domingo, 10 de dezembro de 2017

Patricia MacDonald - Baptizo-te Para a Morte [Opinião]


Sinopse: Segredos e mistério, num thriller inesperado. Claire e Guy pareciam o casal perfeito. A casa em Long Island e o bebé que enche de alegria a família espelham uma imagem de felicidade. Morgan só se apercebe de que algo se passa com a sua amiga Claire na festa de baptismo do bebé. A depressão pós-parto deixou-a desorientada, e Morgan tenta apoiá-la, mas tem de partir em viagem. Já no aeroporto, recebe uma notícia trágica – Claire assassinou o marido e o filho. Incrédula e determinada a ajudar a melhor amiga, Morgan decide investigar ela própria tão tenebroso crime.

Opinião: Ia jurar que, quando li a sinopse que estava na contracapa do livro, esta omitia as últimas linhas pelo que a maior surpresa, além do desfecho da trama, foi a morte do bebé, Drew, e do marido de Claire, Guy. Bem, creio que omitindo este facto, o leitor teria uma grande surpresa, logo na parte inicial da história.
Como não li a sinopse e optei por esta leitura por dois motivos: precisava de ler um livro com um título macabro para um desafio;  teria que ler um livro esquecido na estante para outro e devo dizer que fiquei bastante satisfeita.

É um thriller psicológico bastante interessante e com uma particularidade: convenceu-me que Claire teria mesmo cometido o crime e, por isso, a minha percepção inicial foi ter considerado que, possivelmente, a história seria previsível. Contudo, a história mostrou ser bastante aliciante e surpreendente, embora seja um thriller simples. Reflectindo sobre este aspecto, sem dúvida já li tramas com construção mais complexa.

O primeiro elemento digno de ser mencionado é, e não menosprezando a morte de Guy, a morte do bebé. Creio que é consensual: as mortes de crianças, especialmente em tenra idade, são chocantes. Não menosprezando, claro, o homicídio de Guy. Não obstante aquele trágico destino do bebé deixar-me algo inquieta...

O outro aspecto que achei deveras interessante foi a abordagem à depressão pós-parto, uma doença que ainda vejo tabu ou desacreditada por terceiros devido à ideia de que a maternidade é tão maravilhosa que não tem associados quaisquer efeitos negativos. A trama mostra uma realidade que é um abre-olhos para muitos.

Não tinha qualquer suspeita sobre o rumo da história. Como referi anteriormente, pouco ou nada sabia sobre a história pelo que fui sendo apanhada de surpresa.

Baptizo-te para a Morte manteve-me entretida. Sem dúvida que tenho que introduzir mais frequentemente a autora Patricia MacDonald nas minhas leituras. Gostei! 


Michelle Adams - Se Conhecessem A Minha Irmã [Opinião]

Sinopse: AQUI

Opinião: Se Conhecessem A Minha Irmã é a obra de estreia de Michelle Adams.
Confesso que demorou a minha entrega ao livro. A minha percepção inicial relacionava-se com alguma incredulidade com a relação entre as duas irmãs. Compreendia perfeitamente que Elle e Irini não tivessem sido criadas juntas e, como consequência, ter gerado um fosso entre estas. Contudo, à medida que mergulhei nos acontecimentos passados, sob a forma de flashbacks, cada vez mais atribuía aquele ambiente sinistro a Elle e me pareciam óbvios os contornos da história. Enganei-me. A história acaba até por ter alguns volte-faces e, exceptuando os requintes de malvadez da vilã, certos aspectos até foram imprevisíveis.

Ainda sobre as personagens, é definida a fronteira entre a vilã e a heroína. Tudo aponta que seja Elle a antagonista e os vários (estranhos) acontecimentos corroboram a percepção do leitor. É, portanto, num cenário sombrio e entre uma animosidade por parte de Elle que a história se desenvolve.
À medida que me fui apercebendo dos segredos daquela família, sentia-me engolida naquele drama familiar. Razão pela qual considero que, a dado ponto, o leitor dificilmente perde o interesse pela trama.

