segunda-feira, 10 de outubro de 2016

Passatempo Editorial Presença: Robert Galbraith - A Carreira do Mal


Desta vez, e em parceria com a Editorial Presença, a menina dos policiais tem para sortear um exemplar do livro A Carreira do Mal de Robert Galbraith. Para participar no passatempo tem apenas de responder acertadamente a todas as questões seguintes.
São mantidos os moldes do passatempo anterior: a partilha do passatempo numa rede social, pública, garante ao participante mais uma entrada válida!

Regras do Passatempo:

- O passatempo começa hoje, 10 de Outubro de 2016 e termina às 23h59 do dia 16 de Outubro de 2016.
- Os participantes deverão ser seguidores do blogue (fazer login na caixa dos seguidores na barra direita do blogue)
- O participante vencedor será escolhido aleatoriamente.
- O vencedor será contactado via e-mail.
- O blogue não se responsabiliza por extravios dos CTT.
- Apenas poderão participar residentes em Portugal e só será permitida uma participação por residência.
- Se precisarem de ajuda podem consultar aqui

Só me resta desejar boa sorte aos participantes!!! :)

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quinta-feira, 6 de outubro de 2016

Delphine de Vigan - A Partir de Uma História Verdadeira [Opinião]


Sinopse: AQUI

Opinião: O livro foi publicado em Maio mas passou-me completamente ao lado. A capa não me deixava avistar que estava perante um thriller psicológico alicerçado sobre a obsessão. A trama, essa, é muito ao jeito do afamado Misery de Stephen King. Aliás, na obra encontramos alguns menções ao autor, em jeito talvez de tornar mais aterradora a situação da narradora, uma escritora chamada Delphine, dando a sensação de um registo autobiográfico.

De acordo com a autora, há uma fã que tenta a todo o custo, tornar-se íntima de Delphine. O que de inicio aparenta ser uma situação comum, rapidamente se torna assombrosa a presença de L. na vida da autora. Para mim, o elemento mais desconcertante reside neste facto: na dúvida se esta situação terá ou não derivada de uma situação verídica. Pois na minha opinião, a história é contada de uma forma tão convincente que acreditei que tal situação terá de facto acontecido a Delphine.

O ponto menos forte da trama é a forma como alia uma série de clichés. Fez-me lembrar, várias vezes, a obra de King já referida, não obstante na minha opinião, esta história ser contada de uma forma mais refinada. Apesar da semelhança entre as histórias, foi inevitável a forma como fui sugada para a trama de Delphine pois se há tema que me fascina ver retratado em literatura ou cinema é a obsessão e a maneira como esta conduz as pessoas a agir de forma repreensível. 
E de facto a amizade com contornos tóxicos entre a escritora e L. dá que pensar no quão temível pode ser um relacionamento. Até ao final fiquei na expectativa sobre quais seriam os limites das acções de L., surpreendendo pelos requintes de malvadez gradualmente revelados. E a dúvida persiste: esta situação terá, de facto, acontecido mesmo? 

Sendo Delphine uma autora conceituada em França, apraz-me muito que tenha sido retratado o universo dos escritores e livros. A minha percepção é que contactei directamente com um escritor e acompanhei os seus dilemas sentidos após a publicação de um bestseller e a pressão associada em escrever uma obra similar. 
Já a caracterização de L., a suposta antagonista da história, deixa uma sensação constante de dubiedade. Por mais que tentasse prever, não conseguia visualizar os limites de L.. Daí a trama me ter impressionado e até chocado uma série de vezes. Não só pela maldade dessimulada da personagem que contrastava claramente com a inocência e a boa fé de Delphine que acreditou, até tardiamente, na boa influência de L. na sua vida.

