terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Novidade Editorial Porto Editora: James Thompson - Anjos na Neve


Há dez anos que o americano James Thompson foi viver para a Finlândia, onde se inspirou para escrever o seu primeiro romance, Anjos na Neve, o novo título da coleção Alta Tensão, que a PortoEditora publica no dia 23 de janeiro.

O sucesso deste policial foi imediato e, para além de os direitos de tradução já estarem vendidos para 10 países, Anjos na Neve foi escolhido como um dos melhores vinte livros do ano pela Booklist, tendo igualmente sido nomeado para o Edgar Allan Poe Award da Mystery Writers of America 2011 e para o Anthony Award for Best Novel.
O grande escritor de policiais americano Michael Connelly recomenda-o: «Um livro fantástico. Deixei-me conduzir de imediato a um estranho mundo novo, ficando seu prisioneiro da primeira à última página. Uma obra magistral.»

Sinopse: O inspetor Kari Vaara é o protagonista deste romance que nos leva ao submundo violento e obscuro da Finlândia, onde a noite polar, kaamos, é a época mais lúgubre do ano. Quando uma bela imigrante somali aparece brutalmente mutilada num campo coberto de neve, com uma injúria racista gravada no ventre, Kari Vaara sabe que é crucial manter o crime em segredo, pois este seria um escândalo num país que convive mal com a sua xenofobia.
Por outro lado, as exigências da investigação começam a afetar o seu próprio casamento – Kate, a atual mulher, norte-americana, adapta-se mal à cultura e ao modo de vida finlandês. E o próprio Vaara vê-se inesperadamente confrontado com o passado: as suas suspeitas sobre o assassino da jovem somali recaem no homem por quem a sua primeira mulher o trocou…

Sobre o autor: James Thompson, nascido e criado no Kentucky, vive na Finlândia há dez anos e reside atualmente em Helsínquia com a mulher. Antes de se tornar escritor a tempo inteiro, estudou Sueco e Finlandês e trabalhou como barman, segurança, operário da construção civil,
fotógrafo, negociante de moedas raras e soldado. Anjos na Neve é o seu primeiro romance. ´

Passatempo Civilização Editora: Irmã de Rosamund Lupton


Desta vez, e em parceria com a Civilização Editora, a menina dos policiais tem para sortear um exemplar do livro Irmã de Rosamund Lupton. Para participar no passatempo, tem apenas de responder acertadamente a todas as questões seguintes:

Regras do Passatempo:

-O passatempo começa hoje dia 17 de Janeiro de 2012 e termina às 23.59h do dia 31 de Janeiro de 2012;

-O participante vencedor será escolhido aleatoriamente;

-O vencedor será contactado via e-mail;

-Apenas poderão participar residentes em Portugal e só será permitida uma participação por residência.

- Se precisarem de ajuda, podem consultar aqui:

Só me resta desejar boa sorte aos participantes!!!



sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Jodi Compton - A 37ª Hora [Opinião]

A minha estreia na autora Jodi Compton traduz-se desta forma: um livro com 250 páginas, com uma sinopse aliciante, inserido numa das colecções minha favorita, Crime Perfeito das Publicações Europa América, e do qual vos falarei neste post.

Gostei imenso da escrita de Compton. Muito acessível, com uma linguagem desprovida de elementos chocantes, vários diálogos, abundantes descrições, e dado o tipo de narrador, é um livro que visualizamos todos os acontecimentos como se directamente participássemos na acção. Sim, o livro é narrado na primeira pessoa, sob o ponto de vista de Sarah Pribeck, detective do departamento de pessoas desaparecidas. Desta forma, a trama envolve o leitor no seu drama pessoal, quando o marido, Michael Shiloh subitamente desaparece. E Sarah, que está contextualizada com casos de inúmeros desaparecimentos, a este não consegue dar resposta.

Se por um lado, um livro narrado na primeira pessoa permite estarmos na trama como se directamente participássemos na mesma, por outro sinto que se houvesse um narrador, mais brilhantemente descreveria esta personagem. Pois é esse pormenor que tenho a apontar, sinto que inicialmente, a personagem pouco revela de si mesma, do seu passado, e terá que ser o leitor a formular uma caracterização psicológica de Sarah, através dos acontecimentos que ela narra.
Na minha opinião, o conhecimento sobre Sarah é limitado dada esta perspectiva, no entanto com o desenvolvimento da trama, o leitor vai conhecer alguns aspectos sobre a personagem e da sua infância, que, como seria de esperar, traz associada uns pequenos esqueletos no armário.
Depois é todo um paralelismo com a minha forma de ser, e admito, estaria muito mais desesperada caso o meu marido desaparecesse. OK, mas Sarah é detective, já se deparou com inúmeros casos semelhantes, ainda com pessoas desconhecidas, e deverá ser racional (postura que demonstrou durante toda a trama).

