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sexta-feira, 29 de dezembro de 2017

C. J. Tudor - O Homem de Giz [Opinião]


Sinopse: AQUI

Opinião: O Homem de Giz será publicado em Janeiro do próximo ano e creio que dará que falar.
Numa primeira análise, a obra relembrou-me o universo de Stephen King devido essencialmente às interacções de um grupo de miúdos nos anos 80. Foi, para mim, difícil dissociar esta dinâmica das crianças das influências de It ou O Corpo (cujo título original é Stand By Me, conto que integra a compilação Estações Diferentes). Por instantes, a cena inicial no parque de diversões até me recordou o Joyland.

Contudo, tenho para mim que a influência de King vai muito além das personagens, mostrando-se igualmente na escrita da autora. Este é o romance de estreia de C.J. Tudor e não lhe consigo apontar um defeito. Há um toque sombrio, pesado, que se acentua em algumas cenas mais fortes. As figuras de giz que antecedem grandes acidentes poderiam constituir uma história de terror ao estilo de King. A escrita é irrepreensível e a história cativou-me logo nas primeiras páginas.

Desenrolando-se em dois tempos, 1986 e 2016, a trama debruça-se sobre Eddie e o seu grupo de amigos. Para quem, tal como eu, nasceu nos anos 80, é fácil sentir alguma nostalgia. A par da incursão àquela que considero uma década fascinante, a forma como a história é contada é deveras cativante. Há um desenrolar de segredos no passado com repercussões no presente. A autora apanhou-me desprevenida em várias situações.
Logo nas primeiras páginas, o grupo de jovens descobre um corpo. Deslindar este crime foi verdadeiramente desafiante. E temi verdadeiramente quando outras situações surreais ocorreram sempre após o aparecimento das figuras de giz.
E não esqueço as personagens, com profundidade, com especial ênfase no protagonista, Eddie, um indivíduo peculiar.

Temia que este Homem de Giz fosse uma entidade sobrenatural e que o enredo enveredasse por um rumo menos verosímil. No entanto, os meus medos foram infundados uma vez que a explicação rege-se pela lógica. O final é super intenso e deixou saudades. Confesso que ainda me lembro, mesmo passados alguns dias de ter terminado esta leitura, das personagens e desta história tão sombria.
De certeza que quererei reler este livro um dia mais tarde.

Adorei esta obra pois tem tudo para ser uma grande aposta no género thriller no próximo ano. A roçar o terror, O Homem de Giz tem um nível elevado de suspense e fez-me revisitar a minha infância e o desfecho foi bastante satisfatório.
Ainda estamos muito longe de conhecer todas as apostas literárias de 2018 mas uma coisa é certa: O Homem do Giz estará, sem dúvida, entre os melhores.


terça-feira, 12 de dezembro de 2017

C.J. Tudor - O Homem de Giz [Divulgação Planeta]


Data de publicação: 16 Janeiro 2018

               Titulo Original: The Chalk Man
               Preço com IVA: 18,85€
               Páginas: 320
               ISBN: 9789896579937

Um fenómeno mundial que começou antes da Feira de Frankfurt 2016.
Direitos vendidos para 48 países.
Um thriller arrepiante de que todos irão falar.

Toda a gente tem segredos.
Toda a gente é culpada de alguma coisa.
E as crianças nem sempre são inocentes.

NINGUÉM FICARÁ INDIFERENTE
O livro de estreia de C. J. Tudor é um thriller com uma atmosfera densa e viciante que se passa em dois registos, em 1986 e nos nossos dias.
A história começa em 1986 e, após um hiato de trinta anos, o passado surge para transformar a vida de Eddie.
As influências de Stephen King e o toque de Irvin Welsh, conferem ao livro não só um tipo de narrativa diferente como um suspense ao limite.
O que contribui para que a história tenha um desfecho muito real e chocante. O Homem de Giz conta-nos a história de um grupo de crianças, não poupando nos pormenores sociais onde estão inseridas e em como as influências de famílias disfuncionais contribuem para exacerbar o imaginário infantil.

Sinopse: A história começa quando aos doze anos Eddie e os amigos tiveram contacto com o misterioso Homem de Giz. Uma personagem central na trama e Eddie será assombrado por ela.
As estranhas figuras de giz conduzem Eddie e os amigos a um cadáver de uma rapariga pouco mais velha que eles e esta descoberta irá marcá-los para sempre.
Tudo aconteceu há trinta anos, e Eddie convenceu-se de que o passado tinha ficado para trás. Até ao dia em que recebeu uma carta que continha apenas duas coisas: um pedaço de giz e o desenho de uma figura em traços rígidos.
À medida que a história se vai repetindo, Eddie vai percebendo que o jogo nunca terminou.

Sobre a autora: C. J. Taylor é natural de Salisbury e cresceu em Nottingham, onde ainda vive com o companheiro e a filha pequena. O seu amor pela escrita, em especial pelo macabro e pelo sinistro, manifestou-se desde cedo. Enquanto os jovens da sua idade liam Judy Blume, ela devorava as obras de Stephen King e de James Herbet.
Ao longo dos anos, envolveu-se em tarefas tão diferentes como jornalista estagiária, empregada de mesa e de loja, autora de textos radiofónicos, voz off, apresentadora de televisão, redactora publicitária e agora escritora. Vencedora da competição nacional de escrita de Twenty7, em 2016, O Homem de Giz é o seu livro de estreia.

Imprensa
«[Há] muito tempo que não tinha uma noite em branco devido a um livro. O Homem de Giz mudou isso. Muitos parabéns C. J Tudor!»
Fiona Barton, autora best-seller de A Víuva e O Silêncio

«Há muito tempo que não lia uma estreia tão impressionante. O ritmo foi perfeitamente delineado, as personagens desenhadas soberbamente e há uma sensação de desconforto que começa com o prólogo e cresce ao longo do livro. E esse fim é tão diferente que o livro merece ser um êxito.»
James Oswald, autor best-seller do Sunday Times da série Inspector McLean
 
«Que estreia impressionante! Que ideia tão hábil e engenhosa! Fiquei absorvida desde a primeira página. Adorei como as histórias de 1986 e as de hoje se unem e criam este fim inesquecível e inesperado. Apelativo, tenso e muito muito arrepiante. Este livro irá assombrá-lo!»
Claire Douglas, autora best-seller do Sunday Times de Irmãs
 
« C. J. Tudor brilha intensamente e apresenta uma história assustadora e vividamente imaginada. Muito mais do que um mistério de assassínio é uma exploração inteligente e aterrorizante dos laços e limitações das amizades de infância e de segredos que se recusam a permanecer enterrados. Apaixonei-me pela voz que nos guia no romance, Eddie, pensativo e solitário. Prepare-se para se surpreender uma e outra vez, até à última página!»
Michelle Richmond, autora de O Pacto