segunda-feira, 24 de julho de 2017

Passatempo Editorial Presença: L.S. Hilton - Domina


Desta vez, e em parceria com a Editorial Presença, a menina dos policiais tem para sortear um exemplar do livro Domina de L.S. Paris. Para participar no passatempo tem apenas de responder acertadamente a todas as questões seguintes.
São mantidos os moldes do passatempo anterior: a partilha do passatempo numa rede social, pública, garante ao participante mais uma entrada válida!

Regras do Passatempo:

- O passatempo começa hoje, 24 de Julho de 2017 e termina às 23h59 do dia 30 de Julho de 2017.
- Os participantes deverão ser seguidores do blogue (fazer login na caixa dos seguidores na barra direita do blogue)
- O participante vencedor será escolhido aleatoriamente.
- O vencedor será contactado via e-mail.
- O blogue não se responsabiliza por extravios dos CTT.
- Apenas poderão participar residentes em Portugal e só será permitida uma participação por residência.
- Se precisarem de ajuda podem consultar aqui

Só me resta desejar boa sorte aos participantes!!! :)






Para mais informações sobre o livro Domina, clique aqui
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Ross Macdonald - Dinheiro Negro [Divulgação Alfaguara]


Data de publicação: 19 Julho 2017

               Título Original: Black Money
               Preço com IVA: 16,90€
               Páginas: 336
               ISBN: 9789896652838

Um clássico de literatura policial noir-hardboiled daquele que foi, por muitos, considerado melhor que Raymond Chandler.

Sinopse: Lew Archer é o detective privado mais carismático de Los Angeles. Quando é contratado por Peter Jamieson Jr. para investigar a fuga da sua noiva, dona de uma beleza intoxicante, com um misterioso professor francês, Archer convence-se de que se trata de um simples e banal caso de alienação de afectos. Este caso, porém, nada tem de simples e tudo muda de figura quando o astuto detective descobre ligações deste esquivo francês a um antigo caso de suposto suicídio e a incomensuráveis dívidas de jogo. Ninguém é quem parece ser nesta incrível trama conduzida pelo poder da paixão e do dinheiro.
Dívidas de jogo, cobiça, homicídio, sexo e chantagem são os ingredientes principais de um clássico policial confirmado por leitores e pela crítica, de um realismo, ironia e envolvência de que apenas o grande mestre Ross Macdonald é capaz. Originalmente publicado em 1966, Dinheiro Negro revela-nos o verniz estalado da sociedade sul-californiana dos anos 60 através de uma linguagem cativante e de personagens eximiamente criados.
Um clássico imperdível.

Sobre o autor: O verdadeiro nome de Ross Macdonald era Kenneth Millar. Nascido perto de São Francisco em 1915 e criado em Vancouver, na Columbia Britânica, Millar regressou aos Estados Unidos ainda jovem e publicou o seu primeiro romance em 1944.
Desempenhou funções como presidente dos Escritores de Mistério da América e foi laureado com o Prémio Grão-Mestre desta associação, bem como com a Adaga de Prata dos Escritores de Mistério da Grã-Bretanha. Faleceu em 1983.


sexta-feira, 21 de julho de 2017

Selva Almada - Raparigas Mortas [Divulgação Dom Quixote]


Data de publicação: 4 Setembro 2017

               Título Original: Chicas muertas
               Preço com IVA: 13,90€
               Páginas: 192
               ISBN: 9789722063050

Sinopse: «Três adolescentes de província assassinadas nos anos oitenta, três mortes impunes ocorridas quando ainda, no nosso país, desconhecíamos o termo femicídio.» Três assassínios entre centenas que não chegam aos títulos de capa nem atraem as câmaras dos canais de TV de Buenos Aires. Três casos que chegam desordenados: são anunciados na rádio, recordados no jornal de uma cidade, alguém fala deles numa conversa. Três crimes ocorridos no interior da Argentina, enquanto este país festejava o regresso da democracia. Três mortes sem culpados. Convertidos em obsessão com o passar dos anos, estes casos dão lugar a uma investigação atípica e infrutífera. A prosa nítida de Selva Almada plasma em negro o invisível, e as formas quotidianas da violência contra meninas e mulheres passam a integrar uma mesma trama intensa e vívida. Inscrevendo-se no género «romance não ficção», inaugurado por Truman Capote, Raparigas Mortas é uma obra singular. Combinando perceções e lembranças pessoais com a investigação de três femicídios no interior da Argentina durante a década de 80, Selva Almada revela, de modo subtil, a ferocidade do machismo e o desamparo das mulheres pobres, ao mesmo tempo que abre novos rumos à narrativa latino-americana.  