Creio que falei um pouco demais sobre a minha percepção do livro mas não faria sentido não explicitar a montanha russa de sensações que este livro desperta no leitor. Não obstante, e volto a frisar, ser semelhante à obra Misery de Stephen King e, consequentemente, não ser uma obra original. Certo é que me envolveu por completo no desenvolvimento de uma relação de amizade tóxica de consequências aterradoras. 
Muito bom!


quarta-feira, 5 de outubro de 2016

Robert Galbraith - A Carreira do Mal [Divulgação Editorial Presença]


Data de publicação: 6 Outubro 2016
  
               Título Original: Career of Evil
               Tradução: Ana Saldanha
               Colecção: Grandes Narrativas #645
               Preço com IVA: 21,90
               Páginas: 528
               ISBN: 9789722358866

NOVO ROMANCE POLICIAL DO DETETIVE CORMORAN STRIKE DE ROBERT GALBRAITH, PSEUDÓNIMO DE J.K. ROWLING

Sinopse: Quando recebe um misterioso embrulho, Robin Ellacott fica horrorizada ao descobrir que lá dentro se encontra a perna de uma mulher.
O seu chefe, o detetive privado Cormoran Strike, mostra-se menos surpreendido mas está igualmente alarmado. Strike calcula que quatro pessoas do seu passado possam ser os responsáveis e sabe que qualquer uma delas é capaz de semelhante brutalidade.
Com a polícia concentrada num suspeito que Strike considera não ser o culpado, este e Robin decidem investigar os mundos sombrios e retorcidos dos restantes três suspeitos. No entanto, à medida que se desenrolam mais acontecimentos macabros, o tempo esgota-se...
Um enredo intrincado e complexo, repleto de desenvolvimentos inesperados, A Carreira do Mal é também uma história comovente de um homem e de uma mulher que se deparam com uma encruzilhada pessoal e profissional. Não será capaz de largar este livro.

Sobre o autor: Robert Galbraith é o pseudónimo de J.K. Rowling, autora bestseller da série juvenil Harry Potter e do romance Uma Morte Súbita. 
A Carreira do Mal é o terceiro livro da largamente aclamada série policial que tem Cormoran Strike como protagonista. Quando o Cuco Chama foi publicado em 2013 e O Bicho-da-Seda em 2014.
Os livros de Robert Galbraith dedicados a Cormoran Strike serão adaptados para uma série da BBC One, produzida pela Brontë Film and Television.

Imprensa
«Uma leitura empolgante que o manterá acordado toda a noite.»
Observer

«Um thriller inteligente e viciante.»
Sunday Mirror

«Esperemos que o sarcástico Cormoran Strike esteja para durar.»
The Independent 

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A Rapariga no Comboio [Opinião Cinematográfica]


Ontem foi dia de antestreia. Eu e o meu marido fomos ver A Rapariga no Comboio, filme baseado no livro homónimo de Paula Hawkins. Eu já lera o livro aquando o seu lançamento (poderão ler a minha opinião da obra aqui), contudo o Ricardo ia em branco, resultando em duas opiniões contrastantes. Vou explicar, sobretudo, os meus pontos de vista. 

Quem leu a obra, sabe que a mesma é escrita sob três POV, nomeadamente Rachel, Anna e Megan e que a acção se desenrola em diferentes momentos cronológicos. A primeira parte do filme manteve esta estrutura, identificando devidamente os POV, aludindo aos diferentes flashbacks da história. Verifiquei que, posteriormente, esta metodologia é abandonada e a história é contada de forma mais fluída. Desconheço se o realizador manteve esta fórmula do livro, numa fase inicial, para identificar imediatamente as personagens ou se era para manter esta estrutura tão particular da obra. Se a intenção do realizador era esta última, então, na minha opinião, não faz sentido uma vez que os POV só surgem na parte inicial do filme ao passo que no livro, os aludidos POV estão presentes do início ao fim.

Considero que o filme é bastante fiel ao livro. Apenas não me recordava se a personagem Martha era fulcral para que Rachel juntasse as peças do puzzle. 
Não obstante, valorizo que tenham mantido a essência da história bem como das personagens. Creio que são estas o elemento diferenciador (e talvez perturbador) da obra.

