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quarta-feira, 6 de julho de 2016

Herman Koch - Casa de Férias com Piscina [Divulgação Alfaguara]


Data de publicação: 13 Julho 2016
  
               Título Original: Zomerhuis met zwembad
               Preço com IVA: 19,90€
               Páginas: 400
               ISBN: 9789896651114

Sinopse: Numa extravagante casa de férias com piscina no Mediterrâneo, a convite do célebre actor e amigo Marc Meier, o reputado e cínico cirurgião do famoso doutor Marc Schloss passa férias com a sua família. Entre dias de sol, idas à praia e provas de vinho, algo de terrível acontece e o idílio das férias depressa se transforma num pesadelo que marcará para sempre as vidas de todos os hóspedes.
Antes de o bronze dos protagonistas desaparecer, Marc Meier morre na sequência de uma intervenção cirúrgica executada pelo doutor Marc Schloss. Apesar de não estar particularmente incomodado com a morte do amigo e actor, o cirurgião vê-se obrigado a defender a sua reputação perante a Ordem dos Médicos, que o acusa de negligência médica e o questiona sobre o que realmente aconteceu na sala de operações - e naquelas férias. Terá Marc Meier sido vítima de erro médico? Ou terá sido assassinado?
Marcado por uma ironia desarmante, o enredo negro e fortemente psicológico de Casa de férias com piscina proporciona uma leitura ávida, controversa e intrigante que confirma o incrível talento literário de Herman Koch no dissecar da farsa amoral de uma sociedade à deriva.

Sobre o autor: Herman Koch nasceu em 1953 em Arnhem, na Holanda. Estudou Russo e viveu na Finlândia durante alguns anos, até se mudar para Amsterdão, onde é produtor de televisão e escritor. O Jantar, bestseller mundial publicado em 40 países e com mais de 700.000 exemplares vendidos na Holanda, recebeu o Prémio Publieksprijs de 2009 e é parcialmente baseado na história verídica de uma mulher sem-abrigo, María del Rosario Endrinal Petit, queimada viva no interior de um ATM em Barcelona, em 2005. É autor de O Jantar, publicado pela Alfaguara no ano passado.

Imprensa
«Um romance inquietante onde o sexo, a fama e a ética médica se entrelaçam num cenário idílico de férias de verão.» 
Kirkus Reviews

«Um romance mais expansivo e ainda mais venenoso que O jantar, sobre dois rivais de férias no Mediterrâneo.» 
The Washington Post

«A grande arte de Herman Koch consiste em arrepiar o leitor com personagens cuja crueldade se esconde atrás de um fino verniz de decência e boas-maneiras.» 
Der Spiegel

«Alucinante, perturbador e inesperado. Koch não poupa ninguém, muito menos os leitores.» 
Herald Sun  

Anteriormente publicado
 

sexta-feira, 16 de outubro de 2015

Herman Koch - O Jantar [Opinião]

Sinopse: AQUI

Opinião: O Jantar é um livro interessante e organizado sob uma estrutura bastante original, desenrolando-se sobre as vertentes que constituem uma refeição: aperitivo, entradas, prato principal, sobremesa e digestivo.

Como a sinopse indica, a história cinge-se a uma reunião entre dois irmãos que decorre durante um jantar e que tem como objectivo tomar uma decisão sobre o que fazer perante uma situação provocada pelos filhos de ambos. Apesar da trama se passar no tempo em que decorre a refeição, o autor refere, por intermédio de flashbacks, algumas situações passadas que tornam consistente esta ocorrência. Contudo, o cerne da história que é, na minha opinião, a situação que despoletou esta reunião, não é imediata. O arranque é moroso e dispersa-se por entre inúmeras alusões gastronómicas.

Eis que chega a revelação da situação grave que os jovens protagonizaram. Devo fazer uma advertência aos leitores para que esta revelação seja de facto chocante: não leiam a badana do livro. Nesta consta uma breve alusão ao autor e na inspiração deste num caso verídico para O Jantar. Ainda assim, fico estupefacta com a maldade infligida no caso. E nesta obra, sendo uma situação provocada por jovens, assume proporções mais graves.

E a partir daí o caso muda de figura: as personagens deixam cair as máscaras e nada é o que parece. Acho que me vou privar de falar sobre estas pois acabam por constituir o segundo factor surpresa da trama. 

