domingo, 6 de julho de 2014

Louise Penny - Natureza Morta [Opinião]


Sinopse: AQUI

Opinião: A misteriosa sinopse de Natureza Morta remete para um policial passado numa vila pacata. Three Pines foi inspirada em vários locais rurais em Quebec, Canadá. A minha percepção foi que Three Pines seria um local convidativo para se viver. A vizinhança é aparentemente unida e o próprio local é idílico, contrapondo-se com a ideia da morte. 
Natureza Morta é um cozy mystery, como aliás é referido e definido no próprio livro, uma história com uma intensa componente de mistério e o próprio crime ocorre numa pequena comunidade. É um subgénero que se caracteriza pela isenção de cenas sexuais ou gráficas.
Estamos perante o caso da morte da professora Jane Neal, ao que tudo indica, ter sido acidental. Mas eis que Armand Gamache é obrigado a intervir para investigar o caso e os contornos da morte da professora começam a apontar para uma morte premeditada.

Esta obra introduz ao leitor a personagem de Armand Gamache, sendo a primeiro caso de uma série. Por este motivo, felicito a Dom Quixote pela publicação da mesma a partir do seu início, uma vez que tem sido cada vez mais frequente as editoras começarem a publicar séries ou sagas desrespeitando a ordem das mesmas. 

Sendo na linha do policial clássico, ou o cozy mystery como lhe queiram chamar, é expectável que Natureza Morta seja isento de grandes descrições hediondas. É um policial leve que se lê muitíssimo bem. O crime apesar de chocante, pois aparentemente a vítima é uma personagem querida pela comunidade, desperta outras intenções e carácteres das personagens que rodeavam Jane Neal. É precisamente este aspecto que aprecio nas tramas do género, a descoberta dos segredos dos habitantes da vila. Por este motivo referido, o método de investigação vai ao encontro da linha clássica: o interrogatório a todos que se constituem suspeitos. 
Penso que, ao apertar o cerco desta forma e tendo despoletado reacções das mais diversas naturezas por parte dos habitantes, tornou cada personagem verossímil e interessante. 

Gostei da forma como a arte se interliga no caso, não fosse este livro chamar-se Natureza Morta, um subgénero de pintura que enfatiza seres inanimados. Acaba por ser um policial que quase secundariza o crime, relevando as pessoas da comunidade e noutro plano, a arte. Usualmente é um tema pouco contemplado na literatura policial.

Apesar de conter um ritmo moroso, Natureza Morta acaba por ser um livro envolvente. As personagens são interessantes e a cada página lida, revela um pequeno segredo sobre a mesma. Afinal de contas, os vilarejos estão pejados de cusquices e maldizeres...
Sou sincera, prefiro livros mais gráficos. No entanto a presente obra apresentou-se como uma leitura que me prendeu. Fica, portanto, o natural desejo e curiosidade em ler o segundo livro da série. Faço votos que a editora publique A Fatal Grace, brevemente.


quinta-feira, 3 de julho de 2014

Wilbur Smith - Vingança de Sangue [Passatempo Editorial Presença]


Desta vez, e em parceria com a Editorial Presença, a menina dos policiais tem para sortear um exemplar do livro Vingança de Sangue de Wilbur Smith. Para participar no passatempo tem apenas de responder acertadamente a todas as questões seguintes.
São mantidos os moldes do passatempo anterior: a partilha no facebook, pública, garante ao participante mais uma entrada válida!

Regras do Passatempo:

- O passatempo começa hoje, 3 de Julho de 2014 e termina às 23h59 do dia 13 de Julho de 2014.
- O participante vencedor será escolhido aleatoriamente.
- O vencedor será contactado via e-mail.
- O blogue e as editoras não se responsabilizam por extravios dos CTT.
- Apenas poderão participar residentes em Portugal e só será permitida uma participação por residência.
- Se precisarem de ajuda, podem consultar aqui.