Vi algures na internet, fãs que condenavam o papel de Emily Blunt como Rachel. Sou-vos sincera, não conheço bem a filmografia da actriz britânica, mas ela respondeu às minhas expectativas como a Rachel que eu idealizara: uma mulher triste e desesperada, consequências da sua relação com o álcool. Desconhecia as outras actrizes do elenco mas creio que tanto a intérprete de Megan como a de Anna, estiveram à altura do desafio.

As quase duas horas do filme passaram a voar.  No que concerne à primeira parte na qual houve uma metodologia diferente, confesso que estranhei um pouco a forma como o filme se iniciou. Posteriormente, creio que a história flui de uma forma muito mais natural. Congratulo as actuações, com especial ênfase a de Rachel que é uma personagem bastante disfuncional e requer uma dose esmagadora de dramatismo de forma a passar para o espectador aquela carga tão negativa que é atribuída à personagem no decorrer da trama do livro. 

Em suma, considerei o filme interessante, especialmente o último terço do mesmo, no qual se desenrolam os momentos finais de grande tensão até ao clímax. Faz jus ao livro. Gostei! 

John Sandford - O Homem do Gelo [Divulgação Marcador]


Data de publicação: 6 Outubro 2016
  
               Título Original:
               Preço com IVA: 18,50€
               Páginas: 352
               ISBN: 9789897541612

Sinopse: É inverno nos bosques remotos e escuros do Wisconsin. Mas os arrepios sentidos pelo xerife local nada têm que ver com o frio da estação. A extravagância do crime que tem em mãos é nova para ele: um homem, uma mulher, uma criança, assassinados com um machete; e as cinzas da casa queimada espalham-se sobre o gelo e a neve.
Em desespero, o xerife recorre à ajuda de Lucas Davenport, um agente policial introvertido que tem uma cabana nas redondezas. Davenport aceita o convite com relutância, mas não tardará a ter motivos para lamentar tal decisão. Ao perscrutar as cinzas do caso, emergem outros crimes chocantes. Torna-se claro que o mal anda à solta naqueles bosques, um mal que lhe é estranho mas que está, ao mesmo tempo, mais perto do que ele imagina.
O Homem do Gelo é o inimigo mais determinado que Lucas Davenport alguma vez enfrentou – um serial killer decidido a cobrir com sangue o seu trilho implacável. Neste romance de cortar a respiração, o escritor John Sandford volta a criar um suspense quase insuportável, enquanto aguardamos pelo ataque da faca afiada do Homem do Gelo.

Sobre o autor: John Sandford nasceu com o nome John Camp em 24 de Fevereiro de 1944, em Cedar Rapids, no Iowa. Frequentou escolas públicas de Cedar Rapids e concluiu o liceu na Washington High School em 1962. Esteve no exército dos EUA entre 1966 e 1968, trabalhou como repórter no Cape Girardeau Southeast Missourian entre 1968 e 1970, e regressou à Universidade do Iowa em 1970–1971, para tirar um mestrado em Jornalismo. Trabalhou como jornalista para o The Miami Herald entre 1971 e 1978, e depois para o St.Paul Pioneer-Press entre 1978 e 1990; em 1980 foi finalista do prémio Pulitzer, que veio a vencer em 1986 com uma série de reportagens sobre a crise agrícola no Midwest estadunidense. 
Escreve thrillers desde 1990. Também publicou dois livros de não-ficção, um sobre cirurgia plástica e outro sobre arte. É o principal nanciador de um grande projecto de arqueologia no vale do Jordão, em Israel, com sítio na Internet em www.rehov.org. Além da arqueologia, interessa-se muito por arte (pintura) e fotografia. Também caça e pesca.

