sexta-feira, 20 de maio de 2016

Harlan Coben - Sinto a Tua Falta [Opinião]


Sinopse: AQUI


Opinião: Estou tremendamente satisfeita com este lançamento por duas razões: a primeira prende-se com o facto de ser publicado mais um livro de uma colecção que tem lugar cativo na minha estante, Minutos Contados, depois de uma espera de dois anos (o nº 39, curiosamente também de Harlan Coben. foi publicado em Janeiro de 2014). A segunda relaciona-se com o autor, que escreve thrillers muitíssimo interessantes. Embora ainda só tenha lido algumas obras do autor, nunca me senti defraudada com as mesmas.

Posto isto, devo dizer que li Sinto A Tua Falta em cerca de três dias e depois de ter passado alguns sem ter o mínimo interesse em ler. É verdade, estava numa daquelas fases em que olhava para os títulos da estante e nenhum suscitava interesse. 

É num universo bastante actual que a história se desenvolve, abordando os sites de encontros amorosos que proliferam na Internet (com os perigos que daí advêm). A trama, essa, é ao estilo a que Harlan Coben nos habituou. Parece-me que o autor é exímio no desenvolvimento de histórias que tenham como ponto de partida um desaparecimento, motivado por algum segredo do passado e alguns homicídios na tentativa de silenciar um potencial delator. Seja como for, li alguns livros do autor, não muitos, e reconheço esta fórmula nas obras que li anteriormente de Coben tem resultado nas mais diferentes histórias, sendo sempre originais e empolgantes.

Alternando entre duas subnarrativas que disputam um grande interesse, a trama desperta, desde cedo, uma grande curiosidade sobre dois acontecimentos que mudaram por completo a vida da protagonista, Kat Donovan: a morte do seu pai, também ele ligado às forças policiais bem como o afastamento do seu noivo, Jeff, há 18 anos atrás.

Embora tivesse mergulhado, juntamente com Kat, na revelação da sua vida, devo confessar que achei previsível a razão pela qual Jeff terminou o noivado não obstante ter considerado surpreendentes as circunstâncias intrínsecas a essa decisão de Jeff. Esta revelação saber-se-á apenas na última página do livro. Até então, sobrepôs-se o gozo de descobrir o que estava por trás de um complexo esquema orquestrado pelos antagonistas cuja premissa é um simples site de encontros românticos.

Sinto a Tua Falta é uma trama bastante interessante, de acção frenética e que simultaneamente levanta questões pertinentes sobre encontrar a alma gémea em sites próprios para o efeito. Portanto, é uma história com um carácter extremamente verossímil e lógico. 

Gostei imenso da obra! Harlan Coben é sempre uma excelente aposta no género do thriller!

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quarta-feira, 18 de maio de 2016

Joël Dicker - O Livro dos Baltimore [Divulgação Alfaguara]


Data de publicação: 18 Maio 2016

               Título Original: Le Livre des Baltimore
               Preço com IVA: 21,90
               Páginas: 552
               ISBN: 9789896650674

Sinopse: Até ao dia do Drama, existiam dois ramos da família Goldman: os de Baltimore e os de Montclair. O ramo de Baltimore, próspero e bafejado pela sorte, mora numa luxuosa mansão e encarna a imagem da elite americana. Já os Goldman de Montclair são uma típica família de classe média e vivem numa casa banal em Nova Jérsia. Tudo isto se transforma com o Drama. Movido pelas memórias felizes dos tempos áureos de Baltimore, Marcus Goldman procura descobrir o que se passou no dia do Drama, que mudaria para sempre o destino da família. O que aconteceu realmente aos Goldman de Baltimore?

Sobre o autor: Joël Dicker nasceu em Genève, Suíça, em 1985. A verdade sobre o caso Harry Quebert é o seu segundo romance, com o qual arrecadou vários prémios: Prix de la Vocation Bleustein-Blanchet, o Grande Prémio do Romance da Academia Francesa, o Prémio Goncourt des Lycéens e o prémio da revista Lire para Melhor Romance em língua francesa. O seu primeiro romance, Les derniers jours de nos pères, venceu o Prémio dos Escritores de Genève. 

