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segunda-feira, 3 de setembro de 2018

Ellery Queen - O Mistério do Ataúde Grego [Divulgação Colecção Vampiro]


Data de publicação: 6 Setembro 2018

               Titulo Original: The Greek Coffin Mystery
               Tradução: Lino Vallandro
               Preço com IVA: 7,70€
               Páginas: 328
               ISBN: 9789723830750

A Livros do Brasil publica a 6 de setembro um novo título da coleção Vampiro: O Mistério do Ataúde Grego, uma das primeiras investigações do detetive amador Ellery Queen, publicado originalmente em 1932. No centro desta trama está a morte de um famoso colecionador de arte grego e o roubo de uma obra de Leonardo da Vinci. 
Este Mistério do Ataúde Grego representará também uma lição que o jovem detetive não mais deixará de pôr em prática nas suas investigações: manter para si os seus pensamentos até estar totalmente certo da resolução do crime.

Sinopse: O funeral de Georg Khalkis, famoso colecionador de arte grego, havia decorrido de modo íntimo e discreto, mas, inexplicavelmente, num clima de tensão. Foi pouco depois de os acompanhantes do cortejo fúnebre regressarem a casa que o advogado da família se apercebe de que o novo testamento que Khalkis assinara dias antes da sua morte estava desaparecido e logo notifica a polícia de Nova Iorque.
Apesar de minuciosa, pela casa, pela igreja, pelo cemitério, a busca revela-se infrutífera. Até que o inspetor Richard Queen e o seu filho Ellery, detetive amador, sugerem que se volte a abrir o caixão – e o que aí encontram não é o tão desejado testamento, mas o corpo estrangulado de um falsário recém-libertado da prisão. Que relação pode existir entre estes dois homens? Um papel queimado, uma obra de Leonardo da Vinci roubada e uma pequena gralha tipográfica são algumas das pistas que Ellery Queen não deixará passar em branco e que conduzirão a um insuspeito culpado.

Sobre o autor: Ellery Queen é o pseudónimo conjunto de Frederic Dannay (de seu verdadeiro nome Daniel Nathan, nascido em 1905 e falecido em 1982, em Nova Iorque) e do seu primo Manfred B. Lee (Manford Lepofsky, também nascido em 1905 e falecido em 1971, naquela mesma cidade. De 1929 a 1971, Ellery Queen foi autor e herói de mais de trinta romances, numerosas novelas, peças radiofónicas, filmes e séries de televisão. A par desta obra abundante e de qualidade, Dannay e Lee deixaram também a sua marca na história da literatura policial pela criação, em 1941, da Ellery Queen’s Mystery Magazine, famosa revista policial ainda hoje em atividade. Na Livros do Brasil estão já publicados os livros O Enigma do Sapato Holandês, O mistério dos fósforos queimados e Vivenda Calamidade.

Já na coleção Vampiro:
No. 1: Os Crimes do Bispo, de S.S. Van Dine
No. 2: Vivenda Calamidade, de Ellery Queen
No. 3: O Falcão de Malta, de Dashiell Hammett
No. 4: O Imenso Adeus, de Raymond Chandler
No. 5: Picada Mortal, de Rex Stout 
No. 6: O Mistério dos Fósforos Queimados, de Ellery Queen
No. 7: A Liga dos Homens Assustados, de Rex Stout
No. 8: A Morte da Canária, de S. S. Van Dine 
No. 9: O Grande Mistério de Bow, de Israel Zangwill
No. 10. A Dama do Lago, de Raymond Chandler
No. 11. A Pista do Alfinete Novo, de Edgar Wallace
No. 12. Colheita Sangrenta, de Dashiell Hammett
No. 13. O Caso da Quinta Avenida, de Anna Katharine Green  
No. 14. O Caso Benson, de S.S. Van Dine 
No. 15. O Impostor, de E. Phillips Oppenheim
No. 16. A Chave de Cristal, de Dashiell Hammett
No. 17. O Crime do Escaravelho, de S.S. Van Dine
No. 18. O Gato de Diamantes, de Dorothy L. Sayers 
No. 19. A Quadrilha de Rubber, de Rex Stout 
No. 20. O Enigma do Sapato Holandês, de Ellery Queen
No. 21. Um Crime em Glenlitten, de E. Phillips Oppenheim
No. 22. Estrada Para A Morte, de Margery Allingham
No. 23. O Crime Exige Propaganda, de Dorothy L. Sayers 
No. 24. A Porta das Sete Chaves, de Edgar Wallace

terça-feira, 27 de fevereiro de 2018

Ellery Queen - O Enigma do Sapato Holandês [Divulgação Colecção Vampiro]


