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quinta-feira, 18 de junho de 2015

Alexander Söderberg - O Outro Filho [Opinião]

Sinopse: AQUI

Opinião: O Outro Filho é o segundo livro da trilogia Brinkmann de Alexander Söderberg, sucessor de O Amigo Andaluz. Sendo aficionada de policiais escandinavos, foi com algumas expectativas que li o primeiro volume, embora não tenha ficado particularmente fã do autor. Não obstante, recordo-me que li o primeiro tomo numa fase mais atribulada a nível pessoal, factor que influenciou negativamente as minhas leituras nessa altura.
Isto para dizer que, apesar das condições adversas, senti curiosidade em ler o segundo livro da trilogia.

Para ser sincera, creio que O Outro Filho está muito na linha do livro antecessor: a trama é pejada de acção e deparei-me novamente com a dificuldade acrescida do elevado número de personagens. Ainda para mais senti a falta da lista inicial que o autor nos dera no livro anterior. Em contrapartida, e sendo esta a continuação de uma história anterior, o leitor deverá sentir-se mais familiarizado com as personagens, sendo que a maioria terá tido uma aparição na obra antecessora. Confesso que folheei rapidamente o meu exemplar de O Amigo Andaluz para me recordar das mesmas, tendo sido igualmente auxiliada pelo início, que funciona como a ponte entre os acontecimentos da trama antecessora e a presente.

Como creio ter mencionado na opinião do livro antecessor, esta obra distancia-se dos policiais escandinavos convencionais em que usualmente andam em torno de um crime e posteriormente é desenvolvida uma investigação. 
Em O Outro Filho, o crime ocorre sob a forma de ajustes de contas, o que implicam também alguns homicídios a sangue frio, sem os requintes de malvadez que tanto aprecio na literatura.
Assim, e avaliando a trilogia através dos dois primeiros livros, Söderberg recorre à corrupção que se instala na sociedade, um fenómeno, actualmente, com uma dimensão transfronteiriça. 

Estruturado em capítulos curtos e repleto de diálogos, estamos perante um livro convidativo à sua leitura. Li-o em duas ou três tardes de ócio, aproveitando que estou de férias.

Embora a trilogia Brinkmann não vá ao encontro das minhas preferências literárias, o facto é que a sua essência se entranhou a ponto de me sentir curiosa com o desfecho da trilogia.

Para mais informações sobre o livro O Outro Filho, clique aqui


terça-feira, 9 de junho de 2015

Alexander Söderberg - O Outro Filho [Divulgação Editorial Porto Editora]


Data de publicação: 11 Junho 2015 
  
               Título Original: Den Andre Sonen
               Tradução: Ana Diniz
               Colecção: Trilogia Brinkmann
               Preço com IVA: 17,70€
               Páginas: 400
               ISBN: 9789720047632

A Porto Editora publica, a 11 de junho, O Outro Filho, segundo livro da trilogia Brinkmann, um caso de grande sucesso internacional, do sueco Alexander Söderberg, autor já editado em 35 países. 
Esta segunda obra de Söderberg, traduzida diretamente do sueco por Ana Diniz (que também traduz Lars Kepler), e sucessora de  O Amigo Andaluz, lançado pela Porto Editora em 2014, mostra o lado mais negro e mais frágil do ser humano. A mestria de Söderberg na criação de momentos de grande suspense, prontamente transformados em cenas de enorme ação, faz deste autor a nova grande voz do policial nórdico.

Sinopse:  Enquanto Hector Guzman se encontra em estado de coma, o seu império definha lentamente. Aron Geisler, o seu braço direito, esforça-se para manter o barco à superfície. Sophie Brinkmann está dominada e é usada para manipular os parceiros de negócio e inimigos, levando-os a pensar que está tudo sob controlo… Mas essa não é a realidade.
Quando o irmão de Hector é assassinado em Biarritz, Sophie acha que pode impedir que uma série de acontecimentos sejam desencadeados. Mas uma boa decisão leva a um resultado errado… terrivelmente errado.
Sophie torna-se peão num jogo com regras que desconhece, onde a lealdade e a amizade não têm lugar. Indefesa e sozinha num mundo onde reina a mentira e a violência desmedida, tudo em que acreditava e que a definia, parece-lhe sem sentido.
Depois do romance de estreia O Amigo Andaluz , Alexander Söderberg apresenta-nos o segundo livro da trilogia Brinkmann, O Outro Filho que continua a mostrar-nos o lado mais negro e mais frágil do ser humano.

Sobre o autor:  Alexander Söderberg nasceu e cresceu em Estocolmo. Trabalhou para a televisão sueca como argumentista, tendo adaptado, entre outras, obras de Camilla Läckberg. Vive atualmente no campo, no Sul da Suécia, com a mulher, três filhos e um labrador. O Amigo Andaluz, publicado pela Porto Editora, é o primeiro romance da trilogia Brinkmann e recebeu o aplauso unânime da crítica internacional, tendo sido traduzido em 35 países.

Imprensa
«Um romance de suspense muito bem escrito – a linguagem tem ritmo e seduz logo no início. Um puro prazer a leitura deste livro e um excelente entretenimento.»
Bognørden (Dinamarca)  

«A encenação está perfeita. Temos sequestros, tiroteios e encontros levados a cabo em locais espalhados por todo o mundo. A trama é excitante e muito bem contada.»