Gostei da exploração em torno desta relação disfuncional entre irmãs. Embora a competição fraternal seja um ingrediente usado em várias narrativas, creio que esta se destaca pelas situações sombrias, aparentemente desencadeadas por Elle, fazendo o contraponto com uma submissão incomum por parte de Irini. A caracterização das irmãs teve um grande peso na história.

Lido com muito interesse, até porque não conseguia conter o meu entusiasmo com a vilã (confesso ser apreciadora de antagonistas com aquele nível de malícia), considerei que a componente de thriller psicológico quase se difunde no género de terror pois a certo ponto temi genuinamente por Irini. Gosto de livros sombrios, como este.

Já se passaram uns meses desde que li esta obra, ainda assim me recordo tão bem daquele final tão twisted e intenso. O clímax perfeito para uma história tão sombria e tortuosa. 

Em suma, Se Conhecessem A Minha Irmã destaca-se pelo cariz aterrador que pode caracterizar uma relação fraternal. Uma excelente sugestão de Natal, quiçá, para oferecer aos vossos irmãos/irmãs. 


Hjorth & Rosenfeldt - A Menina Silenciosa [Opinião]


Sinopse: AQUI

Opinião: 2017 começou com a leitura de O Homem Ausente. Confesso que esse título não foi o meu preferido da dupla Hjorth & Rosenfeldt não obstante aguardar com grande expectativa o 4º volume da série. Ei-lo, ainda este ano! (Obrigada, Suma de Letras, por não nos teres feito esperar muito por mais um livro desta dupla nórdica que se tornou obrigatória na minha estante).

A Menina Silenciosa mexeu muito comigo. Isto porque, como refere o título, alicerça sobre uma criança. E declaro ser muito sensível quando as tramas implicam crianças. Apesar de estar a atentar sobre o título do livro, a forma como esta menina apareceu foi, para mim, surpreendente. 
Considerei esta a primeira de inúmeras reviravoltas da trama. 
A minha primeira percepção relacionou-se, como não podia deixar de ser, com a iminência do desfecho da situação Sebastian/ Vanja. Creio ser consensual que este episódio, que apesar de se arrastar desde o primeiro livro, acaba por ter tanta relevância como os casos criminais.

E é sobre este ponto que gostaria de tecer algumas considerações. Os contornos daquele crime deixaram-me simplesmente abismada.
Confesso que temia uma trama semelhante à do livro, também este de uma dupla sueca, O Hipnotista. Felizmente a semelhança cingiu-se apenas ao homicídio colectivo da família. Um crime desta envergadura é de difícil assimilação. Quem teria coragem em matar uma família inteira, incluindo crianças?
Procurava avidamente qualquer pista para tentar destrinçar o autor da tamanha atrocidade. E eis que, uma vez mais, os autores Hjorth e Rosenfeldt me tiraram o tapete debaixo dos pés. 

Embora estejamos perante um livro volumoso, é com bastante avidez que o leitor se presta a envolver-se na investigação juntamente com a equipa. Atento à importância de seguir a série. Desta forma o leitor se sente duplamente interessado pela trama na medida em que as vidas pessoais dos personagens também evoluem. Até este livro, diria que o interesse recaía maioritariamente sobre a situação de Bergman e Vanya. Doravante há um personagem em particular que me parece ser alvo de curiosidade.

Não devo terminar sem mencionar a exímia reviravolta final. Fiquei estupefacta com a resolução do crime sobretudo com o cair da máscara de uma personagem. Decerto que este dará cartas no próximo volume da série. Estou deveras ansiosa em ler o 5º livro!

Em suma, A Menina Silenciosa entra no pódio dos preferidos, disputando o primeiro lugar com O Discípulo. É uma série imprescindível para os fãs do género!


quinta-feira, 30 de novembro de 2017

Novembro em Livros


Foram poucos, muito poucos... Destaco A Menina Silenciosa e Mal Me Quer como os melhores do mês. E fica a promessa de devorar mais uns quantos livros em Dezembro para terminar o ano em grande. 

