sexta-feira, 5 de junho de 2015

85ª Feira do Livro de Lisboa

Normalmente na feira do livro tenho tendência em comprar colecções. Num ano foi tudo de Henning Mankell, num outro Mary Higgins Clark e ainda me lembro quando foi o ano de Game of Thrones. Agora é o que vem à rede. O que interessa é acumular boa literatura a preços convidativos.

1º Dia da Feira
Foi o marido que ofereceu mas vou contabilizá-lo.

Na wook está a 22,50€ e custou 8€ na feira. Poupei 14,5€










2º Dia da Feira
Na wook está a 16€ e custou 5€ na feira. Poupei 11€












Na wook estão a 7€ e 17,50€, respectivamente, ou seja custariam juntos 24,5€. Pois estes dois livros, à custa de um voucher e de uma compra dividida, custaram-me apenas 10€. Poupei 14,5€


3º Dia da Feira- Hora H

Na wook está a 17,95€ e custou-me na feira 8,5€. Poupei 9,45€










Na wook está a 7,50€ e custou-me na feira 3,75€. Poupei 3,75€










Na wook está a 17,70€ e como tinha etiqueta amarela, teve desconto de 70% tendo-me ficado em 5,31€. Poupei 12,39€









Na wook está a 14,40€ e também este tinha etiqueta amarela, tendo-me custado 4,32€. Poupei 10,08€











As compras ter-me-iam ficado em 110,55€ mas paguei apenas 44,88€. Ou seja, poupei 65,67€. Not bad, hein?

quarta-feira, 3 de junho de 2015

Liane Moriarty - O Segredo do Meu Marido [Opinião]


Sinopse: A carta do marido dizia: "Para ler apenas após a minha morte."
Mas ele estava vivo. E escondia um segredo aterrador.
Cecilia encontrou a carta acidentalmente. Na penumbra do sótão, soube de imediato que não devia lê-la. Que devia devolvê-la ao seu esconderijo, fingir nunca a ter encontrado e respeitar a vontade do marido. Afinal amava John-Paul. Juntos, tinham três filhos e uma vida sem sobressaltos. Argumentos que de pouco serviram perante a sua curiosidade crescente. E quando começou a ler, o tempo parou. A confissão de John-Paul fulminou-a como um raio, dividindo a sua vida em dois: o antes e o depois da carta. Cecilia vai ficar agora perante uma escolha impossível.
Se o segredo do seu marido for revelado, tudo o que construíram será destruído. Mas o silêncio terá um efeito igualmente devastador. Porque há segredos com os quais não se pode viver…

Opinião: Em vésperas do lançamento do novo livro de Liane Moriarty, Pequenas Grandes Mentiras, finalmente (e ressalvo que não tenho explicação para o facto de ter demorado tanto tempo a ler este livro já que o mesmo constava na minha estante há quase um ano) li O Segredo do Meu Marido. Fiquei simplesmente abismada com a história.
O Segredo do Meu Marido é uma obra que, à partida, não me despertaria interesse. No entanto, não fiquei indiferente às inúmeras críticas favoráveis que foram surgindo na blogosfera.

A sinopse é, a meu ver, muito redutora. A história vai muito além de Cecilia que encontrou a carta do seu marido. É também a história de Tess e Rachel, duas mulheres que, à semelhança de Cecilia, também se deparam com os seus dilemas. 
A subtrama em torno de Cecilia acabou, na minha opinião, por ser a mais interessante uma vez que tece um subtil mistério em torno da carta que John-Paul escrevera à sua mulher. Confesso que engendrei algumas hipóteses mais comuns dentro da interacção matrimonial, tendo sido algo surpreendida a meio da narrativa com o teor da carta.

Por outro lado, não senti tanta empatia com Rachel, justificado talvez pelo facto de ser uma personagem mais velha. Contudo, segui atentamente todas as suas inquietações decorrentes do homicídio da filha e os pequenos avanços na investigação deste caso. 
Em relação a Tess, deduzo que o seu dilema seja algo recorrente e foi-me impossível não sentir compaixão pela provação a que ela é sujeita. O seu problema é talvez o mais credível e comum das três.

Num universo claramente feminino, a trama aborda temas delicados como a fragilidade do casamento, o processo de luto e acima de tudo, a culpa e o perdão. Desenvolvendo ora num ritmo rápido, ora em momentos mais morosos, proporciona uma leitura ávida, tendo-o lido em apenas dois dias. Estava extremamente curiosa com o rumo dos acontecimentos e embora a trama seja isenta de momentos mais gráficos, esta é indiscutivelmente pautada pelo dramatismo dos episódios que conseguem ser tão perturbadores quanto os livros que mais aprecio.