O Jantar é uma trama complexa e sombria e explora uma questão muito pertinente mas também já abordada noutras obras de literatura: "Até onde vamos para proteger um filho?" No entanto poder-se-á dizer que a originalidade da obra reside no facto de haver demasiadas revelações que dispersam os nossos juízos de valor sobre as personagens.

Apesar de me ter mantido na expectativa durante a trama toda, fiquei algo desapontada com o clímax. Esperava um desfecho mais surpreendente do que o autor nos apresentou. Todavia este é coerente que lera até então.
Um livro que, por ser assente nos mecanismos psicológicos, mexeu comigo em certos momentos da narrativa. Constitui também uma importante advertência aos pais em como a desresponsabilização dos actos dos filhos é considerada um sinónimo de os amar incondicionalmente.

segunda-feira, 25 de maio de 2015

Herman Koch - O Jantar [Divulgação Editorial Alfaguara]


Data de publicação: 3 Junho 2015 
  
               Título Original: Het diner
               Preço com IVA: 16,90€
               Páginas: 304
               ISBN: 9789898775511

Sinopse:  Noite de Verão em Amsterdão: dois casais encontram-se para jantar num restaurante sofisticado. A trivialidade da conversa, sobre férias e trabalho, entre garfadas satisfeitas e sorrisos educados, deixa adivinhar um jantar aparentemente normal. Aparentemente.
É quando chega o prato principal que descobrimos que os casais não se juntaram para jantar pelo prazer da refeição e da companhia, mas para discutir um acto de violência ignóbil cometido pelos filhos de ambos. Aliás, não para discutir o acto em si, mas para decidir como deverão as famílias agir face ao crime.
Entre status e família, vamos descobrindo até onde estão as pessoas dispostas a ir para defender o que é seu e impedir o seu pequeno mundo de cair por terra.
À medida que a refeição avança e se precipita a revelação de segredos e traições, a tensão crescente entre os casais encaminha-se para um final dramático.
Todos têm algo a perder e ninguém pode clamar inocência.
A natureza do mal exposta à mesa de jantar e a subtileza (i)moral da narrativa fazem desta uma história provocadora, controversa, tensa e brilhante. Um romance que conquistou a crítica e arrasou as tabelas de livros mais vendidos, com perto de um milhão de exemplares em todo o mundo.

Sobre o autor: Herman Koch nasceu em 1953 em Arnhem, na Holanda. Estudou Russo e viveu na Finlândia durante alguns anos, até se mudar para Amsterdão, onde é produtor de televisão e escritor. O Jantar, bestseller mundial publicado em 40 países e com mais de 700.000 exemplares vendidos na Holanda, recebeu o Prémio Publieksprijs de 2009 e é parcialmente baseado na história verídica de uma mulher sem-abrigo, María del Rosario Endrinal Petit, queimada viva no interior de um ATM em Barcelona, em 2005.

Imprensa
 «Deliciosamente negro. Uma leitura imprescindível para o Verão.» 
Independent 

«Apaixonante. Vai ser o assunto do verão.» 
Sunday Times
 

«Uma Gone Girl europeia. O Jantar é um thriller psicológico astuto em torno de um crime horrendo e das suas consequências para duas famílias. (…) Um dos romances mais aguardados do Verão.» 
The Wall Street Journal 

«Quanto mais lia e me embrenhava neste negro e perturbante enredo familiar, mais me arrepiava… À medida que o jantar se transforma num autêntico pesadelo, percebemos até onde a classe média está disposta a ir para proteger a sua prole de monstrinhos.» 
Daily Mail 

«Uma refeição da classe média alta transforma-se numa janela improvável para o privilégio, a violência e a loucura. Koch (…) levanta uma questão pertinente: que dívida é a dos pais em relação aos seus filhos e quanto do carácter destes é herdado dos pais… Uma visão arrepiante do abjecto manter de aparências.» 
Kirkus Reviews 

«Um livro que interessará muitíssimo a todos aqueles que gostam de ver o que acontece quando determinadas convicções confortáveis das famílias da classe média se estilhaçam, quando o finíssimo verniz da decência e das boas maneiras estala de vez e deixa a descoberto as violentas criaturas que espreitam à superfície.» 
The Guardian 

«O Jantar demonstra o quão poderosa pode ser a ficção no desmascarar do mundo moderno (…) Farto de As Cinquenta Sombras de Grey? Então leia O Jantar – e veja o que é ficar chocado.»
The Economist