segunda-feira, 1 de outubro de 2018

S.K. Tremayne - A Menina do Bosque [Divulgação TopSeller]


Data de publicação: 1 Outubro 2018

               Título Original: Just Before I Died
               Preço com IVA: 17,69€ 
               Páginas: 320
               ISBN: 9789898917386

Sinopse: Todos os pássaros, tantos, todos eles estão mortos.
Confirmei.

Lyla tem 9 anos. Já está habituada a que os adultos não a levem a sério. Costuma ficar em silêncio por longos momentos sem que ninguém lhe consiga arrancar uma palavra. Ou fala por enigmas, difíceis de entender. A maioria dos temas são-lhe desconfortáveis, e tem muita dificuldade em fazer amigos. Os pais tentam ser compreensivos, mas nem sempre conseguem. Lyla prefere correr e dançar pelo bosque com os seus dois cães, os seus melhores amigos. Eles também gostam de andar livres e sem terem de responder a perguntas.
Até que acontece o acidente.
Quando o carro da mãe se despista e esta sobrevive milagrosamente, a vida de todos muda. Mas Lyla sabe que algo mais aconteceu e tenta explicar que as coisas não são assim tão simples.
Há um homem. Um homem que está sempre lá.
Mas ninguém acredita.
Ninguém entende.

Sobre o autor: S. K. Tremayne é jornalista e escritor. Nasceu em Inglaterra, em 1963, e estudou Filosofia na University College London. Como jornalista escreveu para o Times, o Daily Mail, o Sunday Times e o Guardian. Em 2013 tornou-se blogger e comentador para o Daily Telegraph, no Reino Unido.
Vive em Londres e tem duas filhas.

Imprensa
«Uma história fantástica que irá tecer um feitiço arrepiante sobre o leitor.» 
Cass Green, autora bestseller de A Casa na Floresta



domingo, 30 de setembro de 2018

Cara Hunter - Perto de Casa [Divulgação Editorial Porto Editora]


Data de publicação: 4 Outubro 2018

               Título Original: Close to Home
               Tradução: Cláudia Ramos
               Preço com IVA: 17,70€ 
               Páginas: 320
               ISBN: 9789720031310

Britânica Cara Hunter estreia-se na Porto Editora com um thriller viciante

É o pior pesadelo de uma família: um filho desaparecer de casa sem deixar qualquer rasto. E é o que acontece aos Mason, quando a pequena Daisy, de apenas oito anos, desaparece durante uma festa de família.


Perto de Casa, thriller de estreia de Cara Hunter, é publicado pela Porto Editora no próximo dia 4 de outubro e transporta os leitores para o centro da busca por essa criança.
Adam Fawley, Inspetor-Chefe responsável pela investigação deste caso, sabe que o tempo não corre a seu favor e também que, em 90% destes desaparecimentos, o responsável é alguém que a vítima conhece muito bem. Mas Perto de Casa toda a gente tem segredos e opiniões, apesar de dizerem que não sabem o que se poderá ter passado.
 

Esta trama veloz e intrigante, conduzida magistralmente pela autora, é o primeiro dos títulos protagonizados por este Inspetor-Chefe.
Com um livro inquietante até à última página, distinguido pelo Richard and Judy Book Club como um dos thrillers de 2018, Cara Hunter justifica o sucesso que esta série está a ter no Reino Unido.

Sinopse: Como pode uma criança desaparecer sem deixar rasto?
A noite passada, Daisy Mason de oito anos, desapareceu enquanto decorria uma festa de família. Ninguém viu, ouviu ou percebeu o que quer que fosse, ou pelo menos, é o que todos dizem.
O Inspetor Adam Fawley está a tentar manter o espírito aberto, mas ele sabe que nove em dez vezes, o responsável é alguém que a vítima conhece muito bem.
Alguém está a mentir. E o tempo está a esgotar-se.