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 Opinião AQUI










 

segunda-feira, 3 de outubro de 2016

Ellery Queen - O Mistério dos Fósforos Queimados [Divulgação Colecção Vampiro]


Data de publicação: 6 Outubro 2016
  
               Título Original: Halfway House
               Tradução: Wilson Velloso
               Preço com IVA: 7,70€
               Páginas: 304
               ISBN: 9789723829587

O sexto título da renovada coleção Vampiro é O Mistério dos Fósforos Queimados, de Ellery Queen, e chega às livrarias a 6 de outubro.
Escrito em 1936, O Mistério dos Fósforos Queimados é uma das mais fascinantes obras de Ellery Queen, assente numa lógica dedutiva espantosamente conduzida, uma história de investigação em que para descobrir o assassino a primeira questão que o escritor-detetive terá de solucionar é quem foi o assassinado.
Um dos admiradores deste livro foi Jorge Luis Borges: «cumpre com os principais requisitos do género policial: apresentação de todos os aspetos do problema, economia de personagens e recursos, primazia do “como” sobre o “quem”, resolução necessária e maravilhosa, mas não sobrenatural.»

Sinopse: O homem conhecido como Joseph Kent Gimball era uma figura de proa da fulgurante alta-roda nova-iorquina que se passeava pelas ruas de Manhattan na companhia da sua elegante mulher. O homem conhecido como Joe Wilson poderia muito bem ser apresentado como o epítome da classe média americana, com a sua casa, esposa, cão e relvado para cortar ao fim de semana num modesto subúrbio de Filadélfia. Tudo indicaria que Gimball e Wilson nunca se viriam a cruzar – não fora o caso de os dois habitarem o mesmo corpo. E um corpo que acabaria por ser encontrado cadáver numa Casa de Recuperação a meio caminho entre as suas duas vidas.

Sobre o autor: Ellery Queen é o pseudónimo conjunto de Frederic Dannay (de seu verdadeiro nome Daniel Nathan, nascido em 1905 e falecido em 1982, em Nova Iorque) e do seu primo Manfred B. Lee (Manford Lepofsky, também nascido em 1905 e falecido em 1971, naquela mesma cidade). Ambos com experiência em publicidade e leitores ávidos das histórias de Sherlock Holmes, a dupla escreveu o seu primeiro romance, O Mistério do Chapéu Romano, em 1929, apresentando então o detetive Ellery Queen, ele próprio escritor de romances policiais, formado em Harvard, dono de uma genialidade tão grandiosa quanto a sua arrogância. Até 1971, Ellery Queen foi autor e herói de mais de trinta romances, numerosas novelas, peças radiofónicas, filmes e séries de televisão.

Já na coleção Vampiro:
No. 1: Os Crimes do Bispo, de S.S. Van Dine
No. 2: Vivenda Calamidade, de Ellery Queen
No. 3: O Falcão de Malta, de Dashiell Hammett
No. 4: O Imenso Adeus, de Raymond Chandler
No. 5: Picada Mortal, de Rex Stout

S. K. Tremayne - A Criança de Fogo [Divulgação TopSeller]


Data de publicação: 3 Outubro 2016
  
               Título Original: The Fire Child
               Preço com IVA: 17,69€
               Páginas: 352
               ISBN: 9789898849205

Sinopse: Com a família, ela aprendeu a conviver com as ilusões. Mas até quando conseguirá manter a mentira?
Ao casar com David, Rachel sente que a sua vida se aproxima da perfeição. Troca a agitação londrina pelo vale encantador de Carnhallow, na Cornualha, e encontra, finalmente, paz e um amor vibrante, além de se tornar madrasta de uma criança adorável, Jamie.
Mas cedo se desvanece o cenário idílico. Jamie demonstra comportamentos estranhos, fazendo previsões alarmantemente reais, e revelando que Nina, a sua falecida mãe e primeira mulher de David, ainda vive entre eles, naquela casa.
Assombrada por esta história e pelos seus próprios fantasmas, Rachel começa a remexer no passado pesaroso daquela família…

Sobre o autor: S. K. Tremayne é jornalista e escritor. Nasceu em Inglaterra, em 1963, e estudou Filosofia na University College London. Como jornalista escreveu para o Times, o Daily Mail, o Sunday Times e o Guardian. Em 2013 tornou-se blogger e comentador para o Daily Telegraph, no Reino Unido. Vive em Londres e tem duas filhas.