Data de publicação: 1 Março 2018

               Titulo Original: The Dutch Shoe Mystery
               Tradução: Lino Vallandro
               Preço com IVA: 7,70€
               Páginas: 336
               ISBN:

O Enigma do Sapato Holandês é o novo livro de Ellery Queen que a Livros do Brasil lança na coleção Vampiro a 1 de março. O homicídio da milionária sexagenária Abigail Doorn numa sala de hospital, estrangulada com um cabo momentos antes da sua cirurgia, é o caso envolto em circunstâncias misteriosas a ser desvendado nesta história.
Vários são os suspeitos deste crime, e nem mesmo os mais improváveis irão escapar ao olhar dedutivo e observador do detetive Ellery Queen.
Escrito na era da Grande Depressão, em 1931, este é o terceiro romance da dupla de escritores Frederic Dannay/Manfred B. Lee, criadores do protagonista e autor Ellery Queen, um dos mais aclamados na literatura policial americana.

Sinopse: A sala de operações do Hospital Holandês estava pronta. O cirurgião deu ordem para que trouxessem a paciente. A porta abriu-se e a maca entrou, deslizante, transportando um vulto encoberto. Mas quando o médico levantou o lençol, o rosto de Abigail Doorn exibia já um tom azulado – apesar do olhar atento de toda a equipa hospitalar, minutos antes um cabo havia-lhe sido fortemente apertado à volta do pescoço.
O Dr. Francis Janney, cirurgião-chefe e protegido de Abigail Doorn, terá sido o último a encontrar-se a sós com a vítima, mas poderia ele ser o responsável pela morte da mulher a quem devia toda a sua carreira? A visitar um amigo no hospital, Ellery Queen fica intrigado e decide desvendar o mistério. Porque teria a sexagenária vivido em guerra com a sua governanta durante vinte anos? E porque diria esta, com todo um fanatismo religioso, que Doorn tinha recebido o que merecia? 

Sobre o autor:  Ellery Queen é o pseudónimo conjunto de Frederic Dannay (de seu verdadeiro nome Daniel Nathan, nascido em 1905 e falecido em 1982, em Nova Iorque) e do seu primo Manfred B. Lee (Manford Lepofsky, também nascido em 1905 e falecido em 1971, naquela mesma cidade).
Ambos com experiência em publicidade e leitores ávidos das histórias de Sherlock Holmes, a dupla escreveu o seu primeiro romance, O Mistério do Chapéu Romano, em 1929, apresentando então o detetive Ellery Queen, ele próprio escritor de romances policiais, formado em Harvard, dono de uma genialidade tão grandiosa quanto a sua arrogância. Até 1971, Ellery Queen foi autor e herói de mais de trinta romances, numerosas novelas, peças radiofónicas, filmes e séries de televisão. A par desta obra abundante e de qualidade, Dannay e Lee deixaram também a sua marca na história da literatura policial pela criação, em 1941, da Ellery Queen’s Mystery Magazine, famosa revista policial ainda hoje em atividade. 