Espero que desse lado tenha sido um mês repleto em livros fantásticos!

A Estante está mais cheia [Novembro 2017]


Novembro foi um mês parco em leituras e compras de livros. Ainda assim chegaram alguns cá a casa, cortesia das editoras parceiras a quem devo uma palavra amiga de agradecimento. O da Anne Perry, relíquia, foi presente do marido.
Estava longe de imaginar que o orçamento destinado aos livros seria endereçado a umas compras de roupas na Black Friday... 

E vocês? Compraram muitos livros neste mês ou já pensam no próximo, pelo Natal?

quinta-feira, 23 de novembro de 2017

Sarah Pinborough - Behind Her Eyes [Opinião]


OK, com tantos livros para ler escolhi um, em ebook, que tem feito algum burburinho na internet. Falo de Behind Her Eyes de Sarah Pinborough, aclamado como o thriller psicológico cujo desfecho é o mais surpreendente de sempre. Há até uma campanha de marketing que desafia os leitores a partilhar a hastag #WTFThatEnding. Tive que ler para crer.

Desconheço se será publicado por cá (este ano foi editado pela Bertrand o livro 13 Minutos da autora) mas consta que esta história era superior, razão pela qual optei por esta obra.
Debruçando-se sobre um casal disfuncional, David e Adele, a trama adensa-se quando surge Louise. Esta, sem saber, engata David num bar e no dia seguinte percebe que é o seu novo patrão. A partir deste acontecimento, a história ergue-se sobre um triângulo amoroso (se bem que a relação do casal já esfriou tanto que já nem romance havia entre as personagens).

Nem sei muito bem como me expressar relativamente a este livro. Gostei da história com algumas ressalvas. Portanto, não fiquei completamente rendida mas a história teima em não sair da minha cabeça. Tem-me acompanhado desde ontem de madrugada, altura em que terminei a leitura.

Aprecio tramas credíveis e claramente que Behind Her Eyes não corresponde, de todo, a esta componente. A narrativa é pautada por alguns laivos de sobrenatural, ingrediente que vai ganhando força à medida que a história se desenvolve. Para mim, e claro que é uma percepção muito pessoal, o maior terror advém precisamente do ser humano, na maldade que este exerce (e que acaba por ser explorado no género de thriller psicológico). Porém, a história, sendo claramente do domínio paranormal devia ter uma outra categorização.

Não senti grande empatia com as personagens. Adele é uma narradora que suscita constantemente a dúvida e David pareceu-me também não ser digno de confiança. Há, no entanto, um aspecto que gostei na caracterização de Adele, uma psicopatia assumida e ao longo da leitura tive sempre presente a Amy Dunne (Gone Girl). Quanto a Louise, achei que, por vezes, teve atitudes contraditórias, Tanto tinha alturas em que ia à luta como mostrava autocomiseração e dependência. Sinceramente, nenhuma das personagens me cativou.

No que concerne ao malfadado twist, sim é verdade, é impossível adivinhá-lo. Fiquei estupefacta pois confesso que nunca pensei que a história se resolveria assim. Tendo em conta o que lera até então, sim é um final coerente com aquela trama. Contudo, também tenho uma noção de que será um final detestado por muitos leitores. Tenho para mim que não há meio termo para esta história e, em particular, este desfecho. 

Porém, sendo eu uma cinéfila de filmes de terror, asseguro que já vi dois filmes com situação semelhante e, por esse prisma, o final não é completamente inovador. Abstenho-me, claro, de mencionar os filmes afim de evitar qualquer tipo de spoiler.

É um livro completamente bizarro. Nem sei que nota lhe hei de atribuir no Goodreads. Dividido em três partes, confesso que não fiquei entusiasmada nas primeiras duas. Achei que o ritmo foi muito lento e não saía muito da vida rotineira de Louise, dos dilemas éticos sobre ser amiga da mulher do amante e outras crises existenciais. 
Contudo a terceira parte já foi lida com mais interesse. O final foi bem intenso, à sua maneira.

