domingo, 5 de março de 2017

Chris Carter - O Predador da Noite [Divulgação TopSeller]


Data de publicação: 6 Março 2017

               Titulo Original: The Night Stalker
               Preço com IVA: 18,79€
               Páginas: 416
               ISBN: 9789898855404

Sinopse: Ele espia. Ele aguarda. Ele mata.
Ninguém está em segurança...
Um corpo não identificado, do sexo feminino, é trazido para a morgue. A causa da morte está longe de ser clara. O corpo não tem outras marcas, exceto o pormenor macabro de a boca e as partes íntimas terem sido costuradas. A autópsia revela, no entanto, outra descoberta chocante: o assassino deixou algo dentro do corpo da vítima! Algo tão aterrador que o detetive Robert Hunter, da Unidade Especial de Homicídios da Polícia de Los Angeles, é de imediato chamado para tomar conta do caso.
A investigação de Hunter acaba por se cruzar com a da sua colega Whitney Meyers, e torna-se claro para ambos que o criminoso é um impiedoso e perfecionista serial killer de mulheres, obcecado com os segredos do passado.
Os romances de Chris Carter são verdadeiramente emocionantes, destacando-se as suas personagens cativantes e a sua capacidade de deixar o leitor inquieto até à última página.

Sobre o autor: Chris Carter nasceu no Brasil mas cedo se mudou para os Estados Unidos, onde se formou em Psicologia, com especialização em Comportamento Criminal, na Universidade de Michigan.
Foi psicólogo criminal durante vários anos antes de se mudar para Los Angeles e depois para Londres, onde tocou com artistas conhecidos, até que deixou tudo para se tornar escritor a tempo inteiro. Hoje, aplica na escrita a sua experiência de vários anos enquanto psicólogo criminal e já publicou seis volumes da série policial Robert Hunter, todos eles bestsellers internacionais.
Os seus livros já foram traduzidos para 14 línguas e são autênticos êxitos de vendas na Dinamarca e na Alemanha. Neste último país, Chris Carter já vendeu mais de um milhão de exemplares.
Saiba mais sobre o autor em www.chriscarterbooks.com

Leia aqui as primeiras páginas


ÚLTIMA HORA: Feira do Livro de Lisboa - Paula Hawkins, autora de «A Rapariga no Comboio», será cabeça de cartaz


A britânica Paula Hawkins, autora do bestseller mundial A Rapariga no Comboio e do tão esperado thriller Escrito na Água, à venda no dia 02 de maio sob a chancela Topseller (Grupo 20l20 Editora), será cabeça de cartaz da 87.ª Edição da Feira do Livro de Lisboa.

A visita de Paula Hawkins, que viu a sua obra de estreia chegar ao grande ecrã em 2016, com Emily Blunt no papel principal, irá acontecer nos dias 10 e 11 de junho.
Uma presença há muito desejada pelos leitores portugueses, que poderão finalmente conhecer a autora do livro que, quase dois anos volvidos, se mantém no Top 10 Nacional (Ficção), e satisfazer curiosidades sobre Escrito na Água, thriller ansiosamente aguardado e que hoje ganha vida com a divulgação da edição portuguesa.

A Rapariga no Comboio, com mais de 20 milhões de exemplares vendidos em todo o mundo (traduzido em 40 línguas), 125 mil editados em Portugal (21 edições), catapultou Paula Hawkins para o Top 10 dos autores mais bem-sucedidos em todo o mundo.

Números que geram natural expectativa em torno do novo thriller da autora britânica, cujo lançamento mundial acontecerá no dia 02 de maio, data em que chegará igualmente às livrarias nacionais. E, Escrito na Água, cujos direitos para filme já foram comprados pela Dreamworks, não irá desiludir.

Escrito na Água é um livro profundamente original e surpreendente sobre as formas devastadoras que o passado encontra para voltar a assombrar-nos no presente. Paula Hawkins confirma, de forma triunfal, a sua mestria no entendimento dos instintos humanos, numa história com tanta ou mais intensidade do que A Rapariga no Comboio.

CUIDADO COM AS ÁGUAS CALMAS. NÃO SABEMOS O QUE ESCONDEM NO FUNDO.