Anteriormente publicado 
Opinião AQUI


A coleção Vampiro está de volta!

 
Crimes do Bispo, de S.S. Van Dine (n.o 1) e Vivenda Calamidade, de Ellery Queen (n.o 2). Numerados, em formato de bolso e com um preço acessível – como sempre foi característico desta coleção –, regressam a partir do dia 26 de maio às livrarias os clássicos da literatura policial.
Criada no final dos anos 40 e com mais de 700 títulos, a coleção Vampiro marcou gerações de leitores e a história da edição em Portugal, lançando livros dos grandes autores do policial, como Raymond Chandler, Agatha Christie, Dashiell Hammett, Rex Stout, Erle Stanley Gardner, Georges Simenon ou Van Dine e Ellery Queen, muitos deles pioneiros no género e criadores de detetives marcantes que tinham a dedução como principal arma contra o crime.

Título: Os Crimes do Bispo
Autor: S. S. Van Dine
Tradução: Peri Pinto Diniz
N.o de Páginas: 328
PVP: 7,70 €








Os Crimes do Bispo 
Quando um homem conhecido como Cock Robin aparece assassinado com uma flecha cravada no peito, John Markham, procurador do distrito judicial de Nova Iorque, chama para a investigação Philo Vance. Detetive amador de olho apurado e fraca crença em coincidências, Vance logo assinala a referência a uma conhecida lengalenga infantil. E rapidamente se torna claro que este será o padrão numa série de crimes extraordinários, arquitetados por um assassino de mente perversa, que mantém uma provocação constante à polícia através de cartas enviadas aos jornais, todas elas com a assinatura «O Bispo».
Num estilo simples e direto, construído pela mão hábil de S. S. van Dine, esta é uma história recheada de mortes, de suspeitos e de detalhes surpreendentes – como as peças de xadrez ou as de teatro.
Um policial brilhante, uma obra clássica da literatura de mistério.

S. S. Van Dine (pseudónimo de Willard Huntington Wright) nasceu a 15 de outubro de 1888, em Charlottesville, EUA. Aluno brilhante, estudou em Harvard antes de partir para Paris e Munique, onde prosseguiu a sua formação em artes e letras e iniciou carreira como editor e crítico de arte. Em 1923, na convalescença de uma tuberculose, lê uma série de romances policiais e fica fascinado pelo género. Três anos mais tarde, lança o seu primeiro romance com assinatura S. S. van Dine, O Caso Benson, que se revela um best-seller imediato. Este será o primeiro de uma série de romances protagonizados por Philo Vance, um detetive amador algo arrogante que privilegia os indícios psicológicos dos casos a que se dedica. Com várias adaptações de obras suas ao cinema, Van Dine torna-se um nome fundamental da literatura policial norte-americana dos anos 20 e 30. Morre a 11 de abril de 1939 em Nova Iorque. 

Título: Vivenda Calamidade
Autor: Ellery Queen
Tradução: Lino Vallandro
N.o de Páginas: 344
PVP: 7,70 €








Vivenda Calamidade
Decidido a iniciar a redação do seu próximo romance policial num ambiente de tranquilidade, Ellery Queen deixa Nova Iorque e aporta a Wrightsville, típica cidade provinciana onde os dias parecem correr sem que nada de diferente aconteça. Os hotéis, porém, estão totalmente ocupados e não parece existir uma única casa para arrendar – à exceção de um pequeno anexo à mansão da poderosa família Wright, originalmente construído para acolher a filha Nora e o seu noivo, Jim Haight, antes de este desaparecer na véspera do casamento havia já três anos. Primeiro livro de Ellery Queen que tem como cenário esta cidade ficcionada, considerado o melhor da série Wrightsville, Vivenda Calamidade é um romance de grande riqueza psicológica, revelador de uma estrutura notável, onde as mortes se sucedem numa lógica irrepreensível e onde um elegante cocktail numa festa de passagem de ano pode ser a arma do crime.