É um livro que deve ser lido open minded pois é muito diferente dos thrillers psicológicos que proliferam por aí. Gostei de ler algo fora da minha zona de conforto e, sobretudo, de ser surpreendida no final. No entanto, confesso que o paranormal não é bem a minha praia... 

Terei aqui leitores que já tenha lido esta obra tão incomum? Digam-me o que acharam, sem spoilar nada para desafiarmos outros leitores a descobrir o que afinal escondem David, Adele e Louise.

sexta-feira, 17 de novembro de 2017

M.J. Arlidge - Mal Me Quer [Opinião]

Sinopse: AQUI

Opinião: Ahhh como é bom rever Helen Grace! Correndo o risco de me tornar repetitiva, M. J. Arlidge consagrou-se como um dos autores obrigatórios na minha estante. E melhor, este ano contámos com a publicação de dois títulos da série, pelo que foi excelente! No entanto, começa a instalar-se um sentimento de vazio porque, segundo constatei, este é o último livro publicado da série. Restam-nos dois contos para amenizar as saudades que, certamente, sentiremos de Helen.

Simplesmente não me canso desta série (e recomendo-a com grande frequência) porque o autor desenvolve tramas diferentes, tendo como denominador comum a protagonista e sua equipa bem como a jornalista Emilia Garanita. Devo deixar um parêntesis e mencionar que fiquei surpreendida com a provação pela qual passou a personagem nesta história.

O autor elevou a fasquia, a meu ver, com o último livro publicado até então, O Anjo da Morte. Tendo-se passado na prisão, pessoalmente, achei todo o enredo muito intenso. Parti com bastante expectativa para este. 
Relativamente a Mal Me Quer, o vilão é conhecido sensivelmente a meio da trama, após uma reviravolta que me surpreendeu de sobremaneira. Ainda que a identidade do antagonista seja revelada atempadamente, creio que a trama é estimulante devido às acções (e até descobrir as motivações) deste.

A estrutura viciante a que o autor nos habituara nos seis livros anteriores mantém-se: capítulos curtos, terminados em suspense e intercalados em duas acções. 
Creio ser consensual que o autor fomenta o suspense de uma forma exímia. O leitor folheia, com grande interesse, as páginas repletas de acção e adrenalina. Algumas mortes brutais pautam o enredo, começando logo no primeiro capítulo. Não obstante considerar, ainda assim, que de toda a série protagonizada por Grace, esta é, talvez, a história mais previsível. E mesmo com esta percepção, foi um livro que li avidamente, sempre empolgada.

Contrariamente aos outros livros da série que se debruçavam igualmente sobre o passado sombrio de Helen Grace, creio que Mal Me Quer, sendo o sétimo da saga, faz uma breve referência à vida pessoal da detective. Quem acompanha a saga, está familiarizado com a protagonista feminina assim como o restante elenco. Isto permitiu ao autor incidir mais sobre o caso criminal e novos acontecimentos sobre as personagens.

Em suma, embora com contornos mais previsíveis, a acção frenética da trama de Mal Me Quer, transforma este livro num page turner. Ficaremos, com certeza, a aguardar com grande ansiedade o próximo trabalho do autor. Esta série de Helen Grace é obrigatória para os fãs deste género!


Universal Pictures compra direitos de «Vidas Finais»


Vidas Finais, de Riley Sager, foi a grande aposta internacional deste ano. Vendido para mais de 20 países ainda em manuscrito, foi publicado em outubro passado pela Topseller. Agora vê os seus direitos cinematográficos serem comprados pela Universal Pictures.

A Anonymous Content será a produtora responsável pela adaptação ao grande ecrã desta história. Do seu repertório fazem parte sucessos como Being John Malkovich, Babel ou Eternal Sunshine of the Spotless Mind, e séries como 13 Reasons Why.

A Anonymous Content foi já distinguida com um Oscar com o filme Spotlight, e com um Globo de Ouro com o filme The Revenant.