Anteriormente publicado
 

sexta-feira, 30 de setembro de 2016

Spook-a-Thon 2016


Olá olá!
Este post, meu caros seguidores, é diferente dos que costumo escrever aqui na Menina dos Policiais. Estou a divulgar uma maratona organizada pela Elsa do canal Ordem D´Avis e pela Filipa do filipab0oks. Fã de terror como sou, não podia deixar escapar uma maratona que celebra essa época fantástica que é o Natal oooops, o Halloween!

Temos desafios: ora cá estão eles!

1. Livro com capa ou título que te assuste
O Exorcista. Toda a gente conhece a história pois viu o filme mas e o livro? Tenho algumas expectativas e é consensual: a capa é mesmo assustadora!

2. Livro que tenha uma história com fantasmas, bruxas, fadas ou outras criaturas fantásticas
Confesso que foi difícil encontrar um livro para esta categoria mas lá me lembrei de um que tenho há anos e que nunca li. Supostamente é sobre fantasmas (pelo menos no Goodreads falava de ghosts vamos ver...). É A Casa das Almas Perdidas de F.G. Cottam.

3. 13º livro da estante/ biblioteca/ livraria
Pedi ao meu marido que dispusesse as pilhas dos livros prioritários numa ordem aleatória e o 13º corresponde ao... Carrasco do Medo de Chris Carter.

4. Ler um conto de Edgar Allan Poe ou uma lenda portuguesa: Vou ler uma lenda portuguesa porque o livro do Allan Poe que tenho já o li. Então encontrei um ebook de recolha de lendas e narrativas de Alexandre Herculano. Provavelmente vou ler A Dama Pé de Cabra.

5. Escolhe um livro da tua estante, tira uma foto do livro, coloca na foto objectos que mostrem aos outros leitores, sobre o que trata o livro (desafio obrigatório)!
Vou pensar nisto com muita calma.

6. Sabes aquele livro que viste na estante de alguém e tinhas pensado em nunca ler? Pega nele e lê.
Este também vai ser difícil...A única estante que vejo com frequência (e que por acaso até está repleta de livros que não penso ler) é a do marido mas muito sinceramente não me apetece ler um livro de Olisipografia ou Egiptologia nesta época... hummm
Olha! Sempre posso ler o Harry Potter ou o Recruta. São livros que costumo levar aos meus alunos mas este ano ainda não tive grande disponibilidade de fazer biblioteca com eles, pelo que tenho esses livros algures cá por casa. Hummm

7. Escolhe uma frase ou citação de um livro que leste recentemente, escreve-a aqui na spook-a-thon ou noutra rede social. Explica aos leitores porque escolheste essa citação (desafio obrigatório)!
Mais um desafio ao qual não tenho resposta de momento...

8 Lê um livro de fantasia de um autor português
David Soares. What else? :)  

 

A Estante está mais cheia [Setembro 2016]


Mais um mês que termina e com ele, um punhado de novos habitantes na estante. Uma Morte Conveniente veio da Dom Quixote e da Leya, mais concretamente da Quinta Essência, chegou Gritos Silenciosos. O Carrasco do Medo de Chris Carter e O Samaritano de Mason Cross vieram da TopSeller. 
Dia 1 fui à rentrée da Bertrand e saí de lá com um saco repleto de novidades. O que mais me agradou foi, indubitavelmente, Santuário. Mais tarde recebi O Exército Perdido. Obrigada, Bertrand Editora! Pecado Mortal foi ofertado pela Porto Editora. O outro vampiro foi oferecido pela querida Anita.
Da Individual chegou cá a casa, sem que eu esperasse, Valquiria a fugitiva, Baker´s Magic e o segundo da série Deuses de Dois Mundos, que coloquei de lado por não ter o primeiro e quiçá ser sorteado no blogue um dia destes.
A Rapariga do Calendário chegou da Planeta. Dia 19 tive o prazer de ir a um cocktail com a finalidade de conhecer a autora, pelo que fiquei ainda mais curiosa com o resto da série!
A Terapeuta chegou da Marcador e finalmente Tens Coragem veio da Saída de Emergência. Às editoras parceiras endereço os meus agradecimentos.
A pergunta "Como se mata um lobisomem?" no MotelQuiz valeu-me o Metro 2033.
Comprei os livros do Dick Haskins a 50 cêntimos cada na papelaria e Ashley Bell de Dean Koontz foi a compra mais cara do mês.