God-bog (Dinamarca)  

Para mais informações sobre O Outro Filho, clique aqui

Anteriormente publicado
 Opinião AQUI









 

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Alexander Söderberg - O Amigo Andaluz [Opinião]


Sinopse: AQUI

Opinião: Sob o invólucro de uma capa espectacular, eis-nos perante um policial nórdico bastante diferente dos que li até agora. Normalmente dentro deste género, a fórmula é algo invariável, iniciando-se com um aparecimento de um cadáver e desenvolvendo-se na consequente investigação.
Porém, O Amigo Andaluz incide sobre os meandros da droga, focando, com maior detalhe, as relações hierarquicas estabelecidas neste submundo.

Reconheço que me custou a entrar na história, não sabendo se, porventura, a culpa terá sido minha, uma vez que iniciei a leitura deste livro numa altura de mudanças a nível pessoal e talvez sentisse alguma parcimónia intelectual para absorver uma história tão intrincada como a que trata O Amigo Andaluz. No entanto, avancei destemida para este livro, pois acredito que a leitura acaba por nos abstrair um pouco dos problemas do quotidiano transportando-nos para um mundo paralelo.

Uma das características da obra que contribuíram para esta minha percepção foi, por exemplo, o elevado número de personagens. A tarefa tornou-se ainda mais complicada ao incluir personagens de várias nacionalidades, não obstante, o autor inclui nas páginas iniciais uma lista das personagens, permitindo ao leitor manter-se a par dos personagens nunca perdendo o fio à meada.
Outro elemento da trama que importa salientar é a quantidade de subtramas que se vão desenrolando numa multiplicidade de cenários, pois embora a acção se passe, em grande parte, na Suécia, a narrativa transporta o leitor por outras paragens.

Um outro aspecto que se poderá correlacionar com o intrincado da história, prende-se com a caracterização da protagonista, Sophie Brinkmann. Ela é enfermeira, uma profissão que considero nobre, dada a dedicação em salvar vidas, contudo, Sophie enceta uma relação com um traficante de drogas, sabendo do seu percurso criminal, facto que não me soou muito coerente, confesso.

O ponto forte da história é a forma como esta se desenrola, revelando-se uma trama extremamente plausível não fosse o mundo da droga, um dos maiores negócios ilícitos rentáveis à escala mundial. Relembre-se que Alexander Söderberg foi argumentista dos filmes baseados nos livros de Camilla Lackberg, por isso, não será de estranhar que venha a ser feita uma adaptação cinematográfica desta obra.

O Amigo Andaluz inicia uma trilogia que, a avaliar pelo primeiro, não me seduziu particularmente, mas, ainda assim, sinto curiosidade em conhecer mais sobre esta história e o seu desenvolvimento, pois a autor lançou os dados sobre todo um conjunto de consequências desastrosas das acções desenroladas nesta narrativa.


terça-feira, 2 de setembro de 2014

Alexander Söderberg - O Amigo Andaluz [Divulgação Editorial Porto Editora]


Data de publicação: 12 Setembro 2014

               Titulo Original: Den andalusiske vännen
               Tradução: Ana Diniz
               Preço com IVA: 17,70€
               Páginas: 488
               ISBN: 

A Porto Editora publica, a 12 de setembro, O Amigo Andaluz, primeiro livro de uma trilogia de grande sucesso internacional do sueco Alexander Söderberg, a nova voz do policial nórdico, autor já editado em 35 países.
Nesta primeira obra de Söderberg, traduzida diretamente do sueco por Ana Diniz (que também traduz Lars Kepler), o leitor conhece Sophie Brinkmann, uma enfermeira que se vê enredada numa teia de crimes, envolvendo o tráfico de armas e de droga. Não comprometendo de forma alguma a ação constante habitualmente presente em livros deste género, O Amigo Andaluz oferece também um interessante retrato da sociedade sueca.
O segundo volume desta trilogia é publicado na Suécia nesta rentrée literária e está neste momento a ser traduzido para português.

Sinopse: Sophie Brinkmann é uma viúva que leva uma vida tranquila nos subúrbios de Estocolmo até conhecer Hector Guzman, um homem sofisticado e elegante. Ela não faz ideia de que sob o charme daquele homem se esconde algo sinistro. Hector é o cabecilha de uma organização criminosa. Ele está habituado a obter tudo o que quer, e o que ele agora quer é aniquilar os seus rivais. 
Antes de se aperceber do verdadeiro mundo em que Hector se move, Sophie vê-se enredada numa implacável teia. Com a casa sob vigilância e a família em risco, em quem poderá ela confiar, quando a própria polícia é tão perigosa quanto os criminosos? 
Neste primeiro volume da trilogia «Brinkmann», Alexander Söderberg presenteia-nos com um magnífico romance sobre o mundo sórdido do tráfico de armas e droga, dando-nos ao mesmo tempo um retrato magistral da fragilidade humana.

Sobre o autor: Alexander Söderberg nasceu e cresceu em Estocolmo. Trabalhou para a televisão sueca como argumentista, tendo adaptado, entre outras, obras de Camilla Läckberg. Vive atualmente no campo, no Sul da Suécia, com a mulher, três filhos e um labrador. 
O Amigo Andaluz é o primeiro romance da trilogia Brinkmann, e recebeu o aplauso unânime da crítica internacional, tendo sido traduzido em 35 países.

Imprensa
«Épico... O Amigo Andaluz é um policial que mistura drama familiar, guerra entre gangues criminosos, tráfico de armas e droga, polícias pouco escrupulosos e violência. O ambiente é, por vezes, por aterrador, mas sempre fascinante.»
USA Today 

«Um romance de estreia, tenso, brilhante e complexo, bem escrito e por vezes macabro.»
The Wall Street Journal 

«Söderberg é mestre em subverter o perfil moral esperado naqueles personagens.»
Kirkus