Já na coleção Vampiro:
No. 1: Os Crimes do Bispo, de S.S. Van Dine
No. 2: Vivenda Calamidade, de Ellery Queen
No. 3: O Falcão de Malta, de Dashiell Hammett
No. 4: O Imenso Adeus, de Raymond Chandler
No. 5: Picada Mortal, de Rex Stout 
No. 6: O Mistério dos Fósforos Queimados, de Ellery Queen
No. 7: A Liga dos Homens Assustados, de Rex Stout
No. 8: A Morte da Canária, de S. S. Van Dine 
No. 9: O Grande Mistério de Bow, de Israel Zangwill
No. 10. A Dama do Lago, de Raymond Chandler
No. 11. A Pista do Alfinete Novo, de Edgar Wallace
No. 12. Colheita Sangrenta, de Dashiell Hammett
No. 13. O Caso da Quinta Avenida, de Anna Katharine Green  
No. 14. O Caso Benson, de S.S. Van Dine 
No. 15. O Impostor, de E. Phillips Oppenheim
No. 16. A Chave de Cristal, de Dashiell Hammett
No. 17. O Crime do Escaravelho, de S.S. Van Dine
No. 18. O Gato de Diamantes, de Dorothy L. Sayers 
No. 19. A Quadrilha de Rubber, de Rex Stout

segunda-feira, 3 de outubro de 2016

Ellery Queen - O Mistério dos Fósforos Queimados [Divulgação Colecção Vampiro]


Data de publicação: 6 Outubro 2016
  
               Título Original: Halfway House
               Tradução: Wilson Velloso
               Preço com IVA: 7,70€
               Páginas: 304
               ISBN: 9789723829587

O sexto título da renovada coleção Vampiro é O Mistério dos Fósforos Queimados, de Ellery Queen, e chega às livrarias a 6 de outubro.
Escrito em 1936, O Mistério dos Fósforos Queimados é uma das mais fascinantes obras de Ellery Queen, assente numa lógica dedutiva espantosamente conduzida, uma história de investigação em que para descobrir o assassino a primeira questão que o escritor-detetive terá de solucionar é quem foi o assassinado.
Um dos admiradores deste livro foi Jorge Luis Borges: «cumpre com os principais requisitos do género policial: apresentação de todos os aspetos do problema, economia de personagens e recursos, primazia do “como” sobre o “quem”, resolução necessária e maravilhosa, mas não sobrenatural.»

Sinopse: O homem conhecido como Joseph Kent Gimball era uma figura de proa da fulgurante alta-roda nova-iorquina que se passeava pelas ruas de Manhattan na companhia da sua elegante mulher. O homem conhecido como Joe Wilson poderia muito bem ser apresentado como o epítome da classe média americana, com a sua casa, esposa, cão e relvado para cortar ao fim de semana num modesto subúrbio de Filadélfia. Tudo indicaria que Gimball e Wilson nunca se viriam a cruzar – não fora o caso de os dois habitarem o mesmo corpo. E um corpo que acabaria por ser encontrado cadáver numa Casa de Recuperação a meio caminho entre as suas duas vidas.

Sobre o autor: Ellery Queen é o pseudónimo conjunto de Frederic Dannay (de seu verdadeiro nome Daniel Nathan, nascido em 1905 e falecido em 1982, em Nova Iorque) e do seu primo Manfred B. Lee (Manford Lepofsky, também nascido em 1905 e falecido em 1971, naquela mesma cidade). Ambos com experiência em publicidade e leitores ávidos das histórias de Sherlock Holmes, a dupla escreveu o seu primeiro romance, O Mistério do Chapéu Romano, em 1929, apresentando então o detetive Ellery Queen, ele próprio escritor de romances policiais, formado em Harvard, dono de uma genialidade tão grandiosa quanto a sua arrogância. Até 1971, Ellery Queen foi autor e herói de mais de trinta romances, numerosas novelas, peças radiofónicas, filmes e séries de televisão.

Já na coleção Vampiro:
No. 1: Os Crimes do Bispo, de S.S. Van Dine
No. 2: Vivenda Calamidade, de Ellery Queen
No. 3: O Falcão de Malta, de Dashiell Hammett
No. 4: O Imenso Adeus, de Raymond Chandler
No. 5: Picada Mortal, de Rex Stout

quinta-feira, 14 de julho de 2016

Ellery Queen - Vivenda Calamidade [Opinião]


Sinopse: AQUI


Opinião: A colecção Vampiro existe desde os anos 40 e é um must have para pessoas como eu, ávidos por um bom crime! Acontece que eu, vergonhosamente, não tinha nenhum Vampiro devido a três razões: a) Não sou fã de clássicos (no entanto, sinto-me mais open minded para enveredar mais por esta categoria); b) A colecção Vampiro abarcava mais de 700 títulos e eu começando a fazer uma colecção, quero os volumes todos (seria portanto, difícil terminá-la) e c) Não sou grande fã de livros de bolso (tenho que começar a olhar para o quão prático eles são para serem transportados fora de casa). Resumindo: sou esquisita.