NEL VIVIA OBCECADA COM AS MORTES NO RIO.

O rio que atravessava aquela vila já levara a vida a demasiadas mulheres ao longo dos tempos, incluindo, recentemente, a melhor amiga da sua filha. Desde então, Nel vivia ainda mais determinada a encontrar respostas.

AGORA, É ELA QUE APARECE MORTA.

Sem vestígios de crime, tudo aponta para que Nel se tenha suicidado no rio. Mas poucos dias antes da sua morte, ela deixara uma mensagem à irmã, Jules, num tom de voz urgente e assustado. Estaria Nel a temer pela sua vida?

QUE SEGREDOS ESCONDEM AQUELAS ÁGUAS?

Para descobrir a verdade, Jules vai ser forçada a enfrentar recordações e medos terríveis há muito submersos naquele rio de águas calmas, que a morte da irmã vem trazer à superfície.


Paula Hawkins foi jornalista na área financeira durante 15 anos, antes de se dedicar inteiramente à escrita de ficção. Nascida e criada no Zimbabué, mudou-se para Londres em 1989, onde vive atualmente.

A Rapariga no Comboio foi o seu primeiro livro e um verdadeiro fenómeno, tendo sido traduzido em mais de 40 línguas, com cerca de 20 milhões de exemplares vendidos em todo o mundo. Em Portugal, é o livro mais vendido desde 2015 (n.º 1 durante 13 semanas consecutivas), tendo atingido os 125 000 exemplares editados. Do livro resultou um filme de sucesso, protagonizado por Emily Blunt, que alcançou o primeiro lugar das bilheteiras em Portugal (10 semanas em exibição, Top 20 dos filmes mais vistos em 2016, 192.738 mil espetadores, 1 milhão de faturação).

Escrito na Água é o segundo thriller da autora, cujos direitos para filme já foram comprados pela Dreamworks. Paula Hawkins fará parte da produção executiva.

quinta-feira, 2 de março de 2017

Raymond Chandler - A Dama do Lago [Divulgação Colecção Vampiro]


Data de publicação: 2 Março 2017

               Titulo Original: The Lady in the Lake
               Preço com IVA: 7,70€
               Páginas: 288
               ISBN: 9789723829723

Sinopse: Derace Kingsley e a mulher, Crystal, vivem um casamento de conveniência e tranquila infidelidade. Mas Kingsley é um homem de negócios com uma reputação a manter e quando Crystal desaparece, deixando um telegrama onde explica que fugiu para o México com o amante, o carismático detetive privado Philip Marlowe é contratado para a encontrar. Os verdadeiros problemas surgem quando o suposto amante nega saber onde está Crystal. Partindo no seu encalço, Marlowe segue pelas montanhas até ao lago Little Fawn, onde o casal tem uma cabana, mas o que aí descobre é um outro caso de desaparecimento: Muriel Chess, a mulher do caseiro dos Kingsley, tê-lo-á deixado precisamente no dia em que a ausência de Crystal foi notada. O sossego campestre parece estar a adormecer a investigação - até que um corpo emerge à superfície do lago. Clássico romance do mestre do policial hard-boiled, A Dama do Lago foi o quarto livro publicado por Raymond Chandler, em 1943, e continua a ser um dos seus maiores êxitos.

Sobre o autor: Raymond Chandler nasceu em Chicago em 1888. Aos oito anos, mudou-se com a mãe para Inglaterra, regressando aos Estados Unidos em 1912. Combatente da Primeira Guerra Mundial, fixou-se depois do armistício em Los Angeles, onde desempenhou funções como administrador em empresas petrolíferas. Aos 44 anos, em 1932, perde o trabalho na sequência da Grande Depressão e, inspirado pela leitura da revista Black Mask, decide escrever a sua primeira história policial, "Blackmailers Don’t Shoot", revelada naquela publicação em 1933. À Beira do Abismo, o seu romance de estreia, é publicado em 1939, apresentando a personagem do lendário detetive privado Philip Marlowe, herói também dos outros seis livros que publicou em vida, entre os quais se destacam A Dama do Lago (1943) e O Imenso Adeus (1953). Considerado um dos fundadores da escola hard-boiled a par de Dashiell Hammett, Chandler tornou-se referência máxima da literatura policial realista, teve as suas obras repetidamente adaptadas ao cinema e a sua escrita influenciaria as convenções do género até aos dias de hoje. Faleceu a 26 de março de 1959, em La Jolla, Califórnia.