Mas se Sarah Pribeck é um tanto ou quanto enigmática, o seu marido Shiloh ultrapassa-a. Nada sabemos dele, senão que é um marido aparentemente atencioso. Ao longo da trama iremos saber alguns factos do seu passado, que inclusivé Sarah desconhecia até então. A autora arquitecta segredos obscuros e intensos na personagem de Shiloh, e desvenda-os num timing perfeito. Mais uma vez, o facto da história ser narrada na primeira pessoa, intensifica o efeito surpresa dos segredos do marido de Sarah.

A trama tem definitivamente como tema fulcral o desaparecimento de Shiloh. Como contraponto há uma trágica eventualidade com a qual Sarah se debate: o homicídio de Kamareia, a filha da sua melhor amiga e parceira, Genevieve Brown.
As consequências deste acontecimento dramático são fortemente exploradas ao longo do livro, e no decorrer da leitura me questionei várias vezes, se haveria alguma relação de causa-efeito entre estes dois tristes episódios. É sem dúvida um livro que prende, pelo mistério e a ânsia em descobrir o paradeiro de Shiloh. E como prova, li, aliás, devorei, este livro em apenas dois dias.
Não consegui descobrir uma conexão entre o nome do livro e o conteúdo do mesmo. Até porque a acção dura seis dias. A minha teoria, no entanto, é o quão empolgante e dramático é a seguinte frase: "Diz-se que se uma pessoa desaparecida não é encontrada em 36 horas, o seu rasto desaparece", como subtítulo, aferindo ao livro, uma enorme curiosidade.

Um livro cujo início foi algo moroso, mas o desenrolar da trama foi fascinante. A cada página virada, estava a braços com uma descoberta sobre Shiloh, o que tornou o livro muito interessante. Mas devo confessar que o final não foi bem aquilo que tinha equacionado, deixou algumas dúvidas, e uma pequena surpresa. Foi então que pesquisei sobre a autora, e descobri que este é apenas o primeiro livro protagonizado por Sarah Pribeck. Fico ansiosamente à espera da publicação do próximo livro pela Europa América.

Não deixo de recomendar aos fãs do thriller psicológico! Uma excelente leitura que irá deixar-vos alerta e mais sensibilizados com as questões de desaparecimento, homicídio e sacrifício. Uma autora que, definitivamente, quero voltar a ler as suas obras.

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Brian Freeman - Cidade Inquieta [Opinião]

Brian Freeman conta já com quatro livros, publicados na famigerada colecção policial/thriller, Fio da Navalha da Editorial Presença. Apesar de ter lido o primeiro livro, Segredos Imorais, prosseguido pela leitura do quarto, O Voyeur, livros que constam do meu top 10 das leituras do ano que passou, não poderia deixar de ler os livros intermédios. Desta feita, li Cidade Inquieta, o segundo livro protagonizado por Jonathan Stide, do qual vos falarei neste post.

A trama inicia-se quando assistimos ao homicídio de Amira Luz, uma entertainer das lides nocturnas de Las Vegas. Desde já o prólogo do livro prende o leitor, fazendo-o questionar quem seria Amira e principalmente, quem terá sido o seu executor. Mas eis que, ao iniciar-se o primeiro capítulo, o leitor fica ainda mais surpreendido (e genuinamente chocado) quando M.J. Lane é morto. As cenas descritivas são chocantes, e não apropriadas para publico mais susceptível.

Jonathan Stride trocou Duluth por Las Vegas. O leitor é confrontado com aquela vida boémia e tão típica desta cidade americana. Logo aí sente-se desconfortável, afinal de contas, uma cidade assim é bem mais propícia à ocorrência de crimes do que uma aldeola pacata.
Stride emparelha com Amanda Gillen. Na verdade, Amanda é um transsexual, estado ainda incompleto, vulgo ainda com a genitália masculina, sendo quase como uma vítima da sociedade.
Entretanto Serena Dial, a namorada de Stride, e o parceiro Cordy, investigam um estranho atropelamento de um menino. A ocorrência de outras mortes faz-nos crer que há uma ligação dissimulada, entre as personagens.