Contudo, assim de surpresa recebi os dois primeiros livros da reedição da colecção e fiquei pasmada. O que chama a atenção, à primeira vista, é o facto destes Vampiros revivalistas manterem o classicismo das capas, sem perder o toque actual. A edição está melhorada: são um pouco maiores (creio que são do tamanho dos livros 11x17 da Bertrand), a capa é resistente e são novos! Em todos os Vampiro que vi até então, as marcas do tempo e do uso eram visíveis nas capas.
E eu apaixonei-me. Vou querer, decididamente, esta colecção na minha estante!

Entretanto já são 3 os novos vampiros que habitam a minha estante e escolher de entre estes foi fácil. Já há muito que queria ler Ellery Queen, um "autor" clássico de renome que ombreia com Dashiell Hammett, Rex Stout ou Raymond Chandler. Ambiciono ler todos estes autores! E parece-me que Ellery Queen foi inovador para a altura pois é o pseudónimo de dois autores. Hoje vemos Erik Axl Sund ou Lars Kepler e achamos que a escrita a quatro mãos funciona bem. Imagino as reacções a Ellery Queen aquando o autor surgiu.

A minha estreia com Ellery não poderia ter corrido melhor. Logo nas primeiras páginas fiquei intrigada com a sucessão de acontecimentos trágicos na aclamada Vivenda Calamidade que se abatem sobre três irmãs: Lola, Nora e Patricia. Curiosamente, esta última não é vítima dos sucessivos azares,  juntando-se a Ellery para tentar desvendar um mistério.
Não obstante o cenário ser estranhamente duvidoso, o cerne da história reside na irmã do meio, Nora. A personagem está prestes a casar com Jim que desapareceu há três anos, na véspera do casamento. Parece que volvidos três anos está mais que na hora de casar e Jim reaparece para esse propósito! No entanto, nesta vida de casado nem tudo são rosas: começam a acontecer algumas situações bastante estranhas que culmina num homicídio.

Embora haja uma morte, esta é isenta de cenas gráficas. Como até seria de esperar. O ritmo é algo moroso, embora a meu ver, as primeiras páginas foram fulcrais para despertar a curiosidade do leitor. Além disso, há uma longa passagem com cenário num tribunal, remetendo-nos para o subgénero de thriller judicial.
É curioso ver como é feita a resolução do crime, baseando-se unicamente pela lógica, afinal de contas, Vivenda Calamidade tem lugar nos anos 40, altura em que a tecnologia de hoje era uma utopia. Foi igualmente interessante desvendar a identidade do assassino bem como o motivo, uma vez que todas as suspeitas apontavam para Jim. Era demasiado óbvio, daí ter desconfiado de todos os que frequentavam a Vivenda Calamidade. Contudo, fiquei mais surpreendida com o motivo que encerrou uma trama intrincada e estimulante. Começo a mudar de ideias sobre os clássicos e pretendo ler mais este subgénero. A colecção Vampiro ajudar-me-á, certamente!

quarta-feira, 18 de maio de 2016

A coleção Vampiro está de volta!

 
Crimes do Bispo, de S.S. Van Dine (n.o 1) e Vivenda Calamidade, de Ellery Queen (n.o 2). Numerados, em formato de bolso e com um preço acessível – como sempre foi característico desta coleção –, regressam a partir do dia 26 de maio às livrarias os clássicos da literatura policial.
Criada no final dos anos 40 e com mais de 700 títulos, a coleção Vampiro marcou gerações de leitores e a história da edição em Portugal, lançando livros dos grandes autores do policial, como Raymond Chandler, Agatha Christie, Dashiell Hammett, Rex Stout, Erle Stanley Gardner, Georges Simenon ou Van Dine e Ellery Queen, muitos deles pioneiros no género e criadores de detetives marcantes que tinham a dedução como principal arma contra o crime.