Só me resta desejar boa sorte aos participantes!!! :)



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quarta-feira, 2 de julho de 2014

K. O. Dahl - Morte Numa Noite de Verão [Opinião]


Sinopse: AQUI

Opinião: Morte numa Noite de Verão não é propriamente um romance policial recente. Publicado em 2000, foi nesse ano que terá ganho o prémio de Melhor Policial Norueguês, justificando assim que a escolha da Porto Editora tenha recaído no segundo livro de uma série. Ainda que tenha perdido o primeiro caso das investigações dos Detectives de Oslo, senti-me irremediavelmente envolvida na trama logo nas primeiras páginas.

O mote da história é simples e gira em torno de Katrina, uma ex-toxicodependente. Agora que está limpa, tem uma vida aparentemente estável: tem o seu trabalho, vive num pequeno apartamento e tem um namorado. Mas no dia seguinte a uma festa, Katrina é encontrada morta. Cabe aos investigadores Frølich e Gunnarstranda investigar os estranhos contornos deste homicídio. Parece que é consensual a dificuldade (que me pareceu ainda mais acrescida no presente caso) dos nomes dos protagonistas. Ainda falta um terceiro inspector, com um papel mais fugaz, cujo nome ainda é mais impronunciável... 
Confesso que não me senti completamente rendida com as personagens dos inspectores, um pouco à custa das poucas descrições que existem sobre os mesmos. Ao contrário de tantos autores nórdicos que explanam os protagonistas até à exaustão, constatei que no presente livro, Dahl cinge-se ao fundamental sobre Frølich e Gunnarstranda, ao contrário da especial incidência das vidas pessoais dos que rodeiam Katrina.

Ainda assim, devo dizer que Dahl me cativou imediatamente. Li este livro no meu último dia de férias, tendo apenas parado a leitura em três vezes. Em poucas horas tinha o livro lido e creio que estas foram extremamente plazerosas. Simplesmente não conseguia largá-lo, ainda que esta história se desenvolva num ritmo moroso. Estamos a falar de um policial que incide na investigação das personagens que lidavam com Katrina. E numa trama onde a investigação é deste cariz, dá azo a repetição de informação a fim de corroborar as provas que vão surgindo. Este ponto traz-nos uma característica que aprecio muito: a abundância de diálogos ágeis. A meu ver, o fascinante foi tentar perceber as várias personagens pois na festa senti-me instigada por todas elas.

Morte numa Noite de Verão segue uma forma clássica na ficção policial: um grupo de testemunhas e possíveis suspeitos, sujeitos a um método de inquéritos. Através destes, o leitor descobre cada vez mais sobre Katrina. O estilo de vida da vítima e os seus relacionamentos são esmiuçados numa tentativa de recriar o crime. Apesar do título algo temeroso, a trama não contempla mortes hediondas. Sem grandes registos de violência a salientar, em igualdade com o crime, a trama destaca-se pela extensa crítica social norueguesa.
Alguns flashes de humor são contemplados, desanuviando o clima tenso que se instala diversas vezes.

Tendo sido um livro que me arrebatou, o meu desejo é que a Porto Editora continue a apostar no autor. Aconselho, especialmente para quem gosta de um policial puro com personagens intrigantes!

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Wilbur Smith - Vingança de Sangue [Divulgação Editorial Presença]


Data de publicação: 2 Julho 2014

               Titulo Original: Vicious Circle
               Tradução: Alberto Gomes
               Colecção: Grandes Narrativas, #583
               Preço com IVA: 21,90€
               Páginas: 576
               ISBN: 9789722353281


SEQUELA DE A LEI DO DESERTO

• Mais de 120 milhões de exemplares vendidos

• Bestseller do UK Times e New York Times 

• Em 2014 Wilbur Smith celebra 50 anos de carreira como escritor

Sinopse: Vingança de Sangue é a sequela de A Lei do Deserto, obra também publicada pela Presença nesta coleção. Neste segundo volume reconhecemos de imediato a mesma intensidade dramática e o suspense levados a níveis capazes de desafiar o leitor mais intrépido. Aqui, Hector Cross tem encontro marcado com o inimigo, e fica a sabê-lo da pior forma possível, quando este ataca, sedento de sangue e vingança, assassinando brutalmente Hazel Bannock, agora mulher de Hector e nos últimos meses de gravidez. Determinado a fazer justiça, Hector reúne os seus amigos mais leais e juntos viajam para o Médio Oriente. Mas Hector percebe que está a lidar com um inimigo de múltiplos rostos quando figuras sinistras do passado da família Bannock começam a emergir, envoltas em segredos hediondos que Hazel nunca teve coragem de lhe revelar.