Já na coleção Vampiro:
No. 1: Os Crimes do Bispo, de S.S. Van Dine
No. 2: Vivenda Calamidade, de Ellery Queen
No. 3: O Falcão de Malta, de Dashiell Hammett
No. 4: O Imenso Adeus, de Raymond Chandler
No. 5: Picada Mortal, de Rex Stout 
No. 6: O Mistério dos Fósforos Queimados, de Ellery Queen
No. 7: A Liga dos Homens Assustados, de Rex Stout
No. 8: A Morte da Canária, de S. S. Van Dine 
No. 9: O Grande Mistério de Bow, de Israel Zangwill

quarta-feira, 1 de março de 2017

M. J. Arlidge - O Anjo da Morte [Opinião]

Sinopse: AQUI

Opinião: Fiquei rendida, uma vez mais, às histórias de M. J. Arlidge! Este autor é, decididamente, um dos melhores do mundo editorial e, na minha opinião, a série melhora a cada livro publicado! Este é o sexto livro da saga e os casos vão-se tornando mais desafiantes. Não consigo perder o interesse por esta série.
Iniciei a leitura de O Anjo da Morte aquando da transmissão da cerimónia dos Oscars. Pareceu-me óbvia a escolha entre ver a entrega dos prémios da Academia ou iniciar uma obra de um dos autores que mais admiro. No final da tarde do dia seguinte terminara já o livro. Li-o compulsivamente em menos de 48 horas, mesmo sem ter usufruído da tolerância de ponto de Carnaval. Aproveitei todos os minutos livres para ler e, quando tal não era possível, ia pensando nos variados aspectos da obra.

Quem acompanha a série (e quero ressalvar que é fundamental a leitura de Na Boca do Lobo, pois o desfecho dessa mesma obra deixara um cliffhanger e a situação é apenas resolvida na presente obra), sabe que Helen está agora na prisão de Holloway em circunstâncias bastante delicadas. 

Vou tentar enumerar, sem levantar spoilers claro, as razões pelas quais considerei esta obra uma das melhores da série. Em primeiro lugar a minha avaliação prende-se com o cenário que serve de pano de fundo à trama. Trata-se de um ambiente claustrofóbico uma vez que grande parte da acção se passa numa prisão. A verosimilhança é também outro factor a destacar, uma vez que retrata, com grande credibilidade, a formação de grupos por interesse, as vinganças pessoais entre reclusas devido ao código que existe dentro das prisões ou ainda os castigos de privação nas solitárias.
Em segundo lugar a trama, claro. Achei o caso sinistro e estava tão empolgada para saber a sua resolução que não conseguia pousar o livro! O autor tem uma fórmula que agiliza a leitura, os capítulos pequenos que terminam em suspense, fazendo com que o leitor anseie por ler mais. Também posso salientar a descrição dos corpos e as mutilações post-mortem. São macabros e impressionaram-me muito!
Por último, devo mencionar a prestação de Charlie na acção. Um exemplo de profissionalismo e devoção a Helen. A sub-trama, referente a Charlie, foi igualmente emocionante, embora pessoalmente, tenha preferido a narrativa passada na prisão.

Apesar de me ter sentido surpreendida durante toda a leitura (e não adivinhei, uma vez mais, a identidade do antagonista), creio que o clímax acabou por ser um pouco cliché pois já ouvi uma ou outra história sobre os "anjos da morte". Ainda assim senti-me satisfeita com o desfecho pois, como referi, apanhou-me completamente desprevenida.