Título: Os Crimes do Bispo
Autor: S. S. Van Dine
Tradução: Peri Pinto Diniz
N.o de Páginas: 328
PVP: 7,70 €








Os Crimes do Bispo 
Quando um homem conhecido como Cock Robin aparece assassinado com uma flecha cravada no peito, John Markham, procurador do distrito judicial de Nova Iorque, chama para a investigação Philo Vance. Detetive amador de olho apurado e fraca crença em coincidências, Vance logo assinala a referência a uma conhecida lengalenga infantil. E rapidamente se torna claro que este será o padrão numa série de crimes extraordinários, arquitetados por um assassino de mente perversa, que mantém uma provocação constante à polícia através de cartas enviadas aos jornais, todas elas com a assinatura «O Bispo».
Num estilo simples e direto, construído pela mão hábil de S. S. van Dine, esta é uma história recheada de mortes, de suspeitos e de detalhes surpreendentes – como as peças de xadrez ou as de teatro.
Um policial brilhante, uma obra clássica da literatura de mistério.

S. S. Van Dine (pseudónimo de Willard Huntington Wright) nasceu a 15 de outubro de 1888, em Charlottesville, EUA. Aluno brilhante, estudou em Harvard antes de partir para Paris e Munique, onde prosseguiu a sua formação em artes e letras e iniciou carreira como editor e crítico de arte. Em 1923, na convalescença de uma tuberculose, lê uma série de romances policiais e fica fascinado pelo género. Três anos mais tarde, lança o seu primeiro romance com assinatura S. S. van Dine, O Caso Benson, que se revela um best-seller imediato. Este será o primeiro de uma série de romances protagonizados por Philo Vance, um detetive amador algo arrogante que privilegia os indícios psicológicos dos casos a que se dedica. Com várias adaptações de obras suas ao cinema, Van Dine torna-se um nome fundamental da literatura policial norte-americana dos anos 20 e 30. Morre a 11 de abril de 1939 em Nova Iorque. 

Título: Vivenda Calamidade
Autor: Ellery Queen
Tradução: Lino Vallandro
N.o de Páginas: 344
PVP: 7,70 €








Vivenda Calamidade
Decidido a iniciar a redação do seu próximo romance policial num ambiente de tranquilidade, Ellery Queen deixa Nova Iorque e aporta a Wrightsville, típica cidade provinciana onde os dias parecem correr sem que nada de diferente aconteça. Os hotéis, porém, estão totalmente ocupados e não parece existir uma única casa para arrendar – à exceção de um pequeno anexo à mansão da poderosa família Wright, originalmente construído para acolher a filha Nora e o seu noivo, Jim Haight, antes de este desaparecer na véspera do casamento havia já três anos. Primeiro livro de Ellery Queen que tem como cenário esta cidade ficcionada, considerado o melhor da série Wrightsville, Vivenda Calamidade é um romance de grande riqueza psicológica, revelador de uma estrutura notável, onde as mortes se sucedem numa lógica irrepreensível e onde um elegante cocktail numa festa de passagem de ano pode ser a arma do crime.

Ellery Queen é o pseudónimo conjunto de Frederic Dannay (de seu verdadeiro nome Daniel Nathan, nascido em 1905 e falecido em 1982, em Nova Iorque) e do seu primo Manfred B. Lee (Manford Lepofsky, também nascido em 1905 e falecido em 1971, naquela mesma cidade). A dupla escreveu o seu primeiro romance, O Mistério do Chapéu Romano, em 1929, apresentando então o detetive Ellery Queen, ele próprio escritor de romances policiais, formado em Harvard, dono de uma genialidade tão grandiosa quanto a sua arrogância. Até 1971, Ellery Queen foi autor e herói de mais de trinta romances, numerosas novelas, peças radiofónicas, filmes e séries de televisão. Dannay e Lee deixaram também a sua marca na história da literatura policial pela criação, em 1941, da Ellery Queen’s Mystery Magazine, famosa revista policial ainda hoje em atividade.