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sexta-feira, 15 de abril de 2011
quarta-feira, 13 de abril de 2011
António Trabulo - A Última Profecia [Opinião]

Com o apoio da editora Esfera do Caos, tive a oportunidade de ler A Última Profecia de António Trabulo. Apesar do autor ter já algumas obras publicadas, foi a minha estreia e devo dizer que fiquei fã!
Trabulo tem uma escrita fluída. As frases pequenas, os textos de vocabulário acessíveis e os capítulos pequenos são os elementos chave de uma leitura rápida, interessante e intensa! Associado a isso ainda verificamos um reduzido número de páginas desprovido de informação supérflua.
Uma das coisas que saltou imediatamente à vista foi a capa. Está lindíssima, o degradé da cor combinado com a imagem propriamente dita faz uma combinação espectacular! Penso que as capas dos livros desta editora, a Esfera do Caos, são em geral, bastante apelativas.
Li as primeiras páginas apenas por curiosidade mas que rapidamente me prenderam. Substituí logo a minha corrente leitura por esta. Logo de início conhecemos Ester, uma rapariga orfã, licenciada em História e desempregada há dois anos. Assim, ela decide ir tirar um mestrado na sua área e escolhe como tema da sua dissertação os "Judeus em Portugal".
Daí que Ester vai para a Beira Alta, para obter informações de um velho judeu mas ao entrar na vila, cruza-se com um funeral. É a partir daqui que mortes se vão sucedendo, e em particular a morte da velha Mariana deixa a Ester um legado judeu de grande importância.
Este é o ponto de partida para uma narrativa que combina ingredientes históricos com mistério e algum policial. A história caracteriza-se pela sua imprevisibilidade e pela constante acção de acontecimentos.
Devo dizer que aprendi imenso com este livro. Eu que nem sou fã de História Contemporânea... Mas desconhecia a vida dos judeus em Portugal e ter lido este livro senti que me apaixonei por um género novo de leitura, com uma vertente mais histórica.
Desde cedo, o autor cria uma relação de empatia entre esta personagem e o leitor, que se revê nos sentimentos de Ester e na forma de viver a vida. Também Ana, a melhor amiga de Ester, possui algumas características que mexem com o leitor. O autor preocupa-se em contar um pouco da história de vida dos intervenientes da narrativa, conferindo um maior realismo das personagens. Afinal Ana ou a Ester poderiam ser qualquer uma de nós.
Passando-se em acções em locais tão próximos de nós (quem é que não gosta de passear na Avenida de Roma, por exemplo), concede uma maior veracidade do cenário.
Em relação ao desfecho, muito sinceramente achei que este podia ter sido mais explorado. Foi demasiado rápido e intenso o deslindar o mistério. O autor poderia ter enveredado por um desfecho mais dramático e mais prolongado...
Posto isto, devo concluir que A Última Profecia constitui um bom momento de leitura: satisfaz os desejos dos leitores mais ávidos do Histórico e do Thriller, sendo de louvar que autores nacionais sabem de facto contar uma grande história!
terça-feira, 12 de abril de 2011
Novidades Esfera do Caos para Abril

Numa noite de tempestade, uma nau portuguesa embateu num recife e naufragou no estreito de Malaca. O navio era comandado pelo Governador da Índia, D. Afonso de Albuquerque, que regressava a Goa com o saque da conquista do sultanato mais rico de toda a Ásia. Durante séculos, centenas de expedições tentaram encontrar os despojos da nau “Flor do Mar” que, segundo especialistas, estão avaliados em noventa mil milhões de dólares. O navio nunca foi encontrado… até hoje!

Este livro conta-nos a história de um professor universitário de filosofia, de 50 anos, que, a dada altura, vergado por conflitos pessoais e profissionais, e por uma devastadora intriga que o leitor acompanhará com emoção, sente uma incontornável necessidade de se refugiar na costa galega, num casebre abandonado. Viverá, então, a partir daí e durante vários anos, totalmente isolado do mundo, relegado, por opção própria, à quase exclusiva companhia do mar.

Os poemas de Miguel Almeida transportam-nos por anseios e receios, por opções, feitas ou que ficam por fazer, que valem como outras tantas viagens de um Eu, numa busca constante de sentido para si próprio e para o Mundo.
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