Não quero correr o risco de parecer repetitiva, mas vós sabeis que tenho esta série em grande consideração. No que concerne a O Anjo da Morte e, de acordo com o que firmei, classifiquei-a com cinco estrelas no Goodreads! Recomendo este autor! É verdadeiramente brilhante! Sinto-me genuinamente impaciente pela publicação de mais obras!


terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

A Estante está mais cheia [Fevereiro 2017]



O mês até era pequeno mas eu abusei... Aquela promessa de não comprar livros? Pois, foi para o pandeco (este mês)! Tenho que me conter nos próximos meses... definitivamente!

Começo talvez com o livro do Ignacio del Valle. De surpresa recebi Céus Negros da Porto Editora. Ia lá ler o quarto de uma série? Fui ao saco dos livros a despachar e resgatei A Arte de Matar Dragões. Tinha trazido este livro da iniciativa da Dádiva de Livros do Bibliotecário de Babel mas quando constatei que era uma série, pensei que não o queria. Estava errada... 
No meu aniversário comprei Os Demónios de Berlim e no dia dos Namorados ofereci-me a mim própria, O Tempo dos Imperadores Estranhos. É uma tradição que teimo em não abandonar: a de me mimar a mim própria com algo no dia mais romântico do ano. Há lá maior romantismo que um policial :) Sem ocasião especial, comprei o Vampiro deste mês, O Grande Mistério de Bow. Adoro esta pequena colecção!

Prendinhas de amigas para do meu aniversário: de uma amiga especial, Iris Grace (sobre uma menina com autismo, tema que, recentemente, me despertou atenção). Morte na Rua Beethoven de Samuel Fuller foi da minha querida Sofia. No meu aniversário, o marido ofertou-me com Companheira Silenciosa de Jonathan Kellerman e As Aranhas Douradas de Rex Stout. Repetiu a façanha no dia dos Namorados e ofereceu os livrinhos de Ed Bain. Numa ida a Óbidos de trabalho, trouxe da livraria Ler Devagar, os dois Vampiros antigos. Am I lucky or what?

Voo Fantasma veio numa troca de livros. Fiquei contente por ser uma novidade. Em Fuga do meu caro Peter May veio da Marcador; A Biblioteca de Almas de Ransom Riggs da Bertrand; O Anjo da Morte e O Fugitivo da TopSeller; Ninfas da Planeta; Ligações Arriscadas de Sandra Brown veio da Quinta Essência e finalmente, os recebidos ontem, A Substância do Mal e O Universo dos Teus Olhos que vieram da Penguin Random House. Às editoras parceiras, o meu obrigada! 

Foi um Fevereiro repleto de livros que tenciono ler em Março! E vocês, muitos livrinhos novos na estante este mês?

Fevereiro em Livros


O meu Fevereiro foi assim: seis livros lidos, um dos quais um calhamaço que trouxe do ano passado. Falo, claro, de Polícia de Jo Nesbø, um dos melhores livros deste mês. Foi o segundo autor norueguês em Fevereiro. O primeiro livro do mês foi do conterrâneo Hans Olav Lahlum.
Os outros dois thrillers são de S. K. Tremayne e o segundo, o muito aguardado Anjo da Morte, de M. J. Arlidge, um dos meus autores preferidos! Faltam-me cerca de 100 páginas para o terminar e está a ser fantástico! De facto, não poderia fechar melhor Fevereiro!
Este mês também é marcado pela saída da minha zona de conforto, tendo lido Anna e o Homem Andorinha, uma trama com cenário de Cracóvia por altura da invasão da Alemanha. Também enveredei pelo mundo fantástico de Ransom Riggs com O Lar da Senhora Peregrine Para Crianças Peculiares. 

E vocês? Muitos livrinhos lidos neste mês?