Tudo boas razões para que seja um dos filmes mais aguardados dos próximos tempos, com um enredo que Stephen King apelidou de «o grande thriller de 2017».


segunda-feira, 13 de novembro de 2017

Chris Carter - O Escultor da Morte [Divulgação TopSeller]


Data de publicação: 27 Novembro 2017

               Titulo Original: The Death Sculptor
               Preço com IVA: 18,79€
               Páginas: 416
               ISBN: 9789898869579

Sinopse: Até a obra de arte estar completa, a morte vai ter de esperar.
Quando a enfermeira Melinda Wallis entra no quarto de um paciente a seu cuidado, mal pode imaginar aquilo que vai encontrar.
Derek Nicholson, um importante advogado de Los Angeles, foi brutalmente assassinado. O homicida mutilou os seus membros e
construiu com eles uma escultura.
Chamado de emergência ao local do crime, o inspetor Robert Hunter não percebe as motivações por detrás de um crime tão hediondo. Especialmente porque Nicholson, que sofria de cancro em fase terminal, já não tinha muitas semanas de vida.
Quando um segundo corpo aparece num barco ancorado na marina de Los Angeles, o mistério adensa-se. Trata-se, agora, de um agente da polícia. E o macabro da cena repete-se, com o corpo decepado a criar uma escultura estranha.
Qual será a ligação entre as duas vítimas? Que significado terá a disposição dos seus corpos? O que estará o assassino a querer dizer?
Um thriller vibrante e misterioso, com surpresas e revelações inesperadas ao virar de cada página.

Sobre o autor: Chris Carter nasceu no Brasil mas cedo se mudou para os Estados Unidos, onde se formou em Psicologia com especialização em Comportamento Criminal. Foi psicólogo criminal durante vários anos antes de se mudar para Los Angeles e depois para Londres, onde tocou como músico para artistas conhecidos, até que deixou tudo para se tornar escritor a tempo inteiro.
Hoje, aplica na escrita a sua experiência de vários anos enquanto psicólogo criminal. A série Robert Hunter conta já com seis volumes publicados, todos bestsellers internacionais. Os seus livros já foram traduzidos para 14 línguas e são êxitos de vendas na Dinamarca e na Alemanha. Neste último país, o autor já vendeu mais de um milhão de exemplares.
Saiba mais sobre o autor em www.chriscarterbooks.com.


quinta-feira, 9 de novembro de 2017

Mary Higgins Clark - Toda Vestida de Branco [Divulgação Bertrand]


Data de publicação: 10 Novembro 2017

               Titulo Original: All Dressed in White
               Preço com IVA: 16,60€
               Páginas: 280
               ISBN: 9789722534659

Sinopse: Há cinco anos, Amanda ia casar-se com o seu namorado do liceu. Depois, desapareceu. Laurie Moran escolhe o caso para o seu programa e faz uma reconstituição dessa noite com a presença dos familiares e amigos. Uma irmã ciumenta, um padrinho playboy, o noivo de Amanda agora casado com uma das damas de honor e diversos boatos sobre a «adorada» noiva levam Laurie a perceber que toda a gente tem uma teoria acerca do desaparecimento sem deixar rasto de Amanda. Mas onde estará a verdade?

Sobre os autores: Mary Higgins Clark é autora de mais de trinta romances que obtiveram um êxito assinalável, tendo vendido mais de 150 milhões de exemplares dos seus livros em todo o mundo.
Foi secretária e hospedeira, mas depois de se casar dedicou-se à escrita. Com a morte prematura do marido, que a deixou com cinco filhos pequenos, a autora investiu na escrita de guiões para rádio e, depois, nos romances. Rapidamente se tornou um dos grandes nomes da literatura de suspense, conquistando os tops de vendas, a crítica e os fãs.
Foi eleita Grand Master dos Edgar Awards 2000 pela Mystery Writers of America, que também lançou um prémio anual com o seu nome. Já foi presidente da Mystery Writers of America, bem como do International Crime Congress. 

Alafair Burke é autora best-seller de mais de uma dúzia de livros. Antiga advogada de acusação, é hoje professora de direito criminal em Manhattan.

Imprensa
«Muita intriga e emoção.»
Publishers Weekly