Sobre a autora: Selva Almada é uma escritora argentina. Dirige o ciclo de leitura Carne Argentina, desde o seu início em 2006. De parte do financiamento que recebeu do Fondo Nacional de las Artes de Argentina (FNA - Argentina) para desenvolver um projecto sobre o homicídio adolescente, resultou a obra Raparigas Mortas.



Clube de Leitura Bertrand

Não posso deixar de partilhar convosco um convite que aceitei há instantes e que me deixou bastante empolgada!

Na próxima segunda feira, dia 24, estarei na Bertrand do Vasco da Gama a conduzir uma agradável tertúlia dedicada à obra de Paula Hawkins, Escrito na Água. O evento será às 19h e analisaremos a obra que foi publicada mundialmente no dia 2 de Maio. 


 

Os interessados poderão inscrever-se através do email leitor@bertrand.pt e tem um custo de 5€, que reverterá em vale. Portanto, poderão juntar-se a nós nesta conversa e, posteriormente, ainda comprar, quiçá, uma das novidades de dia 24 de Julho. 

Poderão encontrar mais informações no seguinte link referente ao evento. 

Gostaria muito de vos ver por lá! Até segunda-feira.

Jennifer Niven - Fala-me de um Dia Perfeito [Opinião]


Sinopse: Violet Markey vive para o futuro e conta os dias que faltam para acabar a escola e poder fugir da cidade onde mora e da dor que a consome pela morte da irmã. Theodore Finch é o rapaz estranho da escola, obcecado com a própria morte, em sofrimento com uma depressão profunda. Uma lição de vida comovente sobre uma rapariga que aprende a viver graças a um rapaz que quer morrer. Uma história de amor redentora.

Opinião: Não costumo, como sabem, enveredar por literatura deste género mas estou no desafio do Book Bingo e uma das categorias é, precisamente, ler um YA. Quis fazer já linha, daí ter optado ler Fala-me de um Dia Perfeito, um livro que fez furor aquando o seu lançamento.

Sou imberbe no que concerne a este género mas já consegui identificar um aspecto recorrente no YA: a abordagem de temas sensíveis, experienciados nesta faixa etária. Creio não ser surpresa, este aborda então o suicídio na adolescência. O leitor depara-se, logo nas primeiras páginas, deste flagelo que está explícito na sinopse, crendo portanto, não estar a desvendar de imediato algo pertinente sobre a história. Não obstante crer que, ao longo do desenvolvimento da história, este tema desvanece dando lugar ao processo de luto, vivido pela protagonista feminina, Violet.
Quanto ao protagonista masculino, Theodore, este sofre com depressão, uma doença que vejo ser subvalorizada, ainda nos dias de hoje. 

Este é, indubitavelmente, um livro muito bonito e aborda as temáticas supra-referidas com um trato sério, não obstante ter gostado de ver um maior desenvolvimento nestas. Creio que, a certo ponto, a trama começa a debruçar-se mais sobre a relação de Finch e Violet e na interacção destes no meio escolar, uma realidade que, no auge dos meus 30s, me faz sentir um pouco desenquadrada.
Poderei confidenciar que estava a pensar que a trama seria mais pesada e deprimente, percepções que se intensificaram no início e desfecho do enredo.

Contudo, pelo tom dramático com que as personagens são definidas, Violet com o luto e Finch pelas doenças mentais, as personagens pareceram-me um pouco mais adultas e agradou-me ver essa maturidade, característica esta que os destaca de serem apenas miúdos. 
Um aspecto que não achei verosímil, embora esta minha percepção entronque numa questão cultural: os pais de Violet pareceram-me demasiado estáveis para quem perdeu uma filha. Agiam de forma tão normal que, nas primeiras páginas, até coloquei em causa se a rapariga morta era mesmo irmã e não apenas uma amiga da protagonista.