Este é claramente um livro convidativo à introspecção uma vez que as subtramas das três mulheres exploram os valores morais das atitudes que adoptamos no quotidiano.

Nota positiva para um epílogo verdadeiramente emocionante e que remata brilhantemente uma narrativa consistente e cativante. É rara a literatura que escolho e que tem este impacto de deixar-me a matutar nas repercussões não só das escolhas das personagens como também e principalmente, das nossas. Gostei muito!




domingo, 31 de maio de 2015

A Estante está mais cheia [Maio 2015]

 Abusei este mês (para variar!) Ora vejamos...

A magnífica colecção que me faltava da V.C. Andrews, super rara, foi encontrada por mim no OLX mas ofertada pelo maridão. Uffff

Eis que um dia vou passear à livraria Bizantina e vejo alguns títulos que não tinha da colecção da RBA da Agatha Christie. Por 2€ cada, trouxe estes cinco.


E sem grandes discriminações,  a foto usual das aquisições:


Rejeitada de Jodi Ellen Malpas foi ofertado pela Planeta, à qual endereço os meus agradecimentos. A Rapariga do Comboio também foi facultado pela TopSeller, numa edição de Exemplar Avançado (já o li e gostei bastante! Estejam atentos ao dia do lançamento que foi antecipado para dia 5). 
Os Crimes da Rua Morgue de Edgar Allan Poe foi oferecido por uma amiga (trata-se do primeiro policial de sempre e estou bastante curiosa com a sua leitura!). Já A Espia do Oriente foi oferecido pelo autor, Nuno Nepomuceno. Tive o prazer de apresentar o seu livro na Fnac e mais uma vez constatei o quão fantástico é este autor!
Jogo Duplo e Pequenas Grandes Mentiras foram compras de um sábado de ócio pelo centro de Lisboa.

Conforme terão conhecimento, já começou a feira do livro de Lisboa e eu já me estreei. No primeiro dia comprei Dez Anos Depois de Liane Moriarty, livro que está em saldos no stand da Editorial Presença, tendo-me custado 8 anos (bem, na realidade, este até foi o marido que o pagou).
Ontem voltei à feira e lá fiz mais umas compras. Ouvi um burburinho sobre O Indesejado de Sarah Waters e quando o vi no stand da Bizâncio a 5€, não resisti. Já Corrida Para a Morte e Segredos Submersos custar-me-iam 13.50€, contudo, ao comprar juntamente com uma livrólica e usando um voucher de desconto, gastei apenas 10€ em ambos os livros. Boa compra, não?

E vocês também fizeram muitas compras? Ainda têm espaço nas estantes?

sexta-feira, 29 de maio de 2015

Åsa Larsson - Sacifício a Moloc [Opinião]


Sinopse: AQUI

Opinião: Sacrifício a Moloc é o quinto livro protagonizado por Rebecka Martinsson e Anna Maria Mella, uma saga que tem-se consolidado a cada livro publicado. A autora tem-me conquistado cada vez mais, tendo-se tornado numa das minhas favoritas, embora não tenha apreciado tanto o título Sangue Derramado, como os demais.

Tendo como premissa algo tão chocante como a descoberta de restos humanos no interior de um urso, a trama desenrola-se em duas frentes, tal como acontecera no livro anterior, Quando a Tua Ira Passar. Assim, existe uma subtrama actual e uma outra que remota ao ano de 1914.  Diria que a componente policial está maioritariamente presente na trama actual por intermédio da investigação da morte de Sol-Britt que vivia com o seu neto Marcus. Quanto à trama do passado, esta aparenta ser uma história de amor entre uma jovem professora e o proprietário de uma mina local.
Aparentemente independentes e a meu ver, extremamente apelativas, a tramas irão convergir embora o leitor desconheça o elo de ligação, sendo este um dos principais mistérios da narrativa.
Confesso que gosto bastante dos livros com esta estrutura que nos permita acompanhar um evento passado e, simultaneamente, uma situação actual.

Além de ter ficado particularmente agradada com a história, pois fiquei intrigada com as subtramas e qual seria o ponto de ligação entre as mesmas, tenho a apontar um outro factor à margem da narrativa que é a descrição dos locais. Kiruna, perto da Lapónia, é a avaliar pelas obras da autora, um local lindíssimo (apesar do frio avassalador).

Na presente obra, a investigação passa, maioritariamente, pelas mãos da advogada Rebecka. A personagem Anna Maria Mella tem um papel mais reduzido no caso.
As suas vidas pessoais acabam por ter bastante importância nas tramas, ficando eu, uma vez mais, curiosa com o desfecho amoroso de Rebecka, que terá, certamente, mais desenvolvimentos num futuro livro. Também me agrada que a advogada tenha uma preocupação com os animais, em particular com os cães, criando mais pontos de contacto entre esta personagem e o leitor.

