

«Com um só golpe, Faletti modernizou o tradicional mundo literário e editorial italiano. Em Eu Sou Deus, Faletti regressa ao thriller puro e duro.»
Corriere della Sera


Sobre o autor: Giorgio Faletti, licenciado em Direito, foi um cómico de grande sucesso da televisão italiana e mais tarde um cantor de êxito de música popular, chegando a ganhar o Prémio da Crítica no Festival de Sanremo de 1994. Eu Mato foi a estreia de Faletti na literatura, que se revelou, à semelhança de outras aventuras na sua carreira, um retumbante sucesso. De toda a sua obra já foram vendidos mais de 11 milhões de exemplares só na Itália, e o reconhecimento da crítica e do público saltaram rapidamente as fronteiras italianas.