Ellery Queen é o pseudónimo conjunto de Frederic Dannay (de seu verdadeiro nome Daniel Nathan, nascido em 1905 e falecido em 1982, em Nova Iorque) e do seu primo Manfred B. Lee (Manford Lepofsky, também nascido em 1905 e falecido em 1971, naquela mesma cidade). A dupla escreveu o seu primeiro romance, O Mistério do Chapéu Romano, em 1929, apresentando então o detetive Ellery Queen, ele próprio escritor de romances policiais, formado em Harvard, dono de uma genialidade tão grandiosa quanto a sua arrogância. Até 1971, Ellery Queen foi autor e herói de mais de trinta romances, numerosas novelas, peças radiofónicas, filmes e séries de televisão. Dannay e Lee deixaram também a sua marca na história da literatura policial pela criação, em 1941, da Ellery Queen’s Mystery Magazine, famosa revista policial ainda hoje em atividade.

segunda-feira, 16 de maio de 2016

Dolores Redondo - Legado nos Ossos [Divulgação Editorial Planeta]


Data de publicação: 18 Maio 2016

               Título Original: Legado en los huesos
               Preço com IVA: 19,95
               Páginas: 504
               ISBN: 9789896577810

Acaba de chegar o segundo livro da trilogia do Baztán da nova autora-sensação do thriller criminal em Espanha

Um thriller poderoso e intenso, repleto de tensão e intriga.

Uma história inquietante apoiada numa investigação forense exímia, e intensificada pela atmosfera mística das lendas bascas.

Uma trilogia que partilha com o romance escandinavo a sua faceta mais negra e psicólogica, e com o thriller norte-americano a parte mais racional e científica.  

Sinopse: O julgamento do padrasto da jovem Johana Márquez está prestes a começar. A ele assiste uma grávida Amaia Salazar, a inspectora da Policía Foral que há um ano resolveu os crimes do denominado Basajaun, que semearam de terror o vale do Baztán.
Amaia também reuniu as provas incriminadoras contra Jasón Medina, que imitando o modus operandi do Basajaun assassinou, violou e mutilou Johana, a filha adolescente da mulher.
De repente, o juiz anuncia que o julgamento será cancelado: o réu acaba de se suicidar na casa de banho do tribunal. Face à expectativa e à irritação que a notícia provoca entre a assistência, Amaia é chamada pela polícia: o réu deixou um bilhete de suicídio dirigido à inspectora, um bilhete que contém uma mensagem concisa e inquietante: Tarttalo.
Essa única palavra que remete para a personagem fabulosa do imaginário popular basco desvendará uma trama terrífica que envolve a inspectora até culminar num trepidante desfecho.  

Sobre a autora: Nasceu em Donostia-San Sebastián em 1969.
O Guardião Invisível, o primeiro romance da sua Trilogia do Baztán, granjeou-lhe o entusiasmo de editores de inúmeros países e hoje são já 23 as chancelas editoriais que publicaram a obra em todo o mundo.
Para além do respeito dos leitores, foi aclamada pela crítica como uma das propostas mais originais e contundentes do thriller em Espanha, e deste modo está programada a versão cinematográfica pela mão dos produtores da trilogia Millennium, de Stieg Larsson.

Imprensa
«Legado nos Ossos segue a estrela de O Guardião Invisível, mas é um romance
de maior maturidade, com mais interesse do que o anterior.» 
El Correo Español

«Mito e realidade misturam-se neste sofisticado e acutilante thriller. Todos os esqueletos batem às portas para serem libertados e são-no nesta enérgica, fascinante e cativante história.»
Steve Berry, autor best-seller do The New York Times

«O pano de fundo basco dá a este thriller uma força especialmente intrigante de profundidade; as superstições e mitologias desde os dias da Inquisição espanhola penetram no mistério de tal forma que o leitor se sente transportado.» 
Library Journal

Anteriormente publicado
 Opinião AQUI

Harlan Coben - Sinto a Tua Falta [Resultado Passatempo Editorial Presença]