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

Jo Nesbø - O Filho [Divulgação Dom Quixote]


Data de publicação: 21 Março 2017

               Titulo Original: Sønnen
               Preço com IVA: 19,90€
               Páginas: 536
               ISBN: 9789722062039

Sinopse: Antes de ser condenado, Sonny era um adolescente exemplar, campeão de luta livre, e tinha um futuro brilhante pela frente. Até saber que o pai, o seu ídolo, era afinal um polícia corrupto que preferiu o suicídio a ser exposto.
Agora, Sonny é um prisioneiro modelo. Metade da sua vida foi passada como recluso, cumprindo penas por crimes que não cometeu. Como compensação, nunca lhe falta heroína. É o centro de um núcleo de corrupção: guardas prisionais, polícias, advogados, e até um capelão desesperado, todos empenhados em mantê-lo drogado na prisão. Mas quando Sonny descobre a chocante verdade por detrás do suicídio do pai, planeia uma engenhosa fuga e começa a perseguir os responsáveis. Contudo, ao mesmo tempo que faz justiça pelas próprias mãos, é também perseguido por criminosos e pelas forças da lei. Com destaque para Simon, um inspetor prestes a reformar-se, e antigo amigo do pai.
A questão é quem conseguirá chegar a ele primeiro, e o que fará Sonny quando se sentir encurralado?

Mais uma narrativa, fora da série Harry Hole, em que Nesbø prova, uma vez mais, ser exímio em criar personagens marcantes e merecer a distinção de mestre do suspense.

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

Gavriel Savit - Anna e o Homem Andorinha [Opinião]


Sinopse: Uma história sobre a perda da inocência perante a tragédia.
Ao longo da viagem, Anna e o Homem-Andorinha escaparão a bombas e a soldados e também farão amigos. Mas, num mundo louco, tudo pode ser um perigo.
Também o Homem-Andorinha. «Este romance profundamente comovente une, de forma magistral, a doçura infantil com o fundo cruel e inumano da Segunda Guerra Mundial.»

Opinião: Saí da habitual zona de conforto para enveredar por um livro que, pela temática retratada, teria tudo para não ser a minha praia. No entanto, deparei-me com uma obra cuja trama valoriza a vida da protagonista e a sua luta pela sobrevivência, um aspecto que sobressai da narrativa e que remete para mero pano de fundo o tema da 2ª Guerra Mundial. Pelo menos, pessoalmente, não senti que este período da História fosse retratado de forma exaustiva e isso agradou-me. Finda a leitura, persiste uma sensação de carinho por esta lição de vida e, sobretudo, por Anna, a protagonista.
Esta menina de sete anos fica sem o pai e parece óbvio ao leitor qual o destino do progenitor, não obstante aos olhos de Anna, a ausência ter outra explicação, mais aconchegante. Na realidade, este é o primeiro eufemismo de muitos que vamos encontrando ao longo da trama.

Face à situação, Anna acaba por se cruzar com um homem, designado por Homem Andorinha. Ambos lutam para sobreviver à guerra, tentando esquivar-se dos nazis e dos russos. Sob o olhar da criança a situação é sintetizada na necessidade de passar despercebida aos lobos e ursos. O autor recorre incessantemente ao recurso estilístico do eufemismo que se caracteriza por suavizar a realidade por intermédio de termos mais agradáveis.
Na minha cabeça persistia o cenário de guerra, a invasão da Polónia pelos Alemães e a trama é, nada mais, nada menos, do que a leitura feita por uma ingénua. Ela pinta aquilo que eu considero uma catástrofe, com uma série de metáforas e alegorias. E de repente, o mundo parece melhor.

O elemento mágico deste livro é, indubitavelmente, a dinâmica entre as duas personagens sendo que uma, Anna, vê o mundo, como referi anteriormente, de uma forma inocente, como se a invasão dos alemães fosse algo muito ténue.
Por isso, a escrita do autor, Gavriel Savit, é fluída e quase lírica. Nem todos têm sensibilidade em transformar algo tão duro numa linguagem tão poética. Foi acertada a escolha da protagonista, só poderia ser uma criança. Só estas conseguiriam interpretar uma situação complexa, como a iminência de uma guerra, de forma ingénua.

Fui folheando as páginas, confrontando uma história que valorizava sempre a componente sentimental em detrimento das maleitas da guerra.