Como referi anteriormente, no que concerne ao desfecho, achei-o bastante intenso mas não posso deixar-me de me sentir pouco surpreendida com a forma como o livro termina. Creio que o final é muito previsível mas agora que reflicto nisso, não poderia deixar de o ser, a fim de acentuar mais a mensagem e essência da trama. Emocionei-me muito na recta final da obra, é inevitável que nos sintamos assoberbados com a carga dramática da história.

Na minha óptica, é um livro que entretém e que nos convida a reflectir sobre a temática do suicídio juvenil, um tema que, pessoalmente, não vejo ser abordado com frequência a nível nacional. E adianto que, normalmente, tende-se a dissociar estas chamadas de atenção dos adolescentes de questões do foro de saúde mental, pelo que, há que ser mais conscienciosos com esta faixa etária.

Ainda que o YA não seja de todo a minha praia, foi um livro que apreciei e retirei alguns ensinamentos. Para quem trabalha com jovens, é sempre mais uma oportunidade de revisitar aquele mundo para tirar algumas ilações de vida pertinentes, como a que é apresentada aqui. 

quarta-feira, 19 de julho de 2017

Peter Brooklyn - Entre Mortos e Feridos Não Escapa Ninguém [Divulgação]


Data de publicação: Junho 2017

               Título Original: Entre Mortos e Feridos Não Escapa Ninguém
               Preço com IVA: 15,50€
               Páginas: 176
               ISBN: 9789897022906

Sinopse: Norte e Sul de Portugal. Dois homicídios. Os vícios do mundo do futebol e dos dirigentes desportivos, a corrupção política, o submundo da comunidade homossexual bar lisboeta, as práticas sadomasoquistas, são os ingredientes principais deste romance policial empolgante e polémico.
O inspector Pereira investiga um duplo homicídio: o arquitecto Coentro, número dois da Câmara da Marginal, é assassinado na véspera dum julgamento em que devia testemunhar sobre negócios de corrupção; o venerado presidente do Futebol Clube do Norte, José Castro, é encontrado morto no parque dum luxuoso bordel portuense. Mera coincidência ou estarão os dois crimes relacionados? O mistério aumenta à medida que novos suspeitos vão surgindo.
Deprimido pela chuva incessante e pela profunda crise que assola o País, o inspector Pereira tem de se apresentar no auge de todas as suas faculdades para resolver estes mediáticos homicídios. Pereira deverá proceder cautelosamente para encontrar os responsáveis pelos dois crimes.

Sobre o autor: Peter Brooklyn, casado com uma portuguesa, viveu cerca de 20 anos em Lisboa. Hoje, reside e trabalha em Nova Iorque. Entre Mortos e Feridos Não Escapa Ninguém é a primeira investigação do inspector Pereira a ser publicada em Portugal. O inspector, polícia culto, estudioso de Fernando Pessoa, é um apreciador de mulheres maduras e altas e da boa gastronomia portuguesa. Pereira não dispensa a colaboração de Godinho, veterano bon vivant e bem relacionado, e de Moreira, uma jovem polícia com forte temperamento.

terça-feira, 18 de julho de 2017

Megan Miranda - Uma Perfeita Estranha [Divulgação TopSeller]


Data de publicação: 24 Julho 2017

               Título Original: The Perfect Stranger
               Preço com IVA: 17,69€
               Páginas: 320
               ISBN: 9789898869241

Sinopse: Leah precisa de fugir
Leah levou demasiado longe o seu trabalho como jornalista ao publicar um artigo em que acusou um professor universitário de fornecer drogas aos alunos. Pensou que a verdade seria suficiente para resolver tudo. Estava enganada.
Emmy tem a solução
Graças à amiga Emmy, Leah consegue escapar ao escândalo, refugiando-se com ela numa pequena vila na Pensilvânia, longe de tudo, onde arranja um trabalho como professora. Infelizmente para Leah, ninguém é quem parece ser.
Mas o passado não pode ficar enterrado
Uma mulher incrivelmente parecida com Leah aparece morta nas margens do lago da vila. Uma carrinha é encontrada no fundo do lago. Emmy desaparece, sem deixar qualquer rasto, deixando a polícia a suspeitar que nunca terá existido, sequer. O que está, afinal, a acontecer?