Com a preciosa colaboração da editora Editorial Presença, a menina dos policiais tinha um exemplar do livro Sinto a Tua Falta de Harlan Coben para oferecer.
Desde já agradeço à editora e aos participantes que contribuíram para o sucesso deste passatempo. Com 317 participações válidas, as respostas correctas eram:

1.  A que colecção pertence Sinto A Tua Falta? Minutos Contados
2. O que fazia Kat Donovan para se deparar com uma fotografia que a perturba? Observava os perfis de um site de encontros amorosos
3. Qual destes livros não é do autor Harlan Coben? O Voyeur
4. Que órgão da imprensa afirmou que «Mais uma vez, Harlan Coben criou um enredo que se assemelha a uma bomba-relógio.»? Booklist

Note-se que este passatempo tinha uma particularidade facultativa: quem partilhasse o passatempo no Facebook, no seu mural e de forma pública, a participação era duplicada. Assim, quem participaria na posição 1 e cumprisse este requisito, participa com os números 1 e 2. O objectivo era divulgar o blogue aos amigos :)

E após um sorteio no random.org, a vencedora é:

298 - Celina Rodrigues (Bombarral)

Parabéns à vencedora!!! A todos os que tentaram mas não conseguiram, não desistam pois terei o maior prazer em fazer estes passatempos! Boa sorte e boas leituras para todos!

Para mais informações sobre o livro Sinto a Tua Falta, clique aqui
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quarta-feira, 11 de maio de 2016

V. C. Andrews - Heaven [Opinião]


Há uns tempos atrás, em conversa com uma amiga, esta sugeriu-me uma autora de seu nome V. C. Andrews. A Carla leu uma saga, a dos Dollanganger, saga esta que foi publicada na íntegra há muitos anos pela Círculo de Leitores. Há cerca de dois anos, foi editado o primeiro livro por cá pela Quinta Essência mas parece-me que a autora caiu no esquecimento.

No ano passado comprei todas as sagas de V.C. Andrews. Cá em Portugal publicaram três, cada uma com cinco livros.
Visto que já conhecia a história dos Dollanganger devido aos filmes, comecei a ler Heaven. Não sabia nada sobre o livro, até porque não consta a sinopse no mesmo, daí que foi uma enorme surpresa, com excepção de que, tal como Os Herdeiros do Ódio, Heaven trata-se de uma saga familiar com uma pesada carga emocional.

Heaven é o nome de uma menina, a narradora da história. Orfã de mãe, sente que o pai a despreza. Mas esta reacção de Luke Casteel é muito diferente para com os irmãos de Heaven. À primeira vista, Tom, Fanny, Jane e Keith são acarinhados pelos avós e pelo pai. A família mora num local onde a pobreza impera. Nem a comida prospera e as cinco crianças têm que aprender a crescer à força depois de um acontecimento trágico na família.

Dei cinco estrelas no Goodreads a esta obra. A razão prende-se com o facto de eu ter ficado chocada com algumas passagens. As crianças passam muito mal, nem comida têm e a irmã mais velha,  Heaven tenta orientar os irmãos nas ausências prolongadas do pai. Abalou-me muito aquela condição de vida tão complicada assim como o feitio de Fanny, que vem a desenhar-se ser problemático em livros futuros. Além disso, as futuras provações a que as crianças vão ser submetidas comoveram-me muito. 

Nas primeiras páginas, a difícil vida desta família difunde-se com a inocência das crianças, no entanto, há um acontecimento que vai mudar a vida dos miúdos, e que irei omitir, obviamente, a fim de trazer o mesmo impacto que experienciei aquando a leitura do livro. A trama é pausada, com uma acção morosa de início mas que, estranhamente, me sugou para aquele ambiente estranho. Nunca consegui desconfiar dos acontecimentos sucessivos, pelo que fiquei absorta uma série de vezes. E esse sentimento intensificou-se a partir do momento em que Heaven vai viver com Kitty e Cal.

O primeiro livro da saga, Heaven, compreende o período de idades da protagonista entre os 12/13 até aos 16/17. Ficará o resto da vida da protagonista para os outros livros. Já li três, vou falar dos mesmos em posts posteriores.

