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quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Eric Giacometti & Jacques Ravenne - O Irmão de Sangue [Opinião]


Sinopse: AQUI

Opinião: Sequela de O Ritual da Sombra, O Irmão de Sangue apesar de ter uma história independente, deverá ser lido após a obra de estreia para se apreciar devidamente. O protagonista continua a ser o mação Antoine Marcas e todo o seu background está precisamente em O Ritual da Sombra.
A maçonaria é precisamente o elemento chave das novelas destes autores, que abordam a organização sem qualquer tabus. Não é à toa que Marcas assume que é mação perante a comunidade que o rodeia. Em comum nos dois livros, em adição à temática, está a acção e o suspense, ingredientes que tornaram ávida esta leitura.

Gostei particularmente da estrutura do livro, dividido em três partes, em que, inicialmente, alternam duas narrativas aparentemente independentes. Ora os capítulos intercalam entre a acção em 1355 e a que ocorre actualmente, permitindo que o leitor acompanhe simultaneamente as duas narrativas.
Os autores delineiam os espaços temporais, chamando eu à atenção o cuidado na caracterização da acção em 1355, descrevendo o bairro de Paris naquele ambiente tão tipicamente medieval e atendendo à pormenorização da linguagem formal, traduzindo-se no tratamento pela segunda pessoa do plural. Em antítese, é notável a forma contemporânea do ambiente/linguagem a que os autores descrevem a acção actual, como se de duas tramas independentes se tratassem.

Assim, a narrativa correspondente ao período medieval incide sobre a personalidade Nicolas Flamel, um copista associado à pedra filosofal. Curiosa como sou, não pude deixar de ler o artigo da wikipedia de Flamel, tendo constatado que a narrativa em que participa tem algum fundo de verdade.
E claro, na trama actual, o fascinante é sem dúvida o facto dos autores desmistificarem os aspectos da Maçonaria, como os ritos e a simbologia que influenciam o carácter dos elementos pertencentes à ordem. Penso que se a Maçonaria tem alguma conotação negativa, a mesma se dissipa nas obras de Giacometti e Ravenne, pela forma como os autores abordam, ora não fosse um dos autores também mação.

Não que eu seja grande fã deste tipo de histórias, mas aprecio esta parelha de autores pelo tom extremamente inteligente que é conferido aos seus livros. Reunindo elementos do simbolismo mação, tanto O Irmão de Sangue como O Ritual da Sombra afiguram-se histórias bastante intrigantes. 
Fará, sem sombra de dúvida, as delícias principalmente para os fãs de Dan Brown.

Para mais informações sobre o livro O Irmão de Sangue, clique aqui


terça-feira, 28 de maio de 2013

Eric Giacometti & Jacques Ravenne - O Irmão de Sangue [Divulgação Editorial Publicações Europa América]


Data de Publicação: Maio 2013 (Já se encontra à venda na Feira do Livro de Lisboa)

Título Original: Le Frère de Sang
Páginas: 440
Preço com IVA: 21,90
                 Colecção: Contemporânea  

Sinopse: Siga as aventuras do comissário Antoine Marcas.
À semelhança de Ritual da Sombra, Irmão de Sangue é um thriller cheio de suspense que introduz os leitores nos meandros da maçonaria e estabelece um paralelo histórico com as mais modernas investigações.

Paris, 1355. Um homem é queimado vivo na praça pública. O copista Nicolas Flamel assiste, nauseado, a esta execução. Mas o horror está apenas a começar, pois aquele que se tornará num célebre alquimista está, neste momento, à beira de mergulhar nas terríveis revelações de um livro secreto, interdito.
Paris, 2007, sede da Obediência Maçónica. O comissário mação Antoine Marcas descobre dois crimes rituais cometidos por um dos seus, a quem chamam «o irmão de sangue». Uma mensagem vinda do Além põe rapidamente o comissário na pista de um velho segredo, relacionado com o mistério do ouro puro.
De Paris a Nova Iorque, assistimos a uma corrida contra o tempo entre o assassino em série e o polícia, articulada em torno de dois lugares altamente simbólicos: a Estátua da Liberdade e a Torre Eiffel.
Entretanto, escondido nas sombras e vigiando o desenrolar dos acontecimentos está o grupo Aurora, uma organização secreta constituída por personalidades da alta finança, cujo objectivo é o controlo absoluto do ouro…

Jacques Ravenne e Eric Giacometti, autores de vários thrillers maçónicos best-sellers, tecem de novo uma intriga fascinante, que arrasta os seus leitores pelos meandros do tempo…


Anteriormente publicado:
 Opinião AQUI











segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Eric Giacometti & Jacques Ravenne - O Ritual da Sombra [Opinião]

Eric Giacometti e Jacques Ravenne são um verdadeiro sucesso em literatura na França. Um afamado thriller que assim suscitou o meu interesse desde que tive conhecimento que a editora Publicações Europa América iria publicá-lo.