Sobre a autora: Cara Hunter é uma escritora que vive em Oxford, numa rua não muito diferente das que são descritas nos seus thrillers. Perto de Casa é a estreia de uma série protagonizada pelo detetive Adam Fawley.

Imprensa
«Hunter faz um trabalho magistral ao construir um clima de tensão e a manter o leitor a conjeturar até ao fim do livro»
Publishers Weekly

«Perto de Casa é um policial de ritmo avassalador com mais reviravoltas do que uma montanha russa»
Richard and Judy Book Club

 

Camilla Läckberg - A Menina na Floresta [Opinião]


Sinopse: AQUI

Opinião: Com cerca de 700 páginas, A Menina na Floresta será, decerto, o livro mais longo e complexo que já li da autora sueca Camilla Läckberg. 
Uma vez que O Domador de Leões fora publicado há sensivelmente dois anos, confesso que esta espera foi algo penosa e Camilla Läckberg nunca me saiu da retina. Foi, portanto, com grande entusiasmo e expectativa que iniciei esta leitura.

Como decerto os fãs da autora saberão, a série tem sido acarinhada não só devido às investigações policiais - que são diferentes a cada volume - como através do acompanhamento da narrativa mais romanesca, sobretudo respeitante às dinâmicas familiares entre Erica e Patrik e os seus filhos, Maja e os gémeos Anton e Noel. Estas interacções expandem-se para personagens secundários que, ainda que não tenham um papel tão preponderante como o do casal protagonista, a pouco e pouco instalam-se nos nossos corações devido à empatia que transmitem. Sobre esta componente, a que se relaciona com a vida pessoal dos personagens, pouco posso adiantar. Só não me agradou o facto de nem todas as personagens terem um destino feliz como o do casal protagonista, e até me apoquenta que algumas situações sejam um pouco trágicas, como foi o caso do jovem detective Martin narrado em livros antecessores.

No que concerne à componente policial, esta debruça-se sobre o desaparecimento de uma criança de 4 anos numa quinta onde, outrora, desaparecera uma outra menina da mesma idade. Ora perante dois crimes que, aparentemente, partilham alguns elos de ligação, tentei, desde cedo, tecer uma teoria que pudesse explicar o encadeamento de ambos os acontecimentos.
Numa fase precoce da trama somos então confrontados com o que realmente aconteceu a Nea, embora, a meu ver, as reviravoltas do enredo se prendam com os contornos da investigação deste estranho desaparecimento. 

Há pouco caracterizei esta obra como complexa sem explicar devidamente porquê. A subtrama, já rica em detalhes sobre a investigação, multiplica-se em pequenas subtramas que abordam temáticas como cyberbulling, negligência parental ou o trato dos imigrantes, facto que de correlaciona com os actuais fenómenos de exclusão social. Ainda que não tenha havido, no meu entender, um aprofundamento destas temáticas - sob o risco de estender ainda mais o número de páginas da obra - creio que, mesmo assim, a abordagem foi bastante interessante.

Não obstante o facto de a autora usar praticamente a mesma fórmula nos seus livros, alternando as várias acções temporais, Läckberg revelou alguma audácia em elaborar uma subtrama que se alicerça em casos de bruxaria ocorridos no século XVII. Não me recordo de um salto temporal tão distante para com a subtrama da actualidade nos seus livros anteriores. A autora menciona ainda, nas suas considerações finais, que estes trechos decorreram após muita pesquisa e eu, muito sinceramente, não vislumbrei qualquer relação entre a temática da bruxaria do século XVII com a trama principal ocorrida na actualidade pelo que, a meu ver, esta subtrama poderia ser perfeitamente dispensável. 
Creio que, por esse motivo, este obra será das poucas da autora à qual não atribuí a cotação máxima no Goodreads.

Senti-me, uma vez mais, completamente desolada com o desfecho da história, realçando mais um acontecimento trágico no seio familiar da protagonista. Virei a última página já com uma nostalgia a instalar-se. Pelo que pude apurar, o lançamento dos títulos desta autora, da parte da Dom Quixote, já acompanha a edição das obras da autora lá fora e, como tal, avizinha-se mais uma longa espera pelo próximo livro.

