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terça-feira, 4 de fevereiro de 2020

C. J. Tudor - Os Outros [Divulgação Planeta]


Data de publicação: 4 Fevereiro 2020

               Título Original:The Other People
               Tradução:
               Preço com IVA: 19,95€
               Páginas: 368
               ISBN: 9789897773334

Sinopse: Uma rapariga pálida num quarto branco…
Ao conduzir uma noite para casa, Gabe vai atrás de um velho carro, quando vê a cara de uma menina aparecer na janela. Ela diz uma palavra: papá. É a sua filha de cinco anos, Izzy. E nunca mais a vê.
Três anos mais tarde, Gabe passa os dias a conduzir na auto-estrada à procura do carro que levou a filha, recusando-se a desistir. Apesar de todos pensarem que Izzy está morta.
Fran e a filha, Alice, também estão na auto-estrada. Não estão à procura. Estão em fuga. Tentando manter-se um passo à frente das pessoas que lhes querem fazer mal. Porque Fran sabe a verdade. Ela sabe o que aconteceu à filha de Gabe.
Sabe quem é o responsável e o que lhe farão a si e a Alice se a apanharem.

Sobre a autora: C. J. Tudor é natural de Salisbury e cresceu em Nottingham, onde ainda vive com o companheiro e a filha pequena. O seu amor pela escrita, em especial pelo macabro e pelo sinistro, manifestou-se desde cedo. Enquanto os jovens da sua idade liam Judy Blume, ela devorava as obras de Stephen King e de James Herbet. O Homem de Giz foi o seu primeiro livro.

Imprensa
«C. J. Tudor conseguiu outra vez. Um hipnotizante, arrepiante e excitante livro.»
J. P. Delaney, autor best-seller de A Rapariga de Antes


«C. J. Tudor é uma brilhante contadora de histórias.»
Alex Michaelides, autora de A Paciente Silenciosa


terça-feira, 2 de abril de 2019

C.J. Tudor - Levaram Annie Thorne [Divulgação Planeta]


Data de publicação: 2 Abril 2019

               Título Original: The Taking of Annie Thorne
               Tradução: Victor Antunes
               Preço com IVA: 18,85€
               Páginas: 336
               ISBN: 9789897771835 

Sinopse: Naquela altura…
Uma noite, Annie desapareceu. Sumiu da sua cama. Houve buscas, apelos. Todos pensaram o pior. E depois, miraculosamente, após quarenta e oito horas, ela voltou. Pensou-se que não queria ou não conseguia dizer o que lhe acontecera.
Mas alguma coisa aconteceu à minha irmã. Não sei explicar o quê. Só sei que quando voltou, já não era a mesma. Não era a minha Annie. Não queria admitir de forma alguma que às vezes tinha um medo de morte da minha irmãzinha…

Agora…
O e-mail chegou à minha caixa de correio há dois meses.
Quase o apaguei de imediato, mas fiz clique para abrir:

SEI O QUE ACONTECEU À SUA IRMÃ. ESTÁ A ACONTECER DE NOVO.
Quando a minha irmã tinha oito anos, desapareceu… mas depois voltou. O pior dia da sua vida não foi quando a irmã foi levada… foi o dia em que ela voltou.

Sobre a autora: C. J. Tudor é natural de Salisbury e cresceu em Nottingham, onde ainda vive com o companheiro e a filha pequena. O seu amor pela escrita, em especial pelo macabro e pelo sinistro, manifestou-se desde cedo. Enquanto os jovens da sua idade liam Judy Blume, ela devorava as obras de Stephen King e de James Herbet. O Homem de Giz foi o seu primeiro livro.

Imprensa
«Obscuro, perturbador e imprevisível, Levaram Annie Thorne é outro romance triunfante de C. J. Tudor. Com personagens convincentes e escrita espirituosa, agarra desde a primeira página.»
Jenny Quintana, autora de The Missing Girl

«Alguns escritores têm talento, outros não, C. J. Tudor tem muito. Levaram Annie Thorne é espetacular em todos os aspetos.»
Lee Child

«O livro de Tudor de 2018 O Homem de Giz foi uma voz fresca no romance de mistério com um enredo arrepiante. Levaram Annie Thorne é ainda melhor.»
Washington Post 
 

quinta-feira, 28 de março de 2019

C.J. Tudor - Levaram Annie Thorne [Opinião]


Dia 2 de Abril será publicada a segunda obra da autora britânica C.J. Tudor, que se estreou nas lides literárias com O Homem de Giz, para mim, um dos melhores thrillers de 2018.
Antes de tecer as minhas considerações sobre o livro, gostaria de ressalvar o magnífico trabalho de marketing da editora Planeta, que me fez chegar um exemplar de avanço acompanhado de uma boneca, um elemento assaz importante no livro.