Sophie Dawes, uma arquivista do Grande Oriente, é assassinada numa festa na embaixada francesa, cumprindo um ritual que evoca a morte do fundador da Maçonaria, Hiram. Nessa noite, em Jerusalém, no Instituto de Estudos Arqueologicos, Marek, um arqueólogo que possui uma enigmática pedra gravada, morre de forma semelhante.

A trama desenvolve-se a partir da investigação destes homicídios que têm um fio condutor denotado pela semelhança dos crimes bem como a existência de uma organização, a Sociedade Thule, que opõe-se à Maçonaria. 
E por falar nesta... Quem melhor do que um mação para descrever ritos relacionados com a Maçonaria. Pois os rituais estão de facto extremamente bem caracterizados, satisfazendo quem, como eu, acha estimulante a leitura sobre a temática de organizações secretas. Explicação para tal? O próprio do Jacques Ravenne, por intermédio de um pseudónimo, é mação, tendo chegado ao grau de Mestre no Rito Francês. Por outro lado, Giacometti, um jornalista que terá investigado a Maçonaria nos anos 90. Dois entendedores da supra referida organização secreta que mantêm assim, uma base real na trama fictícia.

Algumas ilustrações alusivas ao tema bem como breves instruções para o terceiro grau simbólico de Mestre no rito maçónico intensificam a seriedade da temática a ser debatida, ainda que por meio ficcional.
A Maçonaria tem um impacto tão forte que os autores propõem como protagonista o comissário Antoine Marcas, ele próprio mação, desvendando uma panóplia de costumes maçónicos, outrora considerados como ocultos e respondendo discretamente às perguntas que possamos achar intrusivas no âmbito do tema.
Um glossário maçónico consta do anexo, por exemplo, afim de desmistificar termos que poderão ser confusos para o leitor no decorrer das páginas d´O Ritual da Sombra.

Achei as personagens pouco estereotipadas. Nunca encontrei na literatura um personagem que fosse assumidamente mação, com um carácter importante na resolução dos vários crimes como é o cargo de comissário. Sem explicações sobre se tal cargo terá sido uma influência de favores dentro da Maçonaria, claro está.
Restringindo as características ao indispensável, este tem uma relação extremamente interessante com Jade Zewinski, responsável pela segurança da embaixada, cenário da morte de Dawes.

Este foi para mim um critério que aliado às sucessivas mortes, tornaram o enredo aliciante. Certo é que tantos momentos de acção também os há, mais parados. Numa outra perspectiva, o autor cria um fundo histórico, nomeadamente a Segunda Guerra Mundial, encadeando com a acção na corrente actualidade.

Uma parelha improvável de autores que resultou num livro extremamente interessante expresso numa escrita inteligente e simbólica. Embora seja um livro aclamado como semelhante ao Código Da Vinci, achei-o diferente dos thrillers que tenho lido ultimamente.
Congratulo a editora Publicações Europa América pela publicação deste livro! Gostei e recomendo! 



terça-feira, 4 de setembro de 2012

Eric Giacometti & Jacques Ravenne - O Ritual da Sombra [Divulgação Editorial Publicações Europa América]

Título: O Ritual da Sombra
Autores: Eric Giacometti, Jacques Ravenne
Colecção: Contemporânea
Preço: 20.90€
Pp.: 384

Um thriller cheio de suspense que introduz os leitores nos meandros da maçonaria e estabelece um paralelo histórico com as mais modernas investigações.

Roma. Um arquivista do Grande Oriente é assassinado na altura de uma festa na embaixada francesa, cumprindo um ritual que evoca a morte de Hiram, o lendário fundador da Maçonaria.
Em Jerusalém, um arqueólogo que tem na sua posse uma enigmática pedra gravada tem uma morte semelhante.
O comissário Antoine Marcas, mestre mação, e a sua parceira, Jade Zewinski, são confrontados com assassinos de uma irmandade nazi, a Sociedade Thule, oponente ancestral da Maçonaria.
Sessenta anos após a queda do Terceiro Reich, os arquivos dos mações, que haviam sido roubados pelos alemães em 1940, continuam a fazer o sangue correr…
Mas que segredo intemporal estará escondido entre aquelas folhas amarelecidas?

«[…] uma eficácia incontestável e um perfume de autenticidade […]» Hubert Prolongeau — Première

Livro já publicado em França, Inglaterra, Bulgária, República Checa, Dinamarca, Alemanhã, Hungria, Itália, Holanda, Noruega, Portugal, Espanha, Rússia, Polónia, Turquia, Brasil e Japão.