Em suma, ainda que não tenha apreciado totalmente alguns contornos referentes à vida pessoal das personagens da série - assim como a subtrama que se desenrola no ano de 1672, devo dizer que foi uma história que, em termos gerais, me agradou muito. Adorei rever a família de Erica, bem como os personagens colegas de Patrik. São, decididamente, personagens que deixarão saudades enquanto aguardamos por mais um título desta série.


Alex Dahl - O Rapaz à Porta [Divulgação Planeta]


Data de publicação: 2 Outubro 2018

               Título Original: The Boy At The Door
               Preço com IVA: 18,85€ 
               Páginas: 336
               ISBN: 9789897771248

Um thriller profundo, inteligente e obscuro. Uma história viciante com um fim surpreendente.
É impossível parar de ler esta história de segredos de família que mantém o suspense até ao fim.
Com uma caracterização das personagens excepcional e uma tensão extraordinária.
O Rapaz à Porta tem um toque de policial nórdico e um pano de fundo numa pacífica cidade escandinava, onde a violência nunca aconteceu, em que uma rede de mentiras tão densa, que quase se torna impenetrável, irá abalar não só a cidade como também a comunidade.

Sinopse: Ela tem a vida perfeita. Ele não tem lá lugar. O que seria capaz de fazer para ter a vida perfeita? Mentiria? Enganaria? Ou... mataria?
Cecilia Wilborg tem a vida perfeita: um marido atraente, duas bonitas filhas e uma grande casa em Sandefjord, uma cidade que parece tirada de um bilhete-postal. Ela esforça-se para manter tudo como está, pois um erro do passado pode destruir-lhe o presente.
Annika Lucasson vive uma vida sombria com o namorado abusivo e traficante de drogas. Já perdeu tudo muitas vezes e agora tem uma última oportunidade de se salvar, graças a Cecilia. Mas, Annika conhece o seu segredo e o que Cecilia está disposta a fazer para que tudo acabe.
Então aparece Tobias, um rapaz de oito anos, sozinho e sem amigos. Mas que ameaça fazer desmoronar o mundo de Cecilia. O quer ele dela?

Sobre a autora: Alex Dahl nasceu em Oslo.
Tem um bacharelato em Linguística Russa e Alemã e um mestrado em Escrita Criativa pela Bath Spa University. Vive entre Londres e Sandefjord.

Imprensa
«Dahl delineia sem piedade o preço de viver numa sociedade que insiste em que as mulheres devem apenas tentar ser mulheres e mães perfeitas em paralelamente com carreiras de êxito também, ou serão levadas a sentir que nunca são boas o suficiente.»
Publishers Weekly

«Uma teia emaranhada, magistralmente construída e a receita certa para os fãs do género.»
Booklist

«Atmosférico e muitíssimo bem escrito... combina personagens complexas e credíveis com um enredo de partir o coração e de nos levar ao limite.»
Mary Torjussen

«Esplêndido, impressionante... um enredo extraordinário; intrincado e complexo com segredos sombrios surgindo inesperadamente. Uma história viciante com um fim surpreendente.»
Alexandra Burt, autora best-seller de Remember Mia e The Good Daught


terça-feira, 25 de setembro de 2018

Olivier Truc - Quarenta Dias Sem Sombra [Opinião]



Sinopse: AQUI

Opinião: Recordam-se da autora Asa Larsson cujos romances policiais tinham lugar em Kiruna? Pois devo dizer que Quarenta Dias Sem Sombra, por se passar na Lapónia, fez-me lembrar algumas das obras desta autora sueca. Há neste caso, no entanto, uma particularidade: o autor, Olivier Truc, não é de origem escandinava, embora a obra deixe transparecer um excepcional conhecimento daquela região.
Numa iniciativa da editora, tive oportunidade de privar com o autor e este relatou algumas das experiências que vivenciou no local, despertando em mim ainda maior curiosidade sobre esta história.