Sobre o autor: Wilbur Smith nasceu na Rodésia do Norte, hoje Zâmbia, em 1933. Estudou na Michaelhouse School e na Rhodes University, na África do Sul. Depois de lançar o seu primeiro livro, When The Lion Feeds, em 1964, tornou-se escritor a tempo inteiro, e desde então já publicou mais de 30 romances, inspirados nas suas numerosas expedições por todo o mundo. Os seus livros encontram-se traduzidos em 26 línguas e contam com mais de 120 milhões de exemplares vendidos. É considerado o mestre do romance de aventura e é, sem dúvida, um dos maiores autores de bestsellers da atualidade.

Imprensa
«As memoráveis cenas de ação e um conjunto de vibrantes personagens vão cativar um vasto número de apreciadores de thrillers.» 
Publishers Weekly

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Lauren Beukes - As Raparigas Cintilantes [Divulgação Editorial Porto Editora]


Data de publicação: 11 Julho 2014

               Titulo Original: The Shining Girls
               Tradução: Cristina Paixão
               Preço com IVA: 16,60€
               Páginas: 344
               ISBN: 


A 11 de julho, a Porto Editora publica As raparigas cintilantes, um thriller de sucesso, da autoria da premiada escritora sul-africana Lauren Beukes.
Esta obra, que envolve uma sobrevivente e um assassino impossível de identificar, vai ser adaptada a série televisiva por Leonardo DiCaprio.
Este é um thriller de grande sucesso internacional e uma obra totalmente original, na medida em que envolve um serial killer capaz de viajar no tempo. Foi distinguido com vários prémios e nomeações ao longo de 2013: Amazon’s Best Mystery & Thrillers, GoodReads Reader’s Choice Awards Semi-finalist Mystery & Thriller, WHSmith Richard & Judy BookClub Choice, Exclusive Books Reader’s Choice Book of the Year, CWA Gold Dagger Thriller of The Year, RT Book Of The Year.
Lauren Beukes conquistou o prestigiado Prémio Arthur C. Clarke, com Zoo City, o anterior romance, obra que está a ser adaptada ao cinema.

Sinopse: CHICAGO, 1931: Harper Curtis, um vagabundo paranoico e violento, dá de caras com uma casa que possui um segredo tão chocante como a natureza distorcida de Curtis: permite viajar entre o passado e o futuro. 
Ele usa-a para perseguir as suas raparigas cintilantes – e tirar-lhes o brilho de uma vez por todas. 
CHICAGO, 1992: Diz-se que o que não nos mata nos faz mais fortes. Será isso que pensa Kirby Mazrachi, cuja vida ficou devastada depois de sofrer uma brutal tentativa de assassínio. Ela continua a tentar encontrar o agressor, tendo como único aliado Dan, um ex-repórter de crime que cobrira o seu caso anos antes. À medida que prossegue a sua investigação, Kirby descobre as outras raparigas, as que não sobreviveram. Os indícios apontam para algo... impossível. Mas para alguém que devia estar morto, impossível não significa que não aconteceu...

Sobre a autora: Lauren Beukes é uma escritora premiada, argumentista, realizadora de documentários, autora de livros de BD e, pontualmente, jornalista. 
Conquistou a cobiçado Prémio Arthur C. Clarke com o seu romance visionário Zoo City. Vive na Cidade do Cabo.





segunda-feira, 30 de junho de 2014

A Estante está mais cheia [Junho]



Mês de feira do livro. Claro que ia dar asneira... Entre algumas compras e ofertas, este foi o rescaldo do mês.

sexta-feira, 27 de junho de 2014

Saskia Sarginson - As Gémeas [Opinião]


Sinopse: AQUI

Opinião: As Gémeas é o livro de estreia da autora Saskia Sarginson. Uma obra que não me cativou por completo, confesso, no entanto manteve-me na expectativa até ao final.
A impressão inicial, ao visualizar a capa, é que esta poderia corresponder a um romance. Aliás, perguntaram-me justamente no GoodReads se eu tinha enveredado por um livro desse género, ao qual enviei o link da editora, onde As Gémeas se encontra catalogado como um policial/thriller. No entanto, numa breve pesquisa no GoodReads, denotei que esta capa é usada noutros países, pelo que, se a capa induz a erro, não é responsabilidade da editora.

