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terça-feira, 3 de janeiro de 2017

Viver Na Noite no Cinema


Dennis Lehane escreveu, Ben Affleck realizou. Filme Viver na noite estreia este mês em Portugal Depois de Mystic River e Gone, Baby, Gone, Viver na noite é o novo romance de Lehane adaptado ao grande ecrã Viver na noite, publicado pela Sextante Editora, chega no dia 12 de janeiro aos cinemas portugueses, numa distribuição da Warner Bros. Portugal/NOS Audiovisuais. 
Escrito por Dennis Lehane e recebido com grande sucesso pelos leitores e pela crítica, os direitos de adaptação ao cinema foram rapidamente comprados por Ben Affleck, que realiza e interpreta o papel principal no filme, à semelhança do que acontecera já com outro livro de Lehane, Gone, Baby, Gone.
Escritor americano com uma vasta e conhecida obra, Dennis Lehane é autor de livros como Mystic River (Sextante Editora), Moonlight Mile (Porto Editora) e Shutter Island, e ainda argumentista de séries como Boardwalk Empire.



O LIVRO
Boston, 1926. A bebida abunda, em cada esquina há troca de tiros, e um homem decide deixar a sua marca no mundo. A Lei Seca levou à criação de uma complexa rede de destilarias e bares clandestinos, gangsters e polícias corruptos. Joe Coughlin, o filho mais novo de um respeitável capitão da Polícia de Boston, há muito que voltou costas à sua educação severa e se rendeu ao lucro, à adrenalina e à notoriedade de ser um fora-da-lei. Mas uma vida de crime cobra um alto preço. Numa época em que homens implacáveis e ambiciosos se digladiam pelo poder, dispondo de armas, bebidas ilegais e muito dinheiro, o mote é: nunca confiar em ninguém – nem na família nem nos amigos, nem nas amantes nem nos inimigos.
Uma história de amor arrebatadora e uma saga épica de vingança, Viver na noite cruza traição e redenção, música e morte, e traz de novo à vida uma era passada em que o pecado era motivo de celebração e o vício uma virtude nacional.

Primeiras páginas disponíveis aqui.
Trailer disponível aqui.

O AUTOR
Dennis Lehane nasceu e foi criado em Dorchester, Massachusetts. Antes de se dedicar à escrita a tempo inteiro, trabalhou com crianças sofrendo deficiências mentais e vítimas de abusos, foi empregado de mesa, motorista de limusinas, livreiro e carregador. Várias vezes premiadas e traduzidas em 22 línguas, algumas das suas obras foram também adaptadas ao cinema em filmes de grande êxito junto do público e da crítica, como Mystic River, Shutter Island e Gone, Baby, Gone. O filme baseado em Viver na noite está neste momento a ser rodado, e conta com Ben Affleck como realizador e protagonista.

Site do autor: www.dennislehane.com
Página do autor no Facebook: www.facebook.com/Dennis.Lehane

IMPRENSA
«Lehane é brilhante quando escreve sobre laços familiares e sobre o bulício febril de uma cidade.»
John O’Connell, The Guardian 

«Um prazer renovado frase após frase. Estamos nas mãos de um especialista. E sabemo-lo.»
Janet Maslin, The New York Times 

«Com o seu estilo fresco e preciso e uma simpatia intensa pelas paixões que movem as personagens, Viver na noite atinge uma realidade intocável e única.»
Bill Sheehan, The Washington Post 

«O estilo de Lehane combina descrições detalhadas, quase poéticas, ação vigorosa e diálogos matizados. E oferece todas as paixões, surpresas, violências, traições e peripécias que levam o leitor a virar as páginas sem parar.»
Dick Lochte, Los Angeles Times

segunda-feira, 31 de agosto de 2015

Wes Craven morre aos 76 anos


Normalmente não me deixo impressionar com os falecimentos na indústria de Hollywood mas hoje foi com algum pesar que recebi a notícia da partida deste grande senhor. Como na literatura, sou bastante restrita no que toca a cinema, optando, na grande parte das vezes, por ver filmes de terror.
É indiscutivelmente o meu género preferido!

Nos dias que antecedem Setembro (aliás como é o caso) deliro com a programação do MOTELx e de uma forma geral, costumo acompanhar o que tem sido feito na área do terror, mais no cinema do que propriamente na literatura.
Tem sido assim desde a minha tenra idade aquando me tornei fã do género, o que nos leva precisamente a Wes Craven, o senhor de quem vos falo neste post. 

Quero partilhar convosco que o primeiro filme de terror que vi na minha vida foi o Pesadelo em Elm Street e bloody hell, senti genuinamente medo do Freddy, um sentimento que se foi mudando e hoje, o Freddy Krueger é o meu vilão preferido. Começou por ser uma criatura aterrorizante para, gradualmente, passar a ser um assassino muito sarcástico. Lembro-me, por exemplo, de sorrir no último pesadelo em Elm Street não só com a aparição fugaz do Johnny Deep (em que disserta sobre o efeito das drogas recorrendo a... um ovo estrelado!) e sobretudo com a morte do Spencer.

Contudo, este realizador é muito mais que Freddy Krueger. Em 1996 estreeou Scream, um teen slasher movie que recordo ter alugado no clube vídeo perto da minha casa. Foi o filme sensação e lembro-me de ter falado sobre o mesmo com os meus colegas da escola mais destemidos. Era eu uma miúda e a paixão pelo cinema de terror já começara a instalar-se.
Numa fase posterior, recordo-me de ter visto alguns filmes de Craven e ter ficado especialmente impressionada com The Hills Have Eyes. Já na década dos 2000s, vi Red Eye, um filme num registo um pouco diferente mas que ainda hoje me recordo da história daquele voo nocturno.

Dia 30 de Agosto é pautado por uma grande perda na história do cinema de terror e sendo fã do género, não queria deixar de prestar a minha solene homenagem a este mestre.