Em suma, para uma série escrita nos anos 80, creio ter sido bastante avant garde. Gostei mesmo muito do primeiro livro, promissor de uma série chocante que tenciono terminar no mês de Maio. Infelizmente são livros que estão esgotados. E a edição da Círculo de Leitores não é das melhores: tem uma letra minúscula e pouco espaçada. Valeria a pena serem reeditados. Isto é bom, muito bom! 


terça-feira, 10 de maio de 2016

Dolores Redondo - O Guardião Invisível [Opinião]


Sinopse: AQUI

Opinião: Li este livro numa outra edição da editora Divina Comédia mas actualizo a minha opinião em circunstâncias da publicação desta obra pela Planeta. Estou imensamente feliz! Estava a ver que era mais uma trilogia que ficava incompleta cá em Portugal. Obrigada pela aposta, Planeta!

O Guardião Invisível é, na minha opinião, uma obra riquíssima que vai além do policial. Agradou-me muito a componente de investigação dos homicídios das raparigas bem como aquele pano de fundo de Elizondo, uma terra junto aos Pirinéus. A título de curiosidade, aponto como verídica a fábrica Mantecadas Salazar, uma indústria que se dedica à confecção de doces regionais e que tem alguma importância na história.
Além disso, existem vários elementos alusivos ao folclore regional e misticismo, tornando a trama ainda mais rica. E as descrições do local são tão bonitas que fiquei com curiosidade de conhecer esta região basca in loco.

Apreciei estes elementos bem como a história, claro. Amaia Salazar está à frente da investigação do homicídio de jovens raparigas, todos com o mesmo modus operandi, mostrando uma riqueza de procedimentos forenses que muito me agradou. Gostei igualmente da descrição pormenorizada em que se encontravam os corpos.
Ao contrário do que é comum neste tipo de literatura, a protagonista não detém todo o interesse da história. Os dramas familiares desta bem como o das irmãs têm grande destaque. A pouco e pouco apercebemo-nos que a infância da inspectora não foi nada fácil e, apesar da desenvoltura da personagem na investigação, esta tem muitos traumas psicológicos que têm repercussões ainda no presente.

Daí que a investigação do crime toma proporções tão interessantes quanto o desvendar do passado de Salazar, proporcionando uma leitura ávida. O ritmo da trama é bastante célere ainda que a investigação policial mescle com uma componente de thriller psicológico riquíssima.

Dado que O Guardião Invisível é o primeiro volume de uma trilogia, sinto que não fiquei a saber o final desta história como gostaria. Há uma identificação positiva do homicida, no entanto, a narradora deixa no ar um destino para Amaia que gostaria de acompanhar.
Felizmente a Planeta publicará já para a semana O Legado dos Ossos para que possamos acompanhar o desenlace da nova condição da inspectora.

A título de curiosidade, este livro foi adaptado ao cinema e eu não vou, de maneira nenhuma, perder o filme que estreia este ano e se intitula El Guardián Invisible.

segunda-feira, 9 de maio de 2016

Sandra Brown - Caminhos Sombrios [Opinião]

Sinopse: AQUI

Opinião: Caminhos Sombrios entrou para o role dos livros preferidos de Sandra Brown. Esta autora proporciona-me sempre leituras emocionantes ainda que mescle uma componente de romance com o thriller
Já li todas as obras publicadas em Portugal até então e esta, decididamente, é uma das histórias que mais me cativou. Embora a minha percepção tenha mudado ao longo da leitura.
Passo a explicar: quando o iniciei, confesso que não me convenceu aquele cativeiro da protagonista feminina, Emory. Ela corria quando perdeu os sentidos e acordou numa cabana de um desconhecido. Inicialmente desconhecemos o seu nome, não obstante o personagem masculino ter um certo carisma.
Claro que este acontecimento despoleta tantos outros que são uma verdadeira surpresa. Mas a minha percepção inicial foi de algum cepticismo. À medida que a leitura avançava, este sentimento foi dando lugar a um entusiasmo pelo livro.