Normalmente aprecio a estrutura da narrativa em flashbacks, todavia, a forma como Sarginson o faz acaba por ser um pouco confusa. Não há indicações temporais imediatas sobre as analepses e o leitor não tem como, à primeira vista, distinguir as acções passadas das temporais. Faz-me crer que se tratam de recordações cronologicamente aleatórias e muitas delas, actos corriqueiros de crianças e em que nada contribuem para a história. Portanto, o ritmo é algo moroso ainda que o livro contenha um reduzido número de páginas. 
Ainda assim, percebe-se que a trama antecipa algo de muito grave que originou a separação das irmãs e tornou duas crianças tão puras em adultas complexas. E consoante este ponto de vista, creio que não senti grande empatia com as gémeas, a não ser quando estas eram crianças.

Um dos grandes mistérios é curiosamente a razão do afastamento de Viola e Isolte sendo que a relação entre irmãos gémeos consta ser de grande intimidade.
Não deixo, no entanto, de congratular a autora pelas descrições tão realistas das atitudes e carácteres das protagonistas. O leitor é privilegiado em conhecer a infância das personagens e depara-se com aspectos usuais de uma família disfuncional, bem como o cenário: o ambiente hippie dos anos 70, onde os valores morais diferem dos actuais, assentando muito em relações promiscuas.

Uma das problemáticas explanadas na história é o distúrbio alimentar. Quase que é palpável o sofrimento daqueles que deixam de comer a fim de emagrecer. A personagem que padece de anorexia é Viola, uma das gémeas, e em torno deste distúrbio alimentar, há mazelas psicológicas e até sociais que a autora tem em conta e que contribuem para o estado actual da personagem. O leitor é quase como incumbido a sentir pena da personagem, de forma espontânea. Exceptuando esta percepção, não me consegui ligar às duas irmãs, que passam por inúmeras provações ao longo da história. Portanto este livro encontra-se num registo dramático, secundarizando a componente thriller.

O clímax deixa em aberto uma das questões que se constituiu um mistério. Por norma, quando isto acontece, gosto de idealizar as potenciais resoluções. A autora fá-lo com intenção e a edição portuguesa apresenta um aspecto muito curioso: através da inclusão de uma entrevista no final do livro é-nos desmistificado o porquê desta opção.

Em suma, gostei do livro embora esperasse algo diferente, de natureza mais aterradora, talvez. Mas sim, é um livro extremamente intenso pela natureza dos acontecimentos, debruçando-se sobre relações humanas e envolvendo problemáticas do foro psicológico. Creio que esta é uma boa história mas pessoalmente não a teria escrito desta forma, dispondo de analepses tão ambíguas e temporalmente algo indefinidas. Em suma, ainda que não me tenha cativado por completo, reconheço que foi uma boa leitura de entretenimento.


quarta-feira, 25 de junho de 2014

Alberto Marini - Enquanto Dormes [Divulgação Editorial Planeta]


Data de publicação: 2 Julho 2014

               Titulo Original: Mientras Duermes
               Preço com IVA: 17,76€
               Páginas: 304
               ISBN: 9789896574994

Ao contrário do que costuma acontecer, o filme Enquanto Dormes deu origem a este livro, que explora os problemas da sociedade de hoje, onde nem tudo é o que parece e onde pessoas com graves problemas mentais andam à solta e conseguem enganar os que o rodeiam.
Enquanto dorme, muitas são as coisas desagradáveis que acontecem no mundo. O que não espera é que lhe aconteçam a si. 
A sua casa, o seu apartamento ou o seu quarto são locais onde se sente seguro, onde baixa a guarda, porque o perigo está do outro lado da porta. Ou, pelo menos, assim devia ser. 
Enquanto dorme, Cillian está junto de si. É o porteiro do seu prédio, e não é boa pessoa. 
Enquanto dorme, Cillian detém as chaves de todos os apartamentos, possuindo uma boa razão para estar perto de si.