Sobre a autora: Megan Miranda é autora de romances de sucesso como Fracture, Hysteria, Vengeance e Soulprint. Licenciada em Biologia pelo MIT, vive perto de Charlotte, no leste dos Estados Unidos, com o marido e os dois filhos.
Uma Perfeita Estranha é o seu segundo romance publicado pela Topseller, depois de As Desaparecidas, a sua estreia nos thrillers e na escrita para adultos.
Saiba mais sobre a autora em:
www.meganmiranda.com

Imprensa
«Um thriller irresistível, fascinante e de leitura imparável.» 
Publishers Weekly

Anteriormente publicado 
 Opinião AQUI










 

Håkan Nesser - O Olhar da Mente [Opinião]

 

Sinopse: AQUI

Opinião: Já tive conhecimento deste autor, recomendado pelos amigos audazes que lêem frequentemente em inglês. Nunca li, até então, uma obra do famigerado Håkan Nesser, por isso devo começar a minha opinião por congratular a editora TopSeller por ter investido neste autor e, por conseguinte, me ter dado a oportunidade em ler uma obra do mesmo na minha língua materna. Espero que a série protagonizada pelo Inspector Van Veeteren seja bem aceite em terras lusas.

Pessoalmente, sendo uma fã acérrima de novelas criminais nórdicas, considero que O Olhar da Mente é um típico policial, tornando-se mais especial devido ao ambiente onde está inserido (que posso fazer? Eu e o meu fascínio pela Escandinávia...).

Começa por um invulgar crime: uma mulher afogada na própria banheira. O marido confuso, sem qualquer lembrança da noite passada, recaindo sobre ele as suspeitas de ter assassinado Eva. Rapidamente se instala a dúvida sobre a sanidade mental do professor de História, Janek Mitter, ainda que este afiance a sua inocência.
Dada a natureza incomum deste crime, senti-me, desde o primeiro instante, bastante intrigada com este homicídio, interesse que foi intensificando com o decorrer da leitura. Não esperava um acontecimento em particular, que redobrou a minha curiosidade em conhecer o desenlace deste quebra-cabeças.

Creio que, além da história, um outro aspecto digno de realce é o cenário. Apesar da trama se situar num local idealizado pelo autor, pareceu-me que a cidade de Maardam poderia bem existir. O autor descreve, com mestria, a localização das variadas instituições onde decorrem os inquéritos e pareceram-me bastante verosímeis. À semelhança de outros policiais nórdicos que atiçam a vontade (pelo menos, a título pessoal), em conhecer as cidades que servem de cenário, tive exactamente a mesma percepção com Maardam.

Não posso deixar de tecer algumas considerações sobre o invulgar inspector Van Veeteren. Este destaca-se devido à sua personalidade inconstante, é rabugento, fruto de um casamento falhado e tece, na grande maioria das vezes, alguns comentários sarcásticos. 

O desenvolvimento da trama, a meu ver e como afirmei anteriormente, é intrigante contudo desconfiei de uma personagem que estava ligada ao sucedido. Não obstante reconhecer que existe alguma complexidade em torno desta estranha morte, aquela ligação das personagens torna-se, a meu ver, algo óbvia.

Em suma, gostei de revisitar a Suécia, ainda que a cidade em questão seja imaginária. O Olhar da Mente apresenta um homicídio bastante particular com um desenvolvimento muito satisfatório. Gostei de conhecer o inspector Van Veeteren e apreciaria ler mais casos desvendados por este. 


segunda-feira, 17 de julho de 2017

Adam Croft - Her Last Tomorrow [Opinião]


Li a versão original, em ebook, do livro O Último Amanhã. Demorei cerca de um dia. O livro é pequeno, com 200 e algumas páginas e os capítulos são curtos. Sem dar conta, na primeira noite li logo 28%. Posso dizer que, tendo uma acção frenética, O Último Amanhã é um livro viciante, contudo e agora que findei a sua leitura, não posso crer que me tenha rendido completamente.