Devo dizer que detectei um denominador comum entre as duas obras da autora: a construção de um ambiente sinistro, alicerçado num ambiente que decorre numa cidade pejada de moradores com esqueletos no armário. O protagonista, Joe Thorne, é pois um homem atormentado pelos fantasmas do passado e que se vê agora de regresso à sua terra natal a fim de descobrir o que aconteceu à sua irmã, Annie, há 25 anos atrás. Nessa época a menina desaparecera por dois dias e, uma vez regressada a casa, o seu comportamento mostrara-se completamente diferente como se de outra pessoa se tratasse.

Confesso que a partir da premissa fiquei bastante expectante com o desenrolar da trama, a qual, a meu ver, se desenvolve morosamente. Diria que este é um livro escrito em estilo slow burn uma vez que o início da trama tem um ritmo arrastado, debruçando-se essencialmente na caracterização das personagens já adultas. Confesso que, devido a este facto, senti-me impaciente algumas vezes até ao ponto em que a autora nos transporta para os eventos ocorridos nos anos 90, altura em que nos apercebemos da profundidade da relação fraternal e o quão a mesma fica abalada após o desaparecimento da criança.

Voltei a sentir um certo paralelismo com a escrita de Stephen King. No livro antecessor, O Homem de Giz, atribuí essa percepção aos contornos da história, mais concretamente às interacções do grupo de crianças. Nesta história em particular, apesar da autora se debruçar novamente sobre as dinâmicas estabelecidas em grupos de crianças, senti que toda a trama foi escrita num tom mais sombrio. Creio que atribuo esta minha percepção ao estilo da própria autora. Considerei certas passagens ainda mais gráficas do que as do livro precedente e, pessoalmente, agrada-me que a autora não se tenha coibido de descrever os pormenores macabros para detalhar algumas cenas. Esta mesma percepção intensificou-se nas últimas páginas, altura em que me senti assoberbada, pois devo dizer que não esperava que a resolução do puzzle fosse a que a autora nos apresentou, resolução essa que, dentro das tramas do género, que se alicerçam sobre desaparecimentos de crianças, sem dúvida que acaba por se destacar entre as demais.

Assim, se não fiquei imediatamente rendida logo nas primeiras páginas, a minha impaciência inicial acabou por se reverter, numa fase posterior do livro, num misto de sentimentos que foram desde a ansiedade até ao entusiasmo, passando pela estupefacção com especial ênfase no final. Psicologicamente devastador, Levaram Annie Thorne afigura-se como um thriller que poderá ser confundido com um livro de terror. Este segundo livro de C.J. Tudor traz uma constatação óbvia: esta é uma autora a seguir e irei aguardar, com grande ansiedade, por mais trabalhos seus. 


sexta-feira, 29 de dezembro de 2017

C. J. Tudor - O Homem de Giz [Opinião]


Sinopse: AQUI

Opinião: O Homem de Giz será publicado em Janeiro do próximo ano e creio que dará que falar.
Numa primeira análise, a obra relembrou-me o universo de Stephen King devido essencialmente às interacções de um grupo de miúdos nos anos 80. Foi, para mim, difícil dissociar esta dinâmica das crianças das influências de It ou O Corpo (cujo título original é Stand By Me, conto que integra a compilação Estações Diferentes). Por instantes, a cena inicial no parque de diversões até me recordou o Joyland.

Contudo, tenho para mim que a influência de King vai muito além das personagens, mostrando-se igualmente na escrita da autora. Este é o romance de estreia de C.J. Tudor e não lhe consigo apontar um defeito. Há um toque sombrio, pesado, que se acentua em algumas cenas mais fortes. As figuras de giz que antecedem grandes acidentes poderiam constituir uma história de terror ao estilo de King. A escrita é irrepreensível e a história cativou-me logo nas primeiras páginas.

Desenrolando-se em dois tempos, 1986 e 2016, a trama debruça-se sobre Eddie e o seu grupo de amigos. Para quem, tal como eu, nasceu nos anos 80, é fácil sentir alguma nostalgia. A par da incursão àquela que considero uma década fascinante, a forma como a história é contada é deveras cativante. Há um desenrolar de segredos no passado com repercussões no presente. A autora apanhou-me desprevenida em várias situações.
Logo nas primeiras páginas, o grupo de jovens descobre um corpo. Deslindar este crime foi verdadeiramente desafiante. E temi verdadeiramente quando outras situações surreais ocorreram sempre após o aparecimento das figuras de giz.
E não esqueço as personagens, com profundidade, com especial ênfase no protagonista, Eddie, um indivíduo peculiar.

