segunda-feira, 16 de abril de 2018

Amy Lloyd - A Mulher Inocente [Divulgação Planeta]


Data de publicação: 17 Abril 2018

               Título Original: The Innocent Wife
               Preço com IVA: 18,85€
               Páginas: 312
               ISBN:9789897770449

Uma história arrepiante baseada num caso real, que foi o suporte de dois documentários para a TV: Paradise Lost e West of Memphis. 

Um thriller que explora as fragilidades humanas e como as influências exteriores, que podem ser enganadoras, fazem com que possamos tomar decisões precipitadas e sem nexo.

Sinopse: Uma mulher obcecada que quis acreditar que um assassino era inocente e que coloca a vida em risco, porque acreditou num conto de fadas.
A história deste thriller é perturbadora e real.
Há vinte anos Dennis Danson foi preso pelo brutal assassínio de uma jovem na Florida, no condado de Red River.
Na actualidade é o assunto de um documentário resultante de um frenesi online para descobrir a verdade e libertar o homem que foi injustamente acusado.
A muitos quilómetros, em Inglaterra, Samantha é obcecada pelo caso de Dennis e começa a corresponder-se com ele.
Sam depressa cai enfeitiçada pelo charme e bondade que ele tem para com ela. Decide rumar a Red River, para trabalhar na sua libertação e casar com ele.
Mas quando a campanha é bem-sucedida e Dennis é libertado, Sam começa a descobrir pormenores que sugerem que afinal ele pode não ser assim tão inocente.
Mas como confrontar o marido quando não se quer descobrir a verdade?

Sobre a autora: Estudou Inglês e Escrita Criativa na Cardiff Metropolitan University.
Venceu o Daily Mail First Novel com A Mulher Inocente em 2016.
Vive em Cardiff, no País de Gales, com o companheiro e dois gatos.


Imprensa
«Adorei A Mulher Inocente, bem feito e convincente. Manteve-me a adivinhar e embrenhada! 5 estrelas!»
C.J. Tudor, autora de O Homem de Giz 


«Hábil, inteligente e muito oportuno.»
The Sunday Mirror 

«Escrito com coragem, o livro capta com habilidade a natureza da obsessão e as suas consequências e culmina num clímax que Patricia Highsmith teria admirado.»
The Daily Mail

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