Sinopse: Cillian, porteiro de um edifício de Nova Iorque, sente prazer em prejudicar as pessoas que o rodeiam. Ele conhece a fundo todos os inquilinos do prédio. Controla as suas idas e vindas, estuda-os, descobre os seus pontos fracos, os seus segredos. 
Clara, a condómina do 5.o B, é a sua próxima vítima, e ele não parará enquanto não conseguir destruir-lhe a vida. 
Todas as manhãs, Cillian faz um jogo consigo próprio a que chama «roleta russa»: coloca a sua vida no abismo, procurando um motivo para viver mais um dia. Incapaz de ser feliz, o seu único conforto é impedir que os outros o sejam. 
Clara é a sua antítese: uma mulher feliz, em paz, que reage com um sorriso a tudo o que a vida lhe oferece. A sua indestrutível vitalidade transtorna Cillian, que levará o seu jogo ao extremo. Um jogo que se revelará mais complexo do que alguma vez podia imaginar.

Sobre o autor: Alberto Marini, nasceu em Turim, em 1972, tem uma licenciatura em Direito e uma pós-graduação em Administração de Projectos Audiovisuais. Reside em Barcelona desde 1999, com a mulher e as duas filhas. Na cidade condal, desempenhou o cargo de director de projectos na produtora audiovisual Filmax e, depois, o de produtor executivo, no mesmo grupo empresarial, em produções como o filme de terror [REC], de Jaume Balagueró e Paco Plaza, ou The Way, de Emílio Estévez. 
Em 2010, fundou a produtora Rebelión Terrestre Filmes. Alberto Marini foi consultor de guião para os filmes El Lobo, de Miguel Courtois, Fragile, de Jaume Balagueró, e La caja Kovak, de Daniel Monzón, entre outros. É co-autor das curtas-metragens Romasanta, realizada por Placa Plaza, e Para entrar a vivir, de Jaume Balagueró, bem como autor e produtor executivo da adaptação cinematográfica de Enquanto Dormes, do mesmo realizador. 
Enquanto Dormes é o seu primeiro romance.



Carina Bergfeldt - Quando o Ódio Matar [Divulgação Editorial Planeta]


Data de publicação: 2 Julho 2014

               Titulo Original: Fadersmord
               Preço com IVA: 18,85€
               Páginas: 384
               ISBN: 9789896575199

Uma delas planeia matar o pai, sem que nunca saiba qual é. 
Um thriller diferente de tudo o que já leu.
Um homicídio é investigado por três mulheres. 
Não conseguirá parar de ler até descobrir de qual das três se trata!

O leitor vai querer resolver o enigma do assassínio, mas também vai querer saber qual das três mulheres - Júlia, Ing-Marie ou Anna - planeia matar o pai. 
Terá a sensação de estar a cooperar com as investigações, percebendo pistas escondidas e tirando conclusões com a protagonista. 
Um thriller negro e psicológico, que marca a estreia literária de Carina Bergfeldt, a jornalista sueca que foi a única repórter que passou a noite com as vítimas da matança na Noruega, onde morreram 76 pessoas, em 2011. Uma experiência que mudou totalmente a sua visão como jornalista e a sua forma de enfrentar o mundo «que é tão terrível como o policial mais negro.»
A violência doméstica e o abuso de menores são expostos neste livro, que retrata com realismo, o que uma vítima de maus-tratos pode acabar por fazer para ter paz de espírito. 
Um livro, que segundo a autora, desperta as consciências para este problema social à escala mundial. Na Suécia, a cada 40 minutos uma mulher denuncia maus-tratos em casa e uma em cada quatro sofre-os. 

Como fazer justiça poética com os males do mundo e ser bem-
sucedido é a ideia-base deste thriller. Uma ideia inspiradora que surgiu da série televisiva Dexter, cujo protagonista cometia crimes-perfeitos e saía sempre impune. 
Em Quando o Ódio Matar, a protagonista olha para trás e relembra todos os anos em que planeia matar o seu pai. Ao contrário de Dexter, é uma pessoa sofrida que deseja fazer do mundo um lugar melhor. 