Decididamente creio que o fascínio deste livro reside no ambiente. Deliciei-me com o clima ártico, com o fenómeno das auroras boreais, bem como com os elementos da cultura da Lapónia. Atrevo-me igualmente a afiançar que a sensação de estar naquele local é palpável devido ao poder das descrições.
Tenho conhecimento que, junto ao Ártico, os Invernos são tão rigorosos que os habitantes não vêem o Sol. No que concerne à trama foi precisamente durante um destes períodos de escuridão polar, ao final de quarenta dias, em Kautokeino, que um tambor ancestral foi roubado do museu onde, em breve, seria exposto. Os polícias Klemet Nango e Nina Nansen são convocados a investigar este invulgar caso, em conjunto com as autoridades locais. 

Antes de mais, achei curioso que Klemet e Nina sejam agentes de uma polícia característica da zona, a polícia das renas. Esta visa, sobretudo, mediar os conflitos no seio da comunidade Sami, que é muito ciosa com as suas renas. Interessante não? Conseguem perceber porque é que eu fiquei fascinada com o cenário desta obra?
Embora o protagonismo seja atribuído a ambas as personagens, confesso que senti uma maior proximidade com o personagem masculino. No meeting com o autor, ele revelou que a sua segunda obra se debruça sobre Nina, o que me deixou bastante satisfeita pois irei, certamente, gostar de ver esmiuçado um pouco mais sobre o passado da protagonista feminina.

No que concerne à componente policial, confesso que considerei o ritmo um pouco moroso. Numa primeira análise, nem avaliei o roubo de um tambor como um elemento preponderante de um thriller, no entanto, sentia-me tão cativada com o ambiente e a cultura local que a leitura fluiu com grande interesse, percepção que se intensificou aquando a ocorrência de um homicídio. Este acontecimento aproximou esta obra da literatura policial convencional.

Considero que Quarenta Dias Sem Sombra vai muito além de um simples giallo com lugar na Escandinávia. Eu, que tantas vezes enveredo pelos policiais escandinavos ao ponto de crer que já conheço minimamente a cultura destes povos, fiquei rendida ao descobrir os costumes dos lapões. Não é, portanto, um livro que se adeque aos ávidos aficionados dos policiais gráficos, não obstante sentir que este é um livro rico em detalhes culturais que nos transportam para os ambientes gélidos da Lapónia.  

Em suma, pelas razões acima referidas, este policial de contornos peculiares e num cenário mais bucólico do que o habitual, agradou-me de sobremaneira, pelo que aconselho vivamente a leitura do presente título a todos aqueles que procuram uma obra que mescle os detalhes de uma investigação policial, com aspectos etnográficos e culturais de um povo pouco conhecido entre nós.


segunda-feira, 24 de setembro de 2018

Book Bingo - Leituras ao Sol 2 [Wrap Up]


Não consegui fazer bingo... vai ser para o ano! No entanto, tendo em conta que 2018 está a ser o meu ano quase sabático em leituras, até que nem foi muito mau. Ora vejamos: duas linhas e livros que não equacionava, de todo, encaixar nos desafios.

2. Livro cujo título tenhas as letras M, A, R:
Em vez de Uma Mãe Perfeita de Aimee Molloy li Ele Era O Amor da Minha Vida Até o Destruir da Clare Empson.

3. Autor Português:
Equacionava ler Os Crimes Inocentes de Gabriel Magalhães ou A Embaixadora de Dick Haskins mas li As Casas Também Morrem de Elsa Guilherme.

5. Um livro escrito por uma mulher:
À Beira do Colapso de B.A. Paris

7. Livro com apenas uma palavra no título:
Tencionava ler Escaldão de Laura Lippman mas entrou Monteperdido de Agustín Martínez.