Quem já leu um livro de Brian Freeman, sabe que a escrita do autor é dura. Ele não tem qualquer pudor em descrever, utilizando a linguagem mais dura e real, cenas de sexo ou prostituição e os homicídios chocantes. O que até faz sentido. Num bom livro policial, não há que ter rodeios na descrição destes elementos chave. E é expectável que, num mundo de corrupção, prostituição e drogas, as pessoas não se cinjam à boa educação. Portanto, e com isto quero dizer que, sim encontrarão muita linguagem obscena, muito sangue, tripas e violência gratuita. Uma linguagem deveras gráfica, que poderá deixar o leitor verdadeiramente desconfortável.

A trama é intrincada e Freeman, consegue deixar pontas soltas, que brilhantemente são resolvidas no final. Nada garante à partida, uma ligação entre os crimes, mas o autor, e através de constantes reviravoltas no enredo, formula complicadas mas lógicas ligações entre as personagens, que acabam eventualmente, por explicar as consequências. Afinal, os meios justificam os fins. E não é só no crime que Brian Freeman é mestre. O autor consegue explorar temas complicados como a homossexualidade, o estigma na sociedade quando se faz escolhas contra a natureza humana, o mundo da prostituição e o luxo e o glamour em Las Vegas e a ambição desmesurada das pessoas em singrar neste meio e na vida. Além disso, o autor não tem qualquer pejo na elaboração da estrutura das personagens. Certamente que o seguidor concorda comigo, afinal de contas é a primeira vez (que eu tenha conhecimento) que existe como polícia, uma figura transsexual.

É um livro, que na minha opinião, se encontra muitíssimo bem estruturado. Se Freeman introduz uma personagem nova, dedica um capítulo à mesma, para que o leitor conheça o seu passado e tudo o que este interveniente traga de novo à narrativa.

As personagens são formidáveis. Falo de todas, mas claro que adoro o par Jonathan Stride e Serena Dial, as já nossas conhecidas desde Segredos Imorais. Neste livro, a ex parceira de Stride, Maggie, tem um papel meramente figurativo, o que é pena, eu engracei com ela no livro anterior, e as suas deixas humorísticas desanuviavam em muito, os momentos dramáticos contemplados pela acção. Mas o leitor vem a descobrir neste livro, um terrível drama pessoal de Maggie, que acredito piamente, mudará o rumo da personagem, para a frente da saga.
Também Serena tem os seus esqueletos no armário, ainda... O primeiro livro desvenda por completo o seu passado, e no decorrer de Cidade Inquieta, é notório o quão influenciáveis são os seus segredos face à actualidade. Optar pela prévia leitura de Segredos Imorais torna-se quase imprescindível, para compreendermos profundamente esta personagem, uma vez que só nos apercebemos da autenticidade dos seus fantasmas do passado relativamente a meio da trama.
O restante leque de personagens representa quase como uma crítica à sociedade, caracterizando a ganância do poder, à corrupção, às ligações amorosas que funcionam como troca de favores pessoais, entre outros, havendo um rácio equilibrado entre o número de vítimas e o de suspeitos.

Uma leitura que aconselho vivamente aos amantes do suspense e da acção. Torna-se compulsivo ler cada capítulo afim de desvendar toda o fio condutor do enredo. Acima de tudo, recomendo a leitura prévia de Segredos Imorais, afim de não perder pitada sobre as personagens!

Divulgação ASA - Dan Burstein: Os Segredos da Rapariga Tatuada

Em contagem decrescente para a estreia da versão americana do filme baseado na obra de Stieg Larsson no cinema, Os Homens que Odeiam as Mulheres, a ASA publica um livro que visa desmistificar alguns aspectos referentes ao autor e à bibliografia. Ora espreitem a sinopse ;)

Sinopse: Este é um livro que aborda temas como a morte de Stieg Larsson, autor da trilogia Millennium, e a possibilidade da edição, não concretizada, de um quarto volume da saga.
Através de comentários perspicazes e entrevistas reveladoras, entramos no mundo singular de Lisbeth Salander, Mikael Blomkvist e, claro, do próprio Stieg Larsson, descobrindo as fascinantes experiências de vida do autor e os incidentes à volta da vida política sueca, da violência sobre as mulheres e dos movimentos neonazis que estão no centro da obra de Larsson.
O que torna Lisbeth Salander tão especial e inesquecível? Quais os motivos de tanta especulação - e qual é, afinal, a verdade - sobre a trágica morte de Stieg Larsson? Quais eram as ideias do autor para o quarto livro? Terá deixado pistas para os restantes livros da série de dez que pensara escrever?