Um caso independente das tramas anteriores, podendo por isso, ser lido sem haver contacto prévio com as demais obras da autora, no entanto e simultaneamente, a série prima pelo desenrolar do fio condutor da vida das personagens femininas.

Em suma, Sacrifício a Moloc é um livro inteligente, cativante e instigante. Recomendo vivamente a série de policiais de Asa Larsson e ficarei, sem sombra de dúvidas, expectante a aguardar pelo próximo.

quinta-feira, 28 de maio de 2015

Gilly MacMillan - Não Me Deixes [Divulgação Editorial Jacarandá]


Data de publicação: 3 Junho 2015 
  
               Título Original: Burnt Paper Sky
               Preço com IVA: 18,90€
               Páginas: 456
               ISBN: 9789898752727

Sinopse:  Viras-te por um segundo…E o teu filho desapareceu.
Rachel Jenner distraiu-se por breves momentos. E agora Ben, o seu filho de oito anos, desapareceu.
Mas o que aconteceu realmente naquela fatídica tarde?
Dividida entre a sua tragédia pessoal e uma opinião pública que se virou contra ela, Rachel não sabe em quem confiar. Será que as outras pessoas, por seu turno, podem confiar nela?
O tempo urge para que Ben seja encontrado com vida.
E TU, DE QUE LADO ESTÁS?

Sobre a autora: Gilly Macmillan cresceu em Swindon, Wiltshire e também viveu no norte da Califórnia no final da adolescência. Ela estudou História da Arte na Universidade de Bristol e, em seguida, no Courtauld Institute of Art, em Londres.
Gilly vive em Bristol com o seu marido e os três filhos. Não me Deixes é o seu primeiro romance. 

James Patterson & Michael Ledwidge - Zoo [Divulgação Editorial TopSeller]


Data de publicação: Maio 2015 
  
               Título Original: Zoo
               Preço com IVA: 18,79€
               Páginas: 352
               ISBN: 9789898800282 

Sinopse: Quando o Homem se torna o grande inimigo de todas as outras espécies animais, o perigo espreita e o pânico instala-se, não só pelas ruas das cidades, mas até dentro das nossas próprias casas.
O comportamento animal está a mudar. E não para melhor. Por todo o mundo sucedem-se ataques de animais espalhando uma verdadeira epidemia de terror.
Em todos os continentes, espécies selvagens, e até animais domésticos, ostentam subitamente uma atitude hiperagressiva em relação a um animal em particular: o Homem.
Jackson Oz, um jovem biólogo, assiste a esta escalada de episódios violentos com uma clara sensação de pânico. Quando vê, com os seus próprios olhos, um ataque organizado de leões em África, a enormidade da violência torna-se terrificamente clara.
Com a ajuda da ecologista Chloe Tousignant, Oz tenta avisar os líderes mundiais antes que seja demasiado tarde. Os ataques aumentam em ferocidade, astúcia e planeamento e, em breve, não restará um único lugar seguro para o Homem se esconder.
Usando toda a criatividade fulgurosa que já lhe conhecemos, James Patterson nasceu para escrever este livro. Zoo já foi adaptado para televisão pela CBS e a primeira temporada de treze episódios irá estrear brevemente nas televisões portuguesas.


Sobre os autores: Michael Ledwidge é um escritor norteamericano com ascendência irlandesa. É coautor de mais de uma dezena de livros com James Patterson.

James Patterson é indiscutivelmente um dos grandes nomes do thriller, sendo mesmo o mais popular neste género em todo o mundo, com mais de 150 milhões de exemplares vendidos, traduzidos em 49 línguas.
Patterson publicou a sua primeira obra em 1976 e é autor de um impressionante número de bestsellers. Entre outros prémios, foi distinguido com o Edgar Award, a distinção mais importante do mundo atribuída a este género de romance.
 

Imprensa
«Um dos melhores entre os melhores.»
Time


«Se é um apaixonado por animais, este livro vai partir-lhe o coração em vários pedaços, mas também o vai deixar arrepiado até chegar ao final.»
The Book Report 

quarta-feira, 27 de maio de 2015

Yrsa Sigurdardóttir - Alguém Para Tomar Conta de Mim [Opinião]


Sinopse: AQUI

Opinião: Alguém Para Tomar Conta de Mim é o quinto livro protagonizado pela advogada Thóra Gudmundsdóttir. Recordo que em 2011 a Quetzal publicou o terceiro livro, pelo que aponto como principal crítica a omissão do quarto volume publicado em português. Daí e por conseguinte, como entusiasta da vida pessoal da advogada que sou, perdi a aparição de mais uma personagem, a de Orri, que creio ser doravante uma figura do elenco da série.