9. Livro que se passe no Verão:
Escolhi a Casa de Férias com Piscina de Herman Koch mas optei por contar O Cobrador de Seth C. Adams.

10. Livro com um número no título:
Um por Um de Chris Carter

11. Livro de não Ficção:
Ia ler Descomplicar de Brooke McAlary mas escolhi I´ll Be Gone In The Dark (publicado cá como Desaparecer na Escuridão) de Michelle McNamara.

12. Livro que compraste pela capa:
Tinha na pilha O Último Capítulo de Edmund Power mas seleccionei O Homem nas Sombras de Phoebe Locke que, embora não o tenha comprado, é consensual afirmar que a capa é espectacular e apelativa.

13. Prémio Literário Estrangeiro:
Na TBR constava Antes da Queda de Noah Hawley, vencedor do Edgar Award e do International Thriller Writers Award para melhor romance de 2017. Escolhi, no entanto, o vencedor do Prémio Goncourt 2016, Canção Doce de Leila Slimani.

15. Livro que tenha sido publicado há mais de 10 anos:
Planeava ler Um Estranho Caso de Culpa de Harlan Coben (editado em 2007) contudo reparei que a publicação original de Mindhunter de John Douglas e Mark Olshaker remota a 1995 (sim, só agora é que saiu por cá...)

E assim termina mais uma edição do Book Bingo. Também participaram? Foram audazes em escolher apenas thrillers para o desafio? Contem-me tudo!

quarta-feira, 19 de setembro de 2018

C.L. Taylor - O Medo [Opinião]


Sinopse: AQUI

Opinião: O Medo é o mais recente thriller psicológico da autora britânica C.L. Taylor, conhecida por cá pelas suas obras Desaparecido e Em Fuga. Embora tivesse ficado impressionada com estes dois livros, devo dizer que O Medo me agradou ainda mais.

A trama centra-se em Lou Wandsworth, uma mulher que se encontra incapacitada de ter um relacionamento amoroso com o actual pretendente Ben devido a um trauma: quando esta tinha 14 anos, foi levada para França pelo seu professor de karaté Mike Hughes, com quem, alegadamente, mantinha um romance.
Passados 18 anos, Lou descobre que Mike está a aliciar uma outra adolescente e decide actuar.

Estamos perante uma história que, como terão depreendido, aborda o tema da pedofilia e das relações tóxicas, temáticas que, inevitavelmente, apresentam um cariz perturbador. Creio que a autora conseguiu traçar um retrato bastante fidedigno de um pedófilo e a forma de pensar e de agir de Mike Hughes chocou-me genuinamente. Este é, claramente, o vilão da trama, diferenciando-se dos vulgares antagonistas deste sub-género literário, que na grande maioria dos casos se caracterizam como sociopatas ou mesmo assassinos. No caso em apreço Mike encontra-se nessa categoria devido à sua perversa parafilia. Não me recordo de ter lido uma trama em que um pedófilo assuma um papel assim tão preponderante.

A trama é narrada sob a perspectiva das três personagens femininas: a protagonista Lou, Chloe - a menina de 13 anos que está enamorada, actualmente, por Mike - e Wendy - uma mulher que, inicialmente, não sabemos muito bem qual é o seu papel na trama embora ela apresente uma estranha obsessão por Lou.
Apenas os capítulos referentes a Lou são narrados na primeira pessoa, o que nos oferece uma maior percepção sobre o quão traumatizada estava a personagem com o que lhe acontecera, há 18 anos atrás. 

Embora a narrativa se situe na actualidade, existem flashbacks, na forma de entradas de diário, que permitem o leitor acompanhar a experiência de Lou na adolescência, relatos estes que me deixaram extremamente angustiada.
Portanto, esta foi uma leitura bastante intensa e surpreendente devido às suas constantes reviravoltas que não me permitiram, de forma alguma, antever o rumo da narrativa.