domingo, 8 de janeiro de 2012

Novidade Editorial Civilização Editora: Irmã - Rosamund Lupton

Sinopse: Quando Beatrice recebe um telefonema frenético a meio do almoço de domingo e lhe dizem que a sua irmã mais nova, Tess, desapareceu, apanha o primeiro avião de regresso a Londres. Mas quando conhece as circunstâncias que rodeiam o desaparecimento da irmã, apercebe-se com surpresa, do pouco que sabe sobre a vida de Tess - e de que não está preparada para a terrível verdade que terá que enfrentar. A Polícia, o noivo de Beatrice e até a própria mãe aceitam ter perdido Tess, mas Beatrice recusa-se a desistir e embarca numa perigosa viagem para descobrir a verdade, a qualquer custo.

Sobre a autora: Rosamund Lupton ensina Literatura Inglesa na Universidade de Cambridge. Depois de vários empregos em Londres, incluindo copywriting e revisão para a Literary Review, venceu uma competição para jovens escritores e foi selecionada pela BBC para um curso de jovens escritores. Também foi convidada para o grupo de escritores do Royal Court Theatre. Escreveu guiões originais para televisão e cinema, antes de escrever o seu primeiro romance, Irmã, um bestseller no Reino Unido e nos EUA. O seu segundo romance, Afterwards, também já é um bestseller no Reino Unido.
Rosamund vive em Londres, com o marido e os dois filhos.

Nas livrarias a 16 de Janeiro.

Ken Follett - O Terceiro Gémeo [Opinião]

Iniciei o ano com um autor já nosso conhecido, Ken Follett. Ainda só li um livro deste autor, é certo, mas A Ameaça revelou ser uma das melhores leituras do ano passado. Tendo apenas como base de comparação esse livro, achei que este se desenvolve num ritmo mais lento, no entanto não deixa de apresentar uma abordagem deveras interessante: a clonagem. Sim, hoje em dia a clonagem é um assunto que, embora controverso, não deixa de ser banalíssimo, mas não nos esqueçamos que o Terceiro Gémeo data de 1996, ano em que se davam os primeiros passos nesta técnica (originando o nascimento da ovelha Dolly).

A trama inicia-se num plano maléfico para intimidar algumas raparigas e violar uma delas. Quem pretende fazê-lo não conhecemos, o certo e que o homem leva a sua avante e a sua vítima acaba por ser a ajudante da investigadora Jean Ferrami. Esta é detentora de um estudo sobre gémeos verdadeiros e a potencialidade dos genes na criminalidade ou na vida em sociedade. Mas eis que surge Steve Logan, e é neste momento que a trama adensa-se. Afinal Jeannie sente-se rapidamente atraída por ele. Será ele um rapaz genuíno, dadas as controversas suposições que vão surgindo sobre este estudante de Direito? E que intenções terá Berrington Jones, o professor da Universidade que supervisiona o trabalho de Jeannie?

Muita conspiração, corrupção no meio académico e intrigas numa trama com muita emoção e algum romance. É um livro que tem uma trama relativamente linear até meio, onde o leitor rapidamente deduz uma teoria relativa ao desenrolar da história. Apesar de relativamente previsível, não deixou de ser emocionante acompanhar a jornada de Jeannie. O mesmo digo para o desfecho. É que Follett se preocupou em dar uma ênfase emocionante em toda a trama, que diria que o final da história é claramente expectável.
Afinal de contas, são 500 e algumas páginas, mas que se leêm muitíssimo bem, dotada de acontecimentos intensos e alguma acção. Penso que a trama está muito bem construída e sólida.
À semelhança de A Ameaça, a acção passa-se durante uma semana, e em cada dia, os acontecimentos são extremamente intensos. Há desta forma, e mais uma vez, uma sensação de "time is running out", levando a que o leitor se envolva fortemente com a trama.
Um livro que debate temáticas polémicas como a clonagem e a fertilização in vitro, explorando os limites sobre o que separa o progresso da ciência e a ética humana.