Temia que este Homem de Giz fosse uma entidade sobrenatural e que o enredo enveredasse por um rumo menos verosímil. No entanto, os meus medos foram infundados uma vez que a explicação rege-se pela lógica. O final é super intenso e deixou saudades. Confesso que ainda me lembro, mesmo passados alguns dias de ter terminado esta leitura, das personagens e desta história tão sombria.
De certeza que quererei reler este livro um dia mais tarde.

Adorei esta obra pois tem tudo para ser uma grande aposta no género thriller no próximo ano. A roçar o terror, O Homem de Giz tem um nível elevado de suspense e fez-me revisitar a minha infância e o desfecho foi bastante satisfatório.
Ainda estamos muito longe de conhecer todas as apostas literárias de 2018 mas uma coisa é certa: O Homem do Giz estará, sem dúvida, entre os melhores.


terça-feira, 12 de dezembro de 2017

C.J. Tudor - O Homem de Giz [Divulgação Planeta]


Data de publicação: 16 Janeiro 2018

               Titulo Original: The Chalk Man
               Preço com IVA: 18,85€
               Páginas: 320
               ISBN: 9789896579937

Um fenómeno mundial que começou antes da Feira de Frankfurt 2016.
Direitos vendidos para 48 países.
Um thriller arrepiante de que todos irão falar.

Toda a gente tem segredos.
Toda a gente é culpada de alguma coisa.
E as crianças nem sempre são inocentes.

NINGUÉM FICARÁ INDIFERENTE
O livro de estreia de C. J. Tudor é um thriller com uma atmosfera densa e viciante que se passa em dois registos, em 1986 e nos nossos dias.
A história começa em 1986 e, após um hiato de trinta anos, o passado surge para transformar a vida de Eddie.
As influências de Stephen King e o toque de Irvin Welsh, conferem ao livro não só um tipo de narrativa diferente como um suspense ao limite.
O que contribui para que a história tenha um desfecho muito real e chocante. O Homem de Giz conta-nos a história de um grupo de crianças, não poupando nos pormenores sociais onde estão inseridas e em como as influências de famílias disfuncionais contribuem para exacerbar o imaginário infantil.

Sinopse: A história começa quando aos doze anos Eddie e os amigos tiveram contacto com o misterioso Homem de Giz. Uma personagem central na trama e Eddie será assombrado por ela.
As estranhas figuras de giz conduzem Eddie e os amigos a um cadáver de uma rapariga pouco mais velha que eles e esta descoberta irá marcá-los para sempre.
Tudo aconteceu há trinta anos, e Eddie convenceu-se de que o passado tinha ficado para trás. Até ao dia em que recebeu uma carta que continha apenas duas coisas: um pedaço de giz e o desenho de uma figura em traços rígidos.
À medida que a história se vai repetindo, Eddie vai percebendo que o jogo nunca terminou.

Sobre a autora: C. J. Taylor é natural de Salisbury e cresceu em Nottingham, onde ainda vive com o companheiro e a filha pequena. O seu amor pela escrita, em especial pelo macabro e pelo sinistro, manifestou-se desde cedo. Enquanto os jovens da sua idade liam Judy Blume, ela devorava as obras de Stephen King e de James Herbet.
Ao longo dos anos, envolveu-se em tarefas tão diferentes como jornalista estagiária, empregada de mesa e de loja, autora de textos radiofónicos, voz off, apresentadora de televisão, redactora publicitária e agora escritora. Vencedora da competição nacional de escrita de Twenty7, em 2016, O Homem de Giz é o seu livro de estreia.

Imprensa
«[Há] muito tempo que não tinha uma noite em branco devido a um livro. O Homem de Giz mudou isso. Muitos parabéns C. J Tudor!»
Fiona Barton, autora best-seller de A Víuva e O Silêncio

«Há muito tempo que não lia uma estreia tão impressionante. O ritmo foi perfeitamente delineado, as personagens desenhadas soberbamente e há uma sensação de desconforto que começa com o prólogo e cresce ao longo do livro. E esse fim é tão diferente que o livro merece ser um êxito.»
James Oswald, autor best-seller do Sunday Times da série Inspector McLean
 
«Que estreia impressionante! Que ideia tão hábil e engenhosa! Fiquei absorvida desde a primeira página. Adorei como as histórias de 1986 e as de hoje se unem e criam este fim inesquecível e inesperado. Apelativo, tenso e muito muito arrepiante. Este livro irá assombrá-lo!»
Claire Douglas, autora best-seller do Sunday Times de Irmãs
 
« C. J. Tudor brilha intensamente e apresenta uma história assustadora e vividamente imaginada. Muito mais do que um mistério de assassínio é uma exploração inteligente e aterrorizante dos laços e limitações das amizades de infância e de segredos que se recusam a permanecer enterrados. Apaixonei-me pela voz que nos guia no romance, Eddie, pensativo e solitário. Prepare-se para se surpreender uma e outra vez, até à última página!»
Michelle Richmond, autora de O Pacto