E os meus caros leitores? Como correu o vosso Setembro?

Audrey Carlan - A Rapariga do Calendário 2 [Opinião]


Sinopse: A jornada de Mia Saunders, acompanhante por força das circunstâncias, continua neste segundo volume de A Rapariga do Calendário! Nos três meses que se seguem, Mia viaja para Boston, Oahu e Washington DC.
Em Abril, faz-se passar pela namorada do mulherengo Mason Murphy, um jogador de basebol profissional que precisa de melhorar a sua imagem, e acaba por descobrir que ele não é exactamente aquilo de que estava à espera.
Maio encontra Mia a incendiar o sangue de Tai Niko, modelo fotográfico e intérprete da dança do fogo samoano, enquanto participa numa campanha publicitária que tem como objectivo demonstrar que a beleza não é uma questão de tamanho.
Em Junho, a missão de Mia é servir de enfeite de braço a Warren Shipley, membro do grupo conhecido como Um por Cento. Enquanto finge ser uma caçadora de fortunas, descobre que Warren tem de facto um coração de ouro. Pena é que o atraente filho, Aaron, senador pela Califórnia, não seja em nada parecido com o pai.

Opinião: Como sabeis, é raro enveredar por este estilo de livros mas uma época de saturação que coincidiu com o início atribulado de um ano lectivo, pediu por um livro mais leve. E devo confessar que a oportunidade em conhecer a autora no passado dia 19, num cocktail organizado pela editora Planeta teve um grande peso.
Gostei bastante do livro anterior. Creio que a concepção de aventuras mensais por parte de Mia foi um conceito arrojado, permitindo ler sobre a protagonista em várias situações. Findo o segundo livro, passa metade do ano e reconheço que as seis histórias até então são bastante diferentes entre si, tendo elementos que são importantes. Falo, claro, de Wes. O personagem masculino, detentor de um importante papel logo no mês de Janeiro, continua a ter alguma relevância embora seja o francês Alec quem dê cartas novamente no segundo volume. Wes, no entanto, não ficará esquecido.

Não obstante a repetição de personagens masculinos, em cada mês permitiu-nos conhecer uma nova situação, aliando a si, uma nova lição para Mia. Gostei da moral por trás de cada história e, se tiver que escolher um mês que mais tenha gostado deste livro, escolheria talvez o Maio. Já explico porquê.

O primeiro destino, logo no mês de Abril, é Boston e com ele uma personagem masculina aliada ao basebol. A história acaba por ser divertida embora aborde um tema ao qual sou muito sensível: o cancro da mama.
Todavia, foi em Maio que fiquei rendida. A viagem até ao Hawai onde conhecemos Tai (diria que a personagem masculina mais marcante do segundo livro) é verdadeiramente deliciosa e a história é bastante sensual. É neste mês que se desenrola um acontecimento fulcral em torno da irmã e considero que tão importante como a actividade profissional de Mia é a relação familiar abordada.
Junho foi provavelmente o mês mais sério por ter lugar em Washington, tendo como figura central um político. Contudo, a história foi, uma vez mais, bastante interessante, resultando numa lição de vida importantíssima.
Volto a realçar a importância destas pequenas morais no final de cada conto, destacando a série A Rapariga do Calendário dos demais eróticos em que predominam as cenas sexuais.

Gostei deste volume, embora tenha a percepção de que as personagens Wes, Alec e Anthony Fasano (este último por razões diferentes) tenham sido mais marcantes. Vá, doravante a juntar-se a este leque considerarei o Tai também.
Não obstante é uma série inovadora no género erótico, bastante sensual e audaz. E acrescento, escrita por uma autora simples e amorosa. Na estante já consta o terceiro para ler e a melhor notícia é que para a semana já podemos encontrar nas livrarias o derradeiro volume das aventuras de Mia.