De facto, como balanço global, creio que Caminhos Sombrios é um dos melhores livros publicados por cá pela autora. A história é extremamente complexa mas escrita de uma forma tão fluída, que a leitura se torna bastante ávida. Os protagonistas acabaram por se destacar entre os demais casais nas várias obras da autora. Emory é pediatra e acaba por ajudar uma menina, numa situação bastante comprometedora ainda que se encontre numa condição de cativeiro. Quanto ao protagonista masculino, do qual pouco sabemos inicialmente (nem sequer o seu nome), como referi mostra algum carisma. Além disso, parece ser este o antagonista da história. No entanto, Brown já nos habituou a personagens de contornos duvidosos. A fronteira entre o vilão e o antagonista difunde-se.
Por isso, o (inesperado) antagonista da história também é, ele próprio, um ego marcante. Mais não conto, deixo convosco o prazer de escrutinar o vilão nesta história.

O cenário e o ambiente da cabana ajustam-se bem à trama, conferindo uma sensação palpável de isolamento e desconfiança. A trama está muito bem pensada. Não é por acaso que Emory vai parar àquela cabana, que acaba por ajudar aquela menina e envolver-se, posteriormente, numa montanha russa de revelações. Todas as personagens têm algo a esconder e a mais óbvia que seria "o homem sem nome" acaba por ser a mais sincera. 
A história surpreendeu-me diversas vezes sem que estivesse à espera.

Em suma, dos melhores livros que li da autora! Fico a aguardar que o próximo seja assim tão fantástico. Gostei mesmo muito!



quarta-feira, 4 de maio de 2016

Passatempo Editorial Presença: Harlan Coben - Sinto a Tua Falta


Desta vez, e em parceria com a Editorial Presença, a menina dos policiais tem para sortear um exemplar do livro Sinto A Tua Falta de Harlan Coben. Para participar no passatempo tem apenas de responder acertadamente a todas as questões seguintes.
São mantidos os moldes do passatempo anterior: a partilha do passatempo numa rede social, pública, garante ao participante mais uma entrada válida!

Regras do Passatempo:

- O passatempo começa hoje, 4 de Maio de 2016 e termina às 23h59 do dia 15 de Maio de 2016.
- O participante vencedor será escolhido aleatoriamente.
- O vencedor será contactado via e-mail.
- O blogue não se responsabiliza por extravios dos CTT.
- Apenas poderão participar residentes em Portugal e só será permitida uma participação por residência.
- Se precisarem de ajuda podem consultar aqui

Só me resta desejar boa sorte aos participantes!!! :)

Para mais informações sobre o livro Sinto a Tua Falta, clique aqui
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domingo, 1 de maio de 2016

Bret Easton Ellis - Psicopata Americano [Divulgação Marcador]


Data de publicação: 4 Maio 2016

               Título Original: American Psycho
               Preço com IVA: 21,50
               Páginas: 456
               ISBN: 9789897542442 

Sinopse: «Breat Easton Ellis é um grande, grande escritor, (e) "Psicopata Americano" é um romance importante, belo, controlado e cuidado. A função do escritor é observar o progresso da nossa cultura; e elefá-lo brilhantemente. Um livro de referência.»The Washington Post «O primeiro romance, em muitos anos, que pega nos profundos temas de Dostoiévski. (Ellis) mostra aos escritores mais velhos como se escreve um livro.» Norman Mailer, Vanity Fair Uma obra que é a narrativa de um tempo –os anos oitenta, nos Estados Unidos –e um retrato inclemente e humorístico, cruel e pateta, emocionante e repulsivo dehumorístico, cruel e pateta, emocionante e repulsivo da natureza à luz da civilização ocidental. A tudo isto acrescem as referências à cultura das celebridades e ao estilo de vida superficial e ganancioso dos tempos modernos. É um espelho daquilo em que estamos a tornar-nos (ou que já somos), um espelho de feira popular, que nos distorce, encolhe e exagera, mas não deixa de refletir o Homem que Dostoiévski anuncia na epígrafe deste livro: «Ele representa uma geração que ainda está viva, e entre nós, nos dias que passam.»