Em suma, aqui está uma obra diferente e que retrata o início da Segunda Guerra por um prisma diferente. Estamos perante um livro enternecedor e pejado de lições de vida. Não sou propriamente uma fã deste tipo de livros, no entanto e talvez por trabalhar com crianças, senti-me embevecida com esta obra.
Um livro bonito e cativante. 


terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

Luca D´Andrea - A Substância do Mal [Divulgação Suma de Letras]


Data de publicação: 1 Março 2017
  
               Título Original: La sostanza del male
               Preço com IVA: 20,50
               Páginas: 456
               ISBN: 9789896651961

Sinopse: Jeremiah Salinger, um jovem guionista de televisão de Nova Iorque, muda-se com a mulher, Annelise, para Siebenhoch, uma calma comunidade isolada nas montanhas do Sul do Tirol, onde ela cresceu. Com eles, também, a filha, a precoce Clara, de cinco anos.
Fascinado pelas montanhas e pelas pessoas que ali vivem, Salinger começa a fazer um documentário sobre resgates na montanha. Mas, durante as filmagens, envolve-se num acidente assustador. Enquanto tenta esquecer a sua experiência traumática, descobre, por acaso, um facto sangrento que remonta há trinta anos: o massacre de três jovens ocorrido durante uma caminhada no desfiladeiro Bletterbach. O crime não tem um culpado e, na aldeia, ninguém quer falar sobre o assunto. Talvez porque, só de pensarem no sucedido, poderiam ressuscitar o horror ou então por serem tantos os que têm algo a esconder...
Apesar da crescente hostilidade que o rodeia, e da oposição de Annelise, Salinger começa a remexer no passado, penetrando cada vez mais profundamente no misterioso assassinato. Até descobrir a imprevisível e aterradora verdade.

Sobre o autor: Luca d’Andrea nasceu em 1979, em Bolzano, Itália, onde trabalhou como professor durante dez anos. A Substância do Mal é o bestseller italiano que lhe valeu a comparação a autores de sucesso como Stephen King, Jo Nesbo ou Joël Dicker. Um fenómeno editorial cujos direitos foram já vendidos para 30 países, antes mesmo da sua publicação em Itália.

M. J. Arlidge - O Anjo da Morte [Divulgação Editorial TopSeller]


Data de publicação: 20 Fevereiro 2017
  
               Título Original: Hide and Seek
               Preço com IVA: 18,79
               Páginas: 336
               ISBN: 9789898855435

Sinopse: O perigo esconde-se nas sombras…
Helen Grace, até aqui considerada a melhor detetive do país, é acusada de homicídio e aguarda julgamento na prisão de Holloway. Odiada pelas restantes prisioneiras e maltratada pelos guardas, Helen tem de enfrentar sozinha este pesadelo. Tudo o que deseja é conseguir provar a sua inocência. Mas, quando um corpo aparece diligentemente mutilado numa cela fechada, essa revela ser, afinal, a menor das suas preocupações.
Os macabros crimes sucedem-se em Holloway e o perigo espreita em cada cela ou corredor sombrio. Helen não pode fugir nem esconder-se por detrás do distintivo. Precisa agora de ser rápida a encontrar o implacável serial killer… se não quiser tornar-se a sua próxima vítima.

Sobre o autor: M. J. Arlidge trabalha em televisão há mais de 15 anos, tendo-se especializado em produções dramáticas de alta qualidade. Nos últimos anos produziu um grande número de séries criminais passadas em horário nobre na ITV, rede de televisão do Reino Unido. Escreveu uma série policial para a BBC, além de estar a criar novas séries para canais de televisão britânicos e americanos.
Os seus livros anteriores – Um Dó, Li, Tá, À Morte Ninguém Escapa, A Casa de Bonecas, A Vingança Serve-se Quente e Na Boca do Lobo – todos êxitos de vendas internacionais, foram também publicados pela Topseller. 

Imprensa
«Viciante. O leitor revirará as páginas tão febrilmente quanto um prisioneiro inocente arranha a porta da sua cela.» 
Daily Express

«Vertiginoso, tenso e emocionante.» 
The Sun

«M. J. Arlidge é o novo Jo Nesbø..» 
Judy Finnigan

«M. J. Arlidge criou uma heroína genuinamente nova... Não nos poupa a nenhum dos detalhes mais sombrios,tecendo-os numa teia que arrepia o leitor até aos ossos.» 
Daily Mail

«Um thriller policial alucinante.» 
Huffington Post