Alguém Para Tomar Conta de Mim não deixa, no entanto, de ser um brilhante policial. A trama é cativante pois aborda um tema polémico como a inserção de deficientes na sociedade islandesa, que acaba por ser transversal às sociedades actuais independentemente do país. O cerne, no entanto, é a interacção das famílias dos deficientes com os mesmos. E fala de todo o tipo de deficiência, com especial incidência no autismo e na sua capacidade especial de expressão. A meu ver, existe uma reflexão sobre os desafios com que as pessoas com deficiências lidam diariamente, sendo desta forma, uma história com contornos pesados

Apresenta, portanto, uma subtil crítica social não só pela menção deste tema como a alusão da situação financeira da Islândia em 2010 que ocasionou algum desemprego e influenciou a população autóctone em geral.

Como é referido na sinopse, Jakob é deficiente e acusado de ter ateado um incêndio à instituição onde vivia, juntamente com outros indivíduos. Cabe a Thóra averiguar a inocência do jovem mas a sua investigação vai levantar o véu sobre alguns aspectos que se deveriam manter secretos. Estas revelações ao longo da trama afiguraram-se, para mim, bastante densas e revoltantes.

Contudo, a autora não deixa de entrosar esta trama bastante verosímil com laivos do ocultismo, relembrando-me um pouco do último livro que li de Yrsa Sigurdardóttir, Lembro-me de Ti. Uma das personagens crê viver uma casa abandonada, sendo esta subtrama aparentemente sobrenatural. Creio que, embora o caso tenha uma explicação lógica, a introdução desta subtrama espicaça o leitor pois uma coisa é certa, como já constatara no livro anterior, a autora é exímia na descrição de fenómenos paranormais.

Como outro ponto forte, este já verificado em outras tramas de Sigurdardóttir, ressalvo a interacção da secretária Bella, uma mulher algo destrambelhada com Thóra, constituindo momentos verdadeiramente engraçados. Diria que um dos ingredientes que contribui para o sucesso desta saga é a caracterização das personagens. Matthew tem uma nova aparição, no entanto a participação da personagem na resolução do caso é, novamente, diminuta.
Os filhos de Thóra, Sóley e Gylfi estão mais crescidos e Gylfi está numa situação completamente diferente do que me recordava sobre esta personagem. Volto a lamentar o facto de não ter lido o quarto livro da saga...

Em jeito de conclusão, não deixo de congratular a editora Quetzal pela edição de mais uma trama de Thóra. Estas são definitivamente as minhas preferidas, ainda que apenas tenha lido um stand alone, Lembro-me de Ti, que na minha opinião não é o melhor da autora, após um interregno de quatro anos. Espero não ter que esperar tanto tempo pelo sexto livro da série.

Em suma, Alguém Para Tomar Conta de Ti é um excelente policial em forma de um inteligente quebra cabeças resolvido por Thóra, não deixando de apelar à sensibilidade do leitor devido essencialmente à temática da deficiência. Gostei muito!

Louise Penny - Mística Fatal [Divulgação Editorial Dom Quixote]


Data de publicação: 16 Junho 2015 
  
               Título Original: A Fatal Grace
               Preço com IVA: 18,90€
               Páginas: 440
               ISBN: 9789722057554

Sinopse: CC de Poitiers tinha um ego do tamanho do mundo e não descansou enquanto não viu o seu livro  de auto-ajuda publicado com o seu rosto na capa.
Era autoritária, detestada por todos, mas decerto nunca pensou vir a morrer eletrocutada numa pista de Curling numa aldeia nos confins do Canadá. Armand Gamache, o inspetor-chefe da Sûreté do Quebeque, também jamais imaginou regressar tão cedo a Three Pines, muito menos na quadra natalícia, tempo de paz e fraternidade a contrastar com o estranho crime. 
Chamado a liderar a investigação, cedo descobre que CC de Poitiers não era sequer amada pelos familiares mais próximos e colecionava inimigos. Mas Gamache também tem os seus próprios inimigos e não tarda a perceber que não pode confiar em ninguém. Enquanto um vento agreste sopra em  Three Pines, trazendo consigo um manto de neve, há uma verdade mais arrepiante que se insinua...