Sinopse: Com grande minúcia, uma mulher planeia a morte da pessoa que converteu a sua vida num inferno, o pai. O macabro plano toma forma num bloco-notas em que a capa tem umas apetitosas madalenas. Uma nota no frigorífico com as palavras: «Matar o papá» recorda-lhe qual o motor que impulsiona a sua vida. 
Enquanto o plano parricida avança, é encontrado o cadáver de uma mulher num lago da cidade de Skövde. A inspectora Anna Eiler trabalha no caso, mas não é a única: duas jornalistas locais, Ing-Marie Andersson e Julia Almliden, realizam a sua própria investigação. 
As três têm razões pessoais para resolver o assassínio, as três escondem algo, mas só uma delas é capaz de preparar a sangue-frio um crime mais atroz do que aquele que pretende resolver. 

Sobre a autora: Nasceu em 1980 e cresceu em Götene, uma aldeia no centro da Suécia. É a jornalista-estrela do principal jornal sueco Aftonbladet. Foi galardoada com o Swedish Grand Journalism Prize 2012, por ser a única jornalista que se infiltrou entre as vítimas da matança da Noruega, com quem passou a primeira noite, e com o Premio Årets Stilist pela qualidade estilística do seu trabalho jornalístico.

Imprensa
«Um romance importante... leia este thriller psicológico e recorde que o que conta é real.»
Amelia’s Magazine


terça-feira, 24 de junho de 2014

Samantha Hayes - Até Que Sejas Minha [Divulgação Editorial TopSeller]


Data de publicação: 19 Junho 2014

               Titulo Original: Until You´re Mine
               Preço com IVA: 19,99€
               Páginas: 352
               ISBN: 9789898626479


Até que Sejas Minha é um thriller psicológico que promete conquistar os leitores portugueses.

As excelentes críticas internacionais indiciam que o livro de Samantha Hayes irá rapidamente saltar para o topo da lista de preferências de quem gosta de policiais e thrillers intensos. Aconselha-se a leitura durante o dia, pois Até que Sejas Minha pode tirar-lhe o sono à noite…
«Ela tem algo que outra pessoa quer. A qualquer custo…

Sinopse: Ela tem algo que outra pessoa quer. A qualquer custo… Claudia parece ter a vida perfeita. Está grávida, vai ter um bebé muito desejado, tem um marido que a ama, embora ausente, e uma casa maravilhosa. Depois, Zoe entra na vida dela. Zoe foi contratada para a ajudar quando o bebé nascer, e parece a pessoa certa para o cargo. Mas há qualquer coisa nela de que Claudia não gosta e que a faz desconfiar. Quando encontra Zoe no seu próprio quarto, a remexer nos seus bens pessoais, a ansiedade de Claudia torna-se um medo bem real…

Sobre a autora: Samantha Hayes é escritora profissional desde 2006, contando já com seis títulos publicados (Blood Ties, Unspoken, Tell Tale, Someone Else's Son, Até Que Sejas Minha e Antes Que Morras, este último a publicar brevemente em Portugal). Os seus livros estão publicados em múltiplos países: Estados Unidos, Reino Unido, Alemanha, Holanda, Noruega, França, Espanha, Itália, Turquia, Hungria, Rússia, Brasil, Polónia e China. Samantha Hayes viveu na Austrália e nos Estados Unidos antes de, finalmente, se estabelecer na sua terra natal, no centro de Inglaterra. Escreve sobretudo thrillers psicológicos ambientados na vida familiar e focados em assuntos do quotidiano. Até que Sejas Minha é o seu livro de maior êxito até ao momento.

Imprensa
«Muito tenso e extremamente bem escrito.»  
Independent

«Um livro que não vai querer parar de ler até atingir a eletrizante última página. Prometo-lhe que nunca irá adivinhar o final, ainda que seja o mais experiente leitor de thrillers.» 
Read It Swap It

«Um thriller absolutamente brilhante que o obrigará a acelerar até ao chocante final. Atenção: pode tirar-lhe o sono!» 
Closer

«Se vai levar apenas um livro para as suas férias, tem de ser Até Que Sejas Minha.» Cosmopolitan

«Obrigatório para os fãs de Em Parte Incerta, de Gillian Flynn.» 
Psychologies

«Um final verdadeiramente espetacular…» 
Entertainment Weekly