Só tenho a apontar uma ou outra fraqueza no enredo que se prende a dois aspectos. Sem querer levantar alguma suspeita ou spoiler, primeiro, pergunto aos seguidores que certamente assistem a várias tramas desencadeadas na prisão: afinal como é que em plena sala de interrogatório neste local, o recluso solta um rato sem que o guarda prisional se aperceba? E não terá Jeannie precipitado em relação aos seus sentimentos? Conhece Steve há uns dias mas já o ama assim tão intensamente apesar das inúmeras provas que indicam que este não é flor que se cheire.
Mas estas são apenas umas pequenas vulnerabilidades, que, comparadas com o global do livro, são desprezáveis. É notório o trabalho de pesquisa de Ken Follett sobre a replicação do ADN no processo de clonagem. Sem dúvida que o autor demonstra mestria ao manusear esta temática.

Se há algo que destaca as obras de Follett, são sem dúvida as fortes personagens que o autor cria. E há um que se realça em toda a trama. Esta é nada mais que Jeannie Ferrami. Tem uma história de vida, um tanto ou quanto complicada, sobretudo em relação ao seu pai. No entanto conseguiu ser bem sucedida na vida, e agora doutorada, fará de tudo para trazer o seu estudo à praça publica. No entanto achei que faltou ali um pouco mais de emoção na personagem. O mesmo para Lisa, que sendo uma vítima de violação, aparenta ter ultrapassado o trauma num curto espaço de tempo. Afinal a trama passa-se numa semana, e Lisa recupera do trama em um ou dois dias! De resto, os vilões achei-os extremamente bem caracterizados, transmitindo sentimentos muito adversos ao leitor.

A escrita de Follett é bastante acessível, desprovida de termos que possam chocar o leitor, ainda que ele descreva algumas passagens, que no âmbito do romance, são certamente mais quentes.

Um livro que, pelo misto de acção, thriller e romance, deu já origem a uma adaptação cinematográfica em 1997 e que realmente, fiquei curiosa em ver.

Em relação à leitura de mais livros do autor, só tenho a dizer o seguinte: "Não demoro, comodoro". Quem leu irá entender? E quem não leu, não vai deixar passar a oportunidade de ler este livro fantástico! Recomendo vivamente!

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Divulgação Editorial: Publicações Europa América

Sinopse: Agora que o neuroblastoma potencialmente fatal que tomou conta do seu filho parece estar em plena remissão, a médica legista de Nova Iorque, Laurie Montgomery, volta ao trabalho no Gabinete de Medicina Legal, onde trabalha há mais de duas décadas.
Preocupada com a incerteza de ainda ter estofo para o seu trabalho ou não depois da longa ausência, Laurie depara-se com um primeiro caso que é nada mais do que um puzzle altamente perigoso e da maior importância, que envolve o crime organizado e duas empresas recém-criadas de biotecnologia, num jogo de audazes. Apesar dos conselhos e avisos dos seus colegas e do seu marido, o também colega Jack Stapleton, Laurie está determinada a resolver o mistério que este caso representa.
Satoshi Machita, um ex-investigador da Universidade de Quioto, é o detentor de uma patente extremamente valiosa que diz respeito às células estaminais induzidas pluripotentes, que serão a base para a construção de uma industria de triliões de dólares na área da medicina reconstrutiva. Quando este morre numa plataforma do metropolitano de Nova Iorque, cheia de pessoas, Laurie tera de decidir se a sua morte se deve a causas naturais - ou algo mais… diabólico.
Nas sombras, escondem-se pessoas que gostariam de ver Laurie bem longe da morte de Satoshi. Apesar das ameaças que recebe, ela insiste, até que as estas começam a ser tornar-se bem reais e afectam a pessoa que ela mais ama no mundo: o seu fillho J.J.. Subitamente, Laurie não terá outra escolha senão resolver o crime e salvar o seu filho.

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Saldos nas Publicações Europa América

As Publicações Europa América estão de volta com os saldos! Não deixe escapar a oportunidade de comprar títulos de autores como Mo Hayder, P.D. James, Ruth Rendell, Stephen Booth, Steve Mosby ou o famigerado Robin Cook por metade, sim metade, do preço (em livros editados há mais de 18 meses). Com este preço vou-me desforrar e comprar uns quantos da colecção Crime Perfeito!

Clique sobre a imagem para ver mais. E boas compras :)