Sobre a autora: Louise Penny, nascida em Toronto em 1958, é autora de romances policiais. Vive no Quebeque, concentrada nas investigações do inspetor-chefe Armand Gamache, de que já publicou dez títulos. Inicialmente trabalhou como jornalista, mas foi como escritora que ganhou numerosos prémios, dos quais se destacam o Agatha Award para o melhor romance policial do ano, em quatro anos consecutivos (2007-2010), e o Anthony Award para dois títulos da série. Os seus livros estão traduzidos em 25 idiomas.

Imprensa
«Um dos melhores policiais de 2007»
Deadly Pleasures Magazine, EUA


Anteriormente publicado 
 Opinião AQUI










segunda-feira, 25 de maio de 2015

Herman Koch - O Jantar [Divulgação Editorial Alfaguara]


Data de publicação: 3 Junho 2015 
  
               Título Original: Het diner
               Preço com IVA: 16,90€
               Páginas: 304
               ISBN: 9789898775511

Sinopse:  Noite de Verão em Amsterdão: dois casais encontram-se para jantar num restaurante sofisticado. A trivialidade da conversa, sobre férias e trabalho, entre garfadas satisfeitas e sorrisos educados, deixa adivinhar um jantar aparentemente normal. Aparentemente.
É quando chega o prato principal que descobrimos que os casais não se juntaram para jantar pelo prazer da refeição e da companhia, mas para discutir um acto de violência ignóbil cometido pelos filhos de ambos. Aliás, não para discutir o acto em si, mas para decidir como deverão as famílias agir face ao crime.
Entre status e família, vamos descobrindo até onde estão as pessoas dispostas a ir para defender o que é seu e impedir o seu pequeno mundo de cair por terra.
À medida que a refeição avança e se precipita a revelação de segredos e traições, a tensão crescente entre os casais encaminha-se para um final dramático.
Todos têm algo a perder e ninguém pode clamar inocência.
A natureza do mal exposta à mesa de jantar e a subtileza (i)moral da narrativa fazem desta uma história provocadora, controversa, tensa e brilhante. Um romance que conquistou a crítica e arrasou as tabelas de livros mais vendidos, com perto de um milhão de exemplares em todo o mundo.

Sobre o autor: Herman Koch nasceu em 1953 em Arnhem, na Holanda. Estudou Russo e viveu na Finlândia durante alguns anos, até se mudar para Amsterdão, onde é produtor de televisão e escritor. O Jantar, bestseller mundial publicado em 40 países e com mais de 700.000 exemplares vendidos na Holanda, recebeu o Prémio Publieksprijs de 2009 e é parcialmente baseado na história verídica de uma mulher sem-abrigo, María del Rosario Endrinal Petit, queimada viva no interior de um ATM em Barcelona, em 2005.

Imprensa
 «Deliciosamente negro. Uma leitura imprescindível para o Verão.» 
Independent 

«Apaixonante. Vai ser o assunto do verão.» 
Sunday Times
 

«Uma Gone Girl europeia. O Jantar é um thriller psicológico astuto em torno de um crime horrendo e das suas consequências para duas famílias. (…) Um dos romances mais aguardados do Verão.» 
The Wall Street Journal 

«Quanto mais lia e me embrenhava neste negro e perturbante enredo familiar, mais me arrepiava… À medida que o jantar se transforma num autêntico pesadelo, percebemos até onde a classe média está disposta a ir para proteger a sua prole de monstrinhos.» 
Daily Mail 

«Uma refeição da classe média alta transforma-se numa janela improvável para o privilégio, a violência e a loucura. Koch (…) levanta uma questão pertinente: que dívida é a dos pais em relação aos seus filhos e quanto do carácter destes é herdado dos pais… Uma visão arrepiante do abjecto manter de aparências.» 
Kirkus Reviews 

«Um livro que interessará muitíssimo a todos aqueles que gostam de ver o que acontece quando determinadas convicções confortáveis das famílias da classe média se estilhaçam, quando o finíssimo verniz da decência e das boas maneiras estala de vez e deixa a descoberto as violentas criaturas que espreitam à superfície.» 
The Guardian 

«O Jantar demonstra o quão poderosa pode ser a ficção no desmascarar do mundo moderno (…) Farto de As Cinquenta Sombras de Grey? Então leia O Jantar – e veja o que é ficar chocado.»
The Economist 

sábado, 23 de maio de 2015

Maratona Literária [Crónicas do Gelo e Fogo] - Desafio II

A Cláudia pergunta qual é a personagem com características mais parecidas com a minha personalidade. Confesso que pensei nisto algumas vezes durante a tarde, sem sucesso. E o que fiz? Um teste na Zimbio, Which Game of Thrones character are you? Eis o resultado...


PS: Sou contra o incesto, para que conste.