Em suma, estamos perante uma obra que, de certa forma, nos permite "entrar" na mente de um predador sexual e, simultaneamente, na das suas vítimas, tratando-se, portanto, de uma história intrigante e de contornos chocantes. Uma leitura que, por esta percepção, me entusiasmou de sobremaneira.


terça-feira, 18 de setembro de 2018

Olivier Truc - Quarenta Dias Sem Sombra [Divulgação Planeta]



Data de publicação: 18 Setembro 2018

               Título Original: Le Dernier Lapon
               Preço com IVA: 19,95€ 
               Páginas: 440
               ISBN: 9789897770180

Numa paisagem incrível, personagens cativantes e fortes levam-nos aos limites da hiper-modernidade e da tradição de um povo que luta pela sua sobrevivência cultural.
Um policial magnífico e intenso, escrito por um autor de estilo directo e vigoroso que conhece bem a região de que fala.

Olivier Truc é jornalista e correspondente do Le Monde e do Le Point, em Estocolmo.
Especialista nos países nórdicos e bálticos, o autor conhece bem a região que tem como pano fundo este policial magnífico e intenso, escrito num estilo directo e vigoroso

A crítica internacional aclamou este policial e chega a referir-se a ele como um fascinante estudo antropológico com um procedimento policial convincente, que leva o leitor a mergulhar no estilo de vida dos pastores de renas sami no Norte da Lapónia, uma cultura antiga sob a pressão do mundo moderno. 

Este lugar aparentemente tranquilo perto do Ártico irá revelar-se uma terra de conflitos, mistérios e ódios ancestrais.
Um mistério intenso que o autor vai revelando, lentamente, ao longo das mais de 400 páginas, ao mesmo tempo que revela o papel que países como a Noruega e a Suécia tiveram durante o nazismo, com numerosos colaboradores infiltrados.

Sinopse: Kautokeino, Lapónia Central, 10 de Janeiro. Noite polar, frio glacial.
Amanhã o Sol, desaparecido há quarenta dias, vai renascer.
Amanhã, entre as 11 h 14 m e 11 h 41 m, Klemet voltará a ser um homem, com uma sombra. Amanhã, o Centro Cultural vai expor um tambor de xamã oferecido por um companheiro de Paul-Émile Victor. Mas o tambor é roubado durante a noite. As suspeitas irão desde os fundamentalistas protestantes aos independentistas samis. A morte de um criador de renas não contribui para melhorar a situação.
A Lapónia vai revelar-se uma terra de conflitos, de cóleras e de mistérios. Klemet, o lapão, e Nina, a jovem colega de equipa, agentes da polícia das renas, lançam-se numa investigação frustrante.
Mas, em Kautokeino, ninguém gosta de quem faz ondas. Ordenam-lhes que voltem às patrulhas de motoneve pela tundra e à pacificação das eternas querelas entre criadores de renas.
Os mistérios do 72.o tambor vão alcançá-los. Porque confiou, em 1939, um dos guias samis à expedição francesa aquele tambor? De que mensagem era portador? Que contam os joïks tradicionais que o velho tio de Klemet canta? Que vem fazer à aldeia aquele francês que gosta demasiado de raparigas muito novas e que parece conhecer tão bem a geologia da região? A quem se dirigem as orações da piedosa Berit? Que esconde a beleza selvagem de Aslak, que vive à margem do mundo moderno com a sua mulher meio louca?

Sobre o autor: Olivier Truc é jornalista desde 1986, vive desde 1994 em Estocolmo, onde é correspondente do Le Monde e do Le Point. Especialista nos países nórdicos e bálticos, é também documentarista. Autor da biografia L'Imposteur (Calmann- Lévy), este é o seu primeiro romance.

segunda-feira, 17 de setembro de 2018

Ragnar Jónasson - Silêncio de Gelo [Divulgação TopSeller]


Data de publicação: 17 Setembro 2018

               Título Original: Rof
               Preço com IVA: 17,69€ 
               Páginas: 288
               ISBN: 9789898917256