Passarei então a explicar. Talvez tenha uma percepção errada da minha parte até porque, como li O Casal do Lado e Aqueles Que Merecem Morrer há, relativamente, pouco tempo, apercebi-me de algumas similaridades entre estas obras e O Último Amanhã. A premissa do livro é, de facto, o desaparecimento de uma criança e, conforme a frase que consta da capa, o leitor apercebe-me imediatamente de que Ellie, a filha de Nick, terá sido raptada. O resgate é, no entanto, incomum pois em vez de dinheiro, está em jogo uma vida, a da mulher de Nick. É neste ponto que residia, a meu ver, uma aparente originalidade da história mas de repente lembro-me de O Marido de Dean Koontz em que o desenvolvimento da história se alicerçava sobre um caso semelhante.
Foi inevitável não pensar em Lily de Aqueles Que Merecem Morrer quando, a certa altura, Nick delega o assassinato da mulher a outrem.
Daí que, não tirando mérito ao autor (pois de facto, estamos perante uma história que agarra o leitor), identifiquei alguns pontos comuns com as obras que nomeei. Pessoalmente não encontrei nenhum elemento verdadeiramente inovador da trama que justifique o hype desta. Relembro que a primeira edição da obra foi numa publicação de autor e foi um sucesso de vendas. Não obstante ser um enredo bastante ágil que proporciona uma ávida leitura, reiterando que esta experiência de leitura foi muito rápida, num espaço de apenas um dia. Há que ter em conta também que, não lendo na minha língua materna, a leitura costuma ser, regra geral, mais morosa.

No decorrer da leitura, estava sempre expectante com o rumo da acção. O rapto de Ellie, pareceu-me, inicialmente, um acaso, percepção deitada abaixo com o aparecimento do estranho resgate. Notei que a trama é muito actual, pegando na modernização da tecnologia como uma ferramenta aparentemente eficaz na transmissão de informação sem que seja conhecida a identidade do remetente. As redes sociais ou os vídeos do Dailymotion vão além do canal de entretenimento como nós o conhecemos. 

Além disso, devo louvar o desfecho da história. Não equacionei, devo confessar, que a resolução do puzzle seria daquela forma e acabei por ser surpreendida.

Ainda que a obra seja um thriller acaba, inevitavelmente, por levar a reflectir sobre relações matrimoniais e as prioridades que são estabelecidas numa sociedade em que grande parte da população é workaholic e secundariza a família. Desta forma, pareceram-me pouco convincentes algumas atitudes de Tasha, mulher de Nick, perante o desaparecimento da filha. Normalmente a mulher tem um papel mais maternal.

Por último, não poderia deixar de apontar um aspecto curioso relativo ao autor: a sua generosidade em partilhar com os leitores a sua propriedade intelectual. Registei-me no site dele e recebi, gratuitamente, um ebook, denominado A Cry For Help. Parece-me que seja igualmente um thriller e independente de O Último Amanhã. Certamente que lhe darei uma oportunidade.

Em suma, um livro que entretém por um bom par de horas, contudo, a meu ver, não se  (com excepção, talvez, do final) dos demais thrillers que assentam sobre a temática do rapto.

B.A. Paris - Ao Fechar a Porta [Resultado Passatempo]


Com a preciosa colaboração da editora Editorial Presença, a menina dos policiais tinha um exemplar do livro Ao Fechar A Porta de B.A. Paris para oferecer.
Desde já agradeço à editora e aos participantes que contribuíram para o sucesso deste passatempo. Com 162 participações válidas, as respostas correctas eram:

1. Como se chama o casal protagonista de Ao Fechar a Porta? Jack e Grace
2. Qual é a profissão dele? Advogado
3. Onde nasceu B.A. Paris? Em Inglaterra
4. Li este livro em Inglês e delirei quando soube que seria publicado por cá. Verdadeiro.

Note-se que este passatempo tinha uma particularidade facultativa: quem partilhasse o passatempo no Facebook, no seu mural e de forma pública, a participação era duplicada. Assim, quem participaria na posição 1 e cumprisse este requisito, participa com os números 1 e 2. O objectivo era divulgar o blogue aos amigos :)

E após um sorteio no random.org, a vencedora é:

41 - Ana Nogueira (Coimbra)

Parabéns à vencedora!!! A todos os que tentaram mas não conseguiram, não desistam pois terei o maior prazer em fazer estes passatempos! Boa sorte e boas leituras para todos!

Para mais informações sobre o livro Ao Fechar a Porta, clique aqui
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