Sinopse: Um policial nórdico complexo, arrepiante e sombrio que faz lembrar as melhores histórias de suspense e mistério de Agatha Christie
Em 1955, dois jovens casais mudam-se para o fiorde desabitado e isolado de Hedinsfjördur, na Islândia. A sua estadia termina quando uma das mulheres morre de forma misteriosa. O caso nunca é resolvido. Cinquenta anos mais tarde, surge uma fotografia antiga que mostra que, afinal, os dois casais não se encontravam sozinhos no fiorde.
Em Siglufjördur, uma pequena cidade próxima, o jovem polícia Ari Thór tenta perceber o que realmente aconteceu naquela noite fatídica, após ter sido procurado por um familiar da vítima. Numa altura em que a cidade se encontra de quarentena devido a um vírus mortal, Ari conta apenas com a ajuda de Ísrún, uma jornalista de Reiquiavique, para desvendar o caso. Porém, Ísrún encontra-se também a investigar um outro caso sinistro, que envolve o rapto de um bebé e o atropelamento mortal do filho de um ex-político.
Conseguirão eles resolver dois casos que só encontram explicação num passado mergulhado no silêncio?

Sobre o autor: Ragnar Jónasson nasceu na Islândia e é um autor bestseller internacional publicado em 10 países, com amplo sucesso junto da crítica. Trabalhou em televisão e em rádio, inclusive como jornalista da Radiotelevisão Nacional da Islândia. Atualmente é advogado e professor na Faculdade de Direito da Universidade de Reiquiavique.
Autor em ascensão na literatura policial internacional, Jónasson traduziu 14 livros de Agatha Christie para islandês e viu já vários dos seus contos serem publicados em revistas literárias alemãs, inglesas e islandesas.
A série Dark Iceland, de extraordinário sucesso em todo o mundo, e com direitos televisivos vendidos, está editada em Portugal pela Topseller. Neve Cega, Noite Cega, Nuvem de Cinzas e Silêncio de Gelo constituem uma tetralogia de extraordinário sucesso.
Saiba mais sobre o autor em: www.ragnarjonasson.com

Imprensa
«Um policial tradicional e refinado, moralmente mais ambíguo do que os típicos do mesmo género literário, oferecendo-nos ambientes sombrios e infinitamente mais ameaçadores.»
The Independent


K. L. Slater - Profunda Obsessão [Divulgação TopSeller]


Data de publicação: 17 Setembro 2018

               Título Original: Liar
               Preço com IVA: 17,69€ 
               Páginas: 320
               ISBN: 9789898917317

Sinopse: Uma mãe dedicada
Ben é um pai viúvo que dá o seu melhor para criar os filhos pequenos com a ajuda de Judi, a sua mãe dedicada. Para Judi, nada é mais importante do que a família, e estar perto do seu filho e dos seus netos é a única coisa que lhe dá alento na vida.
Um novo membro da família
Mas Ben apaixona-se por Amber, que parece ter tudo para ser a madrasta perfeita para as crianças. Só que Judi não gosta de Amber, e está certa de que esta esconde alguma coisa. A verdade é que Amber também não gosta de Judi, e tudo fará para a afastar do seu caminho.
Uma perigosa obsessão
Tanto Judi como Amber querem Ben e as crianças só para si, e ambas acabam por revelar um comportamento perigosamente obsessivo, que poderá pôr em risco a vida de todos. Incluindo a das crianças.

Sobre a autora: K. L. Slater é uma nova voz do thriller psicológico que em poucos meses viu o seu romance de estreia, A Salvo Comigo, alcançar o topo das tabelas de vendas internacionais.
Também escreve livros de ficção YA, multipremiados, com o nome Kim Slater. Mora em Nottingham, no Reino Unido, com o marido e os três filhos.
Saiba mais sobre a autora em www.klslaterauthor.com.

Imprensa
«Um excelente thriller psicológico, repleto de